Por volta de dois mil anos atrás viveu entre nós alguém que muito nos amava e que Se tornaria, indubitavelmente, nosso maior Modelo de vida.
Apesar da curta passagem como homem encarnado, Jesus deixou uma mensagem que cresceria através dos séculos. Hoje, numerosas religiões O têm como referência em quase todos os pontos da Terra.
Ele falou a todos sem distinção: pobres, ricos, poderosos, gente do povo. Não demonstrava preferências, escolhendo entre os Seus apóstolos pescadores sem instrução formal e homens letrados, como Mateus.
Escolheu entrar em casas de pessoas humildes de haveres materiais mas, também em casas de homens ricos, pois entendia que todos precisavam ouvir Suas palavras.
Valorizou as mulheres em uma época na qual elas eram consideradas uma posse dos pais ou dos maridos. Entre Suas seguidoras estavam Joana de Cusa, esposa de um homem do poder político da época e Maria Madalena, que mudou de vida ao conhecê-Lo.
Jesus usava ora palavras doces, ora linguagens figuradas, ora palavras mais duras. Recebeu, para dialogar, doutores da lei como Nicodemos a quem não negou ensinamentos.
Sua vida de pregação foi curta, mas Ele era um perfeito exemplo do que falava e, sem dúvida, isto impressionava a todos que O conheciam.
Em Seus últimos momentos não mostrou revolta ou desejo de vingança, ao contrário, pediu a Deus que perdoasse a todos, em uma imensa demonstração de amor.
Muitos dos primeiros cristãos, mesmo sem O terem conhecido diretamente, muito O amavam e não titubeavam em abdicar da vida física em nome Daquele a quem seguiam.
Joana de Cusa, no momento em que seria martirizada por meio do fogo, responde ao seu algoz que lhe perguntara se seu Mestre só a ensinara a morrer, dizendo que Ele também a ensinara a perdoar quem lhe tirava a vida.
* * *
Hoje, após tantos séculos, amar Jesus não nos faz correr riscos. Os tempos são outros.
Hoje, o grande desafio é viver conforme os ensinamentos de Jesus, em um mundo no qual vicejam o materialismo, o apego ao poder a qualquer custo e, no qual os valores morais parecem desconhecidos para muitos.
A decisão é pessoal: ninguém pode nos obrigar a segui-Lo, já não mais como apóstolos ou como mártires, mas como pessoas que valorizam a retidão moral e que sabem amar.
Sim, o grande ensinamento de Jesus foi o amor. Se amamos realmente a nós mesmos, não nos permitimos a autoagressão através dos vícios, sejam morais ou físicos. Se nos amamos, buscamos a educação moral e intelectual.
Se amamos nosso semelhante, nunca nos permitiremos a desonestidade, a raiva, a inveja e, muito menos, a indiferença.
Se amamos Jesus, buscamos a luz dentro de nós mesmos, compreendendo que viver é aprender a servir para o bem.
Não é difícil entender que para se viver com o Guia da Terra em experiência integradora, devemos desenvolver em nosso caráter o que existe de mais sóbrio, de mais lúcido e grandioso, engajando-nos na verdadeira educação.
* * *
Quando a educação do intelecto e do sentimento se constituir em uma rota bem aventurada para todos, a aproximação real com nosso Sublime Condutor se fará de maneira consciente, nobre e irreversível.
Reflitamos sobre Jesus e sobre a decisão de viver com Ele, na busca da felicidade real e duradoura!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Oração
A prece tem sido definida como o diálogo com a Divindade. Desde os tempos mais recuados, as notícias históricas nos asseveram que o homem, mesmo antes de compreender a existência de um Ser Criador, buscava aplacar as potestades com invocações e sacrifícios.
Acreditava haver algo superior a si mesmo, que se manifestava no troar dos céus em revolta, nas danças aceleradas dos ventos em rebuliço, na chuva implacável que arrasava sua morada e levava seus poucos bens, no frio que lhe dilacerava as carnes, enregelando-o.
Por isso, buscava se comunicar com tais forças, e fazia tentativas diferentes para ver o que as poderia acalmar.
Eram os rudimentos da prece, do buscar o Superior, de tentar a comunicação.
Embora, ainda nos dias atuais, muitos interpretem a oração como um simples repetir de palavras ou como fraqueza dos que não têm a quem buscar, senão o invisível, ela é arma vigorosa, que tem o poder de nos alçar a regiões de tranquilidade e paz, de lá haurindo a calma e a força de que carecemos para prosseguir nos combates diários, que a vida nos impõe.
Aqueles que se afeiçoam a uma religião, que têm fé em Deus infinitamente bom e misericordioso, utilizam a oração para rogar, pedir, suplicar.
Os que, além da misericórdia e bondade Divinas, divisam o Esteta, o Pai amoroso que tudo dispôs para os Seus filhos na face do planeta, habituam-se a orar em louvor.
Desta forma, ao sentirem o sol radioso, o firmamento em azul celeste, as nuvens em formas esbeltas e artísticas, a brisa que refresca a canícula do dia escaldante, a profusão das cores tão bem dispersas, em espetacular quadro na natureza, recordam-se de alçar o Espírito e louvar o Criador de tanta beleza e harmonia.
Quem, senão um Excelso Artista pensaria em tantas cores, em tantos sons para Seus amados?
Quem, senão um Sábio Cientista pensaria em Leis tão extraordinárias que regem a vida?
A semente que mergulha na escuridão do solo e se transforma em árvore, flor, fruto, alimento.
Duas gotículas que se encontram na intimidade da trompa de Falópio e se transformam em um novo ser, em nome do amor.
Assim, a prece em nossos lábios se transforma em um poema de gratidão, pela luz, pelo dia, pelas estrelas, pela noite enluarada, pela vida.
Baixemos o olhar e, maravilhados pelas dádivas que nos chegam a toda hora, agradeçamos a este Artista, Poeta, Criador, Pai que nos plenifica de bênçãos todos os dias.
Oração é louvor, é súplica, é gratidão. Depende de nós a utilizarmos em nossas vidas, em sua amplitude ou somente na particularidade de um aspecto.
Entendê-la e servir-se dela, com sentimento, é atitude que somente nos trará felicidades desde o hoje, mesmo ante as dores e tormentas que nos chegam como apelos dos céus para que nos afeiçoemos ao bem.
* * *
A oração pode ser comparada ao arado que trabalha laboriosamente o solo onde se pretende semear. É necessário conduzi-la bem.
A prece constroi a ponte entre o filho e o Pai. Compreendida em sua essência e bem utilizada, faculta intensa conversação entre ambos e vai muito além da simples petição do necessitado.
É o diálogo íntimo de um coração ferido a outro, infinitamente pleno de amor.
Acreditava haver algo superior a si mesmo, que se manifestava no troar dos céus em revolta, nas danças aceleradas dos ventos em rebuliço, na chuva implacável que arrasava sua morada e levava seus poucos bens, no frio que lhe dilacerava as carnes, enregelando-o.
Por isso, buscava se comunicar com tais forças, e fazia tentativas diferentes para ver o que as poderia acalmar.
Eram os rudimentos da prece, do buscar o Superior, de tentar a comunicação.
Embora, ainda nos dias atuais, muitos interpretem a oração como um simples repetir de palavras ou como fraqueza dos que não têm a quem buscar, senão o invisível, ela é arma vigorosa, que tem o poder de nos alçar a regiões de tranquilidade e paz, de lá haurindo a calma e a força de que carecemos para prosseguir nos combates diários, que a vida nos impõe.
Aqueles que se afeiçoam a uma religião, que têm fé em Deus infinitamente bom e misericordioso, utilizam a oração para rogar, pedir, suplicar.
Os que, além da misericórdia e bondade Divinas, divisam o Esteta, o Pai amoroso que tudo dispôs para os Seus filhos na face do planeta, habituam-se a orar em louvor.
Desta forma, ao sentirem o sol radioso, o firmamento em azul celeste, as nuvens em formas esbeltas e artísticas, a brisa que refresca a canícula do dia escaldante, a profusão das cores tão bem dispersas, em espetacular quadro na natureza, recordam-se de alçar o Espírito e louvar o Criador de tanta beleza e harmonia.
Quem, senão um Excelso Artista pensaria em tantas cores, em tantos sons para Seus amados?
Quem, senão um Sábio Cientista pensaria em Leis tão extraordinárias que regem a vida?
A semente que mergulha na escuridão do solo e se transforma em árvore, flor, fruto, alimento.
Duas gotículas que se encontram na intimidade da trompa de Falópio e se transformam em um novo ser, em nome do amor.
Assim, a prece em nossos lábios se transforma em um poema de gratidão, pela luz, pelo dia, pelas estrelas, pela noite enluarada, pela vida.
Baixemos o olhar e, maravilhados pelas dádivas que nos chegam a toda hora, agradeçamos a este Artista, Poeta, Criador, Pai que nos plenifica de bênçãos todos os dias.
Oração é louvor, é súplica, é gratidão. Depende de nós a utilizarmos em nossas vidas, em sua amplitude ou somente na particularidade de um aspecto.
Entendê-la e servir-se dela, com sentimento, é atitude que somente nos trará felicidades desde o hoje, mesmo ante as dores e tormentas que nos chegam como apelos dos céus para que nos afeiçoemos ao bem.
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A oração pode ser comparada ao arado que trabalha laboriosamente o solo onde se pretende semear. É necessário conduzi-la bem.
A prece constroi a ponte entre o filho e o Pai. Compreendida em sua essência e bem utilizada, faculta intensa conversação entre ambos e vai muito além da simples petição do necessitado.
É o diálogo íntimo de um coração ferido a outro, infinitamente pleno de amor.
Você é obsessor de si mesmo?
O Homem não raramente é obsessor de si mesmo".
Allan Kardec
O leitor assíduo de meus artigos já leu inúmeros casos de pacientes que atendi em meu consultório acometidos por seres espirituais obsessores, responsáveis em lhes provocar inúmeros problemas psíquicos, psicossomáticos, orgânicos (aquelas doenças cuja causa não é diagnosticada pela medicina oficial) e de relacionamento interpessoal (eles tumultuam a vida do paciente, gerando conflitos familiares, conjugais, sociais e no trabalho).
No entanto, tão grave quanto a obsessão espiritual provocada por seres desencarnados das trevas (desafetos dos pacientes que movidos pelo ódio e vingança desejam ajustar contas por tê-los prejudicado no passado) é a auto-obsessão.
Kardec, o codificador do Espiritismo, explicava que "alguns estados doentios e certas aberrações que se lançam à conta de uma causa oculta, derivam do espírito do próprio indivíduo".
A esses pacientes que comparecem em meu consultório, queixando-se de diversos problemas, não existem medicamentos bioquímicos eficazes, por serem portadores de uma enfermidade da alma: a auto-obsessão.
A auto-obsessão é um distúrbio psíquico desencadeado pela mente doentia do próprio enfermo que gera um estado permanente de desequilíbrio emocional, tais como: constante impaciência, irritação freqüente, mágoa prolongada, ciúme patológico, medos excessivos, comportamento obsessivo-compulsivo, e outros comportamentos desajustados.
Na qualidade de enfermos da alma, facilmente se descontrolam, com explosões de ira em casa, no trabalho, em reuniões sociais, ou mesmo no trânsito.
Na auto-obsessão, o paciente é prisioneiro de pensamentos negativos, pessimistas e até mesmo idéias suicidas.
Na maioria dos casos, são pacientes muito voltados para si mesmos (egocêntricos), preocupados excessivamente com doenças (hipocondríacos), que sofrem por antecipação (preocupados excessivamente), dramatizam os fatos do cotidiano, cultivando o vitimismo, o coitadismo (cultivam o sentimento de autopiedade). São, portanto, vítimas de si próprios, atormentados por si mesmos.
Muitos ainda desenvolvem um quadro depressivo profundo, a ponto de perderem interesse pela vida. Os maus hábitos e imperfeições que trazem de existências passadas, em muitos casos, são oriundos das trevas, pois antes de encarnarem na vida atual eram habitantes do reino das sombras, do umbral. Por isso, ainda trazem as emanações, a energia negativa das trevas em seu perispírito (corpo espiritual).
Veja a seguir, o caso de um paciente que entrou numa depressão profunda, e que veio perdendo o gosto pelo trabalho e pela vida.
Caso Clínico:
Depressão profunda
Homem de 36 anos, solteiro.
O paciente veio ao meu consultório se queixando que tinha perdido o gosto pela vida. De uns dois anos para cá, sua depressão se agravou, com pensamentos negativos constantes do tipo "Será que vai dar certo?" Não estava conseguindo controlar esses pensamentos, e sentia também palpitação, taquicardia e ansiedade freqüentes.
Ele me relatou que andava profundamente triste, irritado, angustiado, impaciente, nervoso, com dificuldade de concentração, querendo se isolar, não conversar com ninguém, não tendo vontade de sair de casa; sentia também muita solidão.
Em 2008, passou por um psiquiatra que lhe receitou um antidepressivo. Desde os 18 anos, trabalhava numa empresa (começou como office boy e veio subindo de cargo), mas ela acabou falindo. Mas, ainda hoje, não conseguiu superar, aceitar o seu fechamento, a sua falência.
A partir daí, entrou numa depressão profunda, perdeu o gosto pelo trabalho e pela vida, não tendo mais vontade de procurar outro emprego. Perdeu também o prazer de sair com sua família e sentia um aperto grande no peito, angústia, vontade chorar , achando que iria acontecer algo de ruim em sua vida.
Ao regredir, o paciente me relatou: "Vejo um casal sentado à beira de um lago... Do seu lado esquerdo tem uma montanha que contrasta com o lago porque é meio escuro, sem vida, as rochas são escuras (ele estava descrevendo o vale das trevas, do umbral).
O rapaz está com uma camisa branca, está de costas, é magro e seu cabelo é liso e preto; a moça usa um vestido branco com listras verdes. Seu cabelo é cacheado, preto, mas não dá para ver o seu rosto".
- Avance mais para frente nessa cena - Peço ao paciente. (pausa).
"Estou vendo novamente aquela montanha escura... Acho que vou escalar essa montanha. (pausa).
Agora estou no topo dela... É tudo escuro. Embaixo vejo um vale também muito escuro".
- Procure imaginar uma luz grande, intensa e sem limites - Peço ao paciente.
"Vejo essa luz...mas tem algo atrapalhando, não deixando que eu a visualize...A luz aparece no fundo dessa montanha, mas tem algo escuro que fica na frente dela...É uma sombra que a cobre...Ela sai, deixa a luz, mas novamente aparece, ficando em sua frente. Agora a luz sumiu, ficou tudo escuro".
- Traga essa luz novamente, procure se concentrar - Peço ao paciente.
"Agora a vejo melhor, ela é bem intensa...Vejo também uma pessoa no meio dessa luz...Parece ser uma mulher...Ela me diz que é a minha mentora espiritual, que preciso encontrar o caminho da luz para ter paz, sabedoria e entendimento da vida".
- Pergunte à sua mentora espiritual de que forma você pode encontrar o caminho da luz?
"Diz que é me preparando com Cristo".
- E como você pode fazer isso?
"Em oração, buscando fortalecer a minha fé a cada dia".
- Pergunte-lhe quem é essa sombra que encobre a luz?
Diz que sou eu no passado, numa vida passada; é o meu espírito quando estava nas trevas.
Vejo novamente aquele casal do lago...A minha mentora espiritual me diz que esse casal foram meus filhos de uma vida passada".
- Pergunte por que ela está lhe mostrando os seus filhos dessa vida passada...
"Diz que me mostra para não errar mais na vida atual, como ocorreu no passado (o paciente tem dois filhos na vida atual). Ela me esclarece que na vida passada eu não os orientei como pai (paciente fala chorando).
Esclarece ainda, que na vida passada, anterior à atual, cometi muitos erros, e que por isso o meu espírito, aquela sombra, ficou preso a esse passado porque não pedi o perdão para alcançar a graça e, com isso, fiquei isolado, sozinho naquele vale escuro, o umbral. Então, hoje, sou obsessor de mim mesmo".
- Pergunte à sua mentora espiritual de onde vem a sua depressão profunda...
"Diz que vem da falta de buscar mais a Deus. Fala que sou um ser de luz, que vim nessa vida atual para brilhar, e que é esse o meu propósito de vida.
Revela que na encarnação atual vim para fazer o bem, para amar às pessoas, acima de qualquer condição, e que através do amor vou me libertar de tudo.
Revela ainda que para resolver a depressão, a irritação e o meu isolamento, preciso buscar o amor no Senhor e, desta forma, tudo se resolverá.
Ela me fala: "Ame a si mesmo primeiro, que você amará mais o próximo".
- Pergunte-lhe como você pode se amar mais?
"É diminuindo o meu orgulho, tendo calma e compreensão com as palavras ditas às pessoas, e procurndor não me desvirtuar dessa luz que sempre anda comigo.
Reafirma que sou um ser de luz, e que tenho que brilhar para as pessoas. Diz que por mais que venham pensamentos negativos, maldosos em minha mente, tenho que ter amor, pois ele destrói qualquer tipo de maldade, quebra qualquer barreira ou obstáculo. Diz ainda que tenho um longo caminho a percorrer, por isso tenho que ser persistente".
- Pergunte-lhe por que você ainda não aceitou o fechamento da empresa onde trabalhava...
"Esclarece que foi o meu primeiro emprego, que fui criado nessa empresa, cresci profissionalmente, e que criei um vínculo forte com ela, mais forte do que a minha própria família.
Essa empresa se tornou uma doença, fiquei obcecado, fui crescendo nela e adquirindo um amor muito grande por ela, a ponto até de esquecer de minha família".
- Pergunte à sua mentora espiritual como você pode superar essa perda...
"É buscando novos horizontes, e que o caminho já começou a se abrir. Fala que o que passei foi uma etapa que tinha que passar em minha vida. É uma prova de superação, que tenho que ser forte e sempre ter em mente que tenho luz, e que tudo se resolverá.
Diz ainda que tem muita gente que depende de minha luz...Agora vejo o rosto de minha mãe...Minha mentora espiritual está falando que ainda vou brilhar muito para a minha família.
Afirma que a minha mãe ultimamente está me achando muito triste, por isso que apareceu o rosto dela agora pouco. Fala que ela sente, percebe quando eu brilho; por isso, a minha mentora espiritual pede para que eu renove a minha energia com o Senhor, pois Ele é a Força de tudo, que com Ele, vou vencer qualquer barreira. Esclarece ainda que não importa a religião, mas o mais importante é confiar Nele.
Pede que eu tenha fé, reafirma que tudo se resolverá. Pede também para afirmar sempre, repetir que sou Vida, sou Amor, que sou Luz!
É para orar bastante, viver em oração constantemente!
Ela não para de falar que sou Luz, que é para sempre lembrar disso.
Diz ainda: "Ame a todos, independentemente de quem seja!"
- Pergunte à sua mentora espiritual como ela gostaria que você a chamasse...
"Diz que o seu nome é Maria, a Mulher. Agora ela me aparece mais nítida, usa um manto branco e a parte interna é um azul claro. Ela irradia muita luz!
Fala que sou o filho dela, que sou um ser de amor, do bem; pede para nunca esquecer disso.
Agora está indo embora, dando um tchau e diz: - Até uma próxima vez! Ela sumiu, não a vejo mais".
Osvaldo Shimoda é colaborador do Site, terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por ele através dos Espíritos Superiores do Astral. Ministra palestras e cursos de formação de terapeutas nessa abordagem. Ele atende em seu consultório em São Paulo.
Allan Kardec
O leitor assíduo de meus artigos já leu inúmeros casos de pacientes que atendi em meu consultório acometidos por seres espirituais obsessores, responsáveis em lhes provocar inúmeros problemas psíquicos, psicossomáticos, orgânicos (aquelas doenças cuja causa não é diagnosticada pela medicina oficial) e de relacionamento interpessoal (eles tumultuam a vida do paciente, gerando conflitos familiares, conjugais, sociais e no trabalho).
No entanto, tão grave quanto a obsessão espiritual provocada por seres desencarnados das trevas (desafetos dos pacientes que movidos pelo ódio e vingança desejam ajustar contas por tê-los prejudicado no passado) é a auto-obsessão.
Kardec, o codificador do Espiritismo, explicava que "alguns estados doentios e certas aberrações que se lançam à conta de uma causa oculta, derivam do espírito do próprio indivíduo".
A esses pacientes que comparecem em meu consultório, queixando-se de diversos problemas, não existem medicamentos bioquímicos eficazes, por serem portadores de uma enfermidade da alma: a auto-obsessão.
A auto-obsessão é um distúrbio psíquico desencadeado pela mente doentia do próprio enfermo que gera um estado permanente de desequilíbrio emocional, tais como: constante impaciência, irritação freqüente, mágoa prolongada, ciúme patológico, medos excessivos, comportamento obsessivo-compulsivo, e outros comportamentos desajustados.
Na qualidade de enfermos da alma, facilmente se descontrolam, com explosões de ira em casa, no trabalho, em reuniões sociais, ou mesmo no trânsito.
Na auto-obsessão, o paciente é prisioneiro de pensamentos negativos, pessimistas e até mesmo idéias suicidas.
Na maioria dos casos, são pacientes muito voltados para si mesmos (egocêntricos), preocupados excessivamente com doenças (hipocondríacos), que sofrem por antecipação (preocupados excessivamente), dramatizam os fatos do cotidiano, cultivando o vitimismo, o coitadismo (cultivam o sentimento de autopiedade). São, portanto, vítimas de si próprios, atormentados por si mesmos.
Muitos ainda desenvolvem um quadro depressivo profundo, a ponto de perderem interesse pela vida. Os maus hábitos e imperfeições que trazem de existências passadas, em muitos casos, são oriundos das trevas, pois antes de encarnarem na vida atual eram habitantes do reino das sombras, do umbral. Por isso, ainda trazem as emanações, a energia negativa das trevas em seu perispírito (corpo espiritual).
Veja a seguir, o caso de um paciente que entrou numa depressão profunda, e que veio perdendo o gosto pelo trabalho e pela vida.
Caso Clínico:
Depressão profunda
Homem de 36 anos, solteiro.
O paciente veio ao meu consultório se queixando que tinha perdido o gosto pela vida. De uns dois anos para cá, sua depressão se agravou, com pensamentos negativos constantes do tipo "Será que vai dar certo?" Não estava conseguindo controlar esses pensamentos, e sentia também palpitação, taquicardia e ansiedade freqüentes.
Ele me relatou que andava profundamente triste, irritado, angustiado, impaciente, nervoso, com dificuldade de concentração, querendo se isolar, não conversar com ninguém, não tendo vontade de sair de casa; sentia também muita solidão.
Em 2008, passou por um psiquiatra que lhe receitou um antidepressivo. Desde os 18 anos, trabalhava numa empresa (começou como office boy e veio subindo de cargo), mas ela acabou falindo. Mas, ainda hoje, não conseguiu superar, aceitar o seu fechamento, a sua falência.
A partir daí, entrou numa depressão profunda, perdeu o gosto pelo trabalho e pela vida, não tendo mais vontade de procurar outro emprego. Perdeu também o prazer de sair com sua família e sentia um aperto grande no peito, angústia, vontade chorar , achando que iria acontecer algo de ruim em sua vida.
Ao regredir, o paciente me relatou: "Vejo um casal sentado à beira de um lago... Do seu lado esquerdo tem uma montanha que contrasta com o lago porque é meio escuro, sem vida, as rochas são escuras (ele estava descrevendo o vale das trevas, do umbral).
O rapaz está com uma camisa branca, está de costas, é magro e seu cabelo é liso e preto; a moça usa um vestido branco com listras verdes. Seu cabelo é cacheado, preto, mas não dá para ver o seu rosto".
- Avance mais para frente nessa cena - Peço ao paciente. (pausa).
"Estou vendo novamente aquela montanha escura... Acho que vou escalar essa montanha. (pausa).
Agora estou no topo dela... É tudo escuro. Embaixo vejo um vale também muito escuro".
- Procure imaginar uma luz grande, intensa e sem limites - Peço ao paciente.
"Vejo essa luz...mas tem algo atrapalhando, não deixando que eu a visualize...A luz aparece no fundo dessa montanha, mas tem algo escuro que fica na frente dela...É uma sombra que a cobre...Ela sai, deixa a luz, mas novamente aparece, ficando em sua frente. Agora a luz sumiu, ficou tudo escuro".
- Traga essa luz novamente, procure se concentrar - Peço ao paciente.
"Agora a vejo melhor, ela é bem intensa...Vejo também uma pessoa no meio dessa luz...Parece ser uma mulher...Ela me diz que é a minha mentora espiritual, que preciso encontrar o caminho da luz para ter paz, sabedoria e entendimento da vida".
- Pergunte à sua mentora espiritual de que forma você pode encontrar o caminho da luz?
"Diz que é me preparando com Cristo".
- E como você pode fazer isso?
"Em oração, buscando fortalecer a minha fé a cada dia".
- Pergunte-lhe quem é essa sombra que encobre a luz?
Diz que sou eu no passado, numa vida passada; é o meu espírito quando estava nas trevas.
Vejo novamente aquele casal do lago...A minha mentora espiritual me diz que esse casal foram meus filhos de uma vida passada".
- Pergunte por que ela está lhe mostrando os seus filhos dessa vida passada...
"Diz que me mostra para não errar mais na vida atual, como ocorreu no passado (o paciente tem dois filhos na vida atual). Ela me esclarece que na vida passada eu não os orientei como pai (paciente fala chorando).
Esclarece ainda, que na vida passada, anterior à atual, cometi muitos erros, e que por isso o meu espírito, aquela sombra, ficou preso a esse passado porque não pedi o perdão para alcançar a graça e, com isso, fiquei isolado, sozinho naquele vale escuro, o umbral. Então, hoje, sou obsessor de mim mesmo".
- Pergunte à sua mentora espiritual de onde vem a sua depressão profunda...
"Diz que vem da falta de buscar mais a Deus. Fala que sou um ser de luz, que vim nessa vida atual para brilhar, e que é esse o meu propósito de vida.
Revela que na encarnação atual vim para fazer o bem, para amar às pessoas, acima de qualquer condição, e que através do amor vou me libertar de tudo.
Revela ainda que para resolver a depressão, a irritação e o meu isolamento, preciso buscar o amor no Senhor e, desta forma, tudo se resolverá.
Ela me fala: "Ame a si mesmo primeiro, que você amará mais o próximo".
- Pergunte-lhe como você pode se amar mais?
"É diminuindo o meu orgulho, tendo calma e compreensão com as palavras ditas às pessoas, e procurndor não me desvirtuar dessa luz que sempre anda comigo.
Reafirma que sou um ser de luz, e que tenho que brilhar para as pessoas. Diz que por mais que venham pensamentos negativos, maldosos em minha mente, tenho que ter amor, pois ele destrói qualquer tipo de maldade, quebra qualquer barreira ou obstáculo. Diz ainda que tenho um longo caminho a percorrer, por isso tenho que ser persistente".
- Pergunte-lhe por que você ainda não aceitou o fechamento da empresa onde trabalhava...
"Esclarece que foi o meu primeiro emprego, que fui criado nessa empresa, cresci profissionalmente, e que criei um vínculo forte com ela, mais forte do que a minha própria família.
Essa empresa se tornou uma doença, fiquei obcecado, fui crescendo nela e adquirindo um amor muito grande por ela, a ponto até de esquecer de minha família".
- Pergunte à sua mentora espiritual como você pode superar essa perda...
"É buscando novos horizontes, e que o caminho já começou a se abrir. Fala que o que passei foi uma etapa que tinha que passar em minha vida. É uma prova de superação, que tenho que ser forte e sempre ter em mente que tenho luz, e que tudo se resolverá.
Diz ainda que tem muita gente que depende de minha luz...Agora vejo o rosto de minha mãe...Minha mentora espiritual está falando que ainda vou brilhar muito para a minha família.
Afirma que a minha mãe ultimamente está me achando muito triste, por isso que apareceu o rosto dela agora pouco. Fala que ela sente, percebe quando eu brilho; por isso, a minha mentora espiritual pede para que eu renove a minha energia com o Senhor, pois Ele é a Força de tudo, que com Ele, vou vencer qualquer barreira. Esclarece ainda que não importa a religião, mas o mais importante é confiar Nele.
Pede que eu tenha fé, reafirma que tudo se resolverá. Pede também para afirmar sempre, repetir que sou Vida, sou Amor, que sou Luz!
É para orar bastante, viver em oração constantemente!
Ela não para de falar que sou Luz, que é para sempre lembrar disso.
Diz ainda: "Ame a todos, independentemente de quem seja!"
- Pergunte à sua mentora espiritual como ela gostaria que você a chamasse...
"Diz que o seu nome é Maria, a Mulher. Agora ela me aparece mais nítida, usa um manto branco e a parte interna é um azul claro. Ela irradia muita luz!
Fala que sou o filho dela, que sou um ser de amor, do bem; pede para nunca esquecer disso.
Agora está indo embora, dando um tchau e diz: - Até uma próxima vez! Ela sumiu, não a vejo mais".
Osvaldo Shimoda é colaborador do Site, terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por ele através dos Espíritos Superiores do Astral. Ministra palestras e cursos de formação de terapeutas nessa abordagem. Ele atende em seu consultório em São Paulo.
sábado, 13 de novembro de 2010
De quem é a culpa?
As perguntas mais freqüentes, no ambiente de trabalho, geralmente são: "Quem é o culpado?", "Quem fez isso?", "Quem foi?", etc.
Por conseguinte, as respostas aparecem: "Não fui eu", "Não tenho culpa", "Não sei de nada", "Eu nem estava aqui", e assim por diante.
Basta surgir um problema qualquer, ou alguma coisa dar errado e lá vem a pergunta, seguida da esperada resposta.
E não é raro que os acusadores de plantão estejam alertas para denunciar: "isso é coisa de fulano", "Beltrano é que costuma fazer isso", "Não disse que não ia dar certo?", "Eu bem sabia que isso iria acontecer..."
E assim passamos os dias, os meses, os anos... Sempre à procura de culpas e de culpados...
No entanto, dizem a razão e o bom senso, que melhor seria encontrar a solução do problema e depois buscar as causas, sempre com intuito de evitar que ocorra novamente.
Uma equipe que agisse dessa maneira, desarmada e comprometida com a tarefa, faria o trabalho fluir de forma harmônica e séria, em vez de emperrar, volta e meia, para uma "caçada às bruxas".
Numa equipe que pensa mais em buscar culpados do que encontrar soluções, a criatividade é quase nula, e as pessoas não ousam sair dos limites que lhes foram traçados, para não correr riscos.
O colaborador que trabalha com confiança na sua equipe, certo de que quando errar terá o apoio dos demais para encontrar o caminho certo, será uma pessoa inovadora, criativa, desarmada e sincera.
Já num ambiente em que a todo momento se corre o risco de ser denunciado, punido, agredido com palavras e gestos, as pessoas ficam cada vez mais inseguras, temerosas, e o ambiente se torna falso, irrespirável.
Quando a equipe é madura e seus membros são responsáveis, discutem-se problemas e soluções com tranqüilidade, sem melindres, sem acusações de cunho pessoal, mas com uma análise sincera do desempenho dos tarefeiros e da tarefa.
O que geralmente ocorre é que as pessoas acusam-se reciprocamente em vez de avaliar a atividade e envidar esforços para fazer o melhor.
Existem, também, as pessoas imaturas, que levam tudo para o campo pessoal e melindram-se quando ouvem críticas ao seu trabalho.
É importante considerar tudo isso e começar a agir com maturidade em prol da atividade, e para o bem de todos.
Trabalhar numa equipe madura e consciente da importância de cada um de seus membros, é o grande diferencial para se conseguir o bom desempenho de todos e a excelência do trabalho.
Em vez de acusadores, parceiros.
Em vez de desleixo, descuido, temor, colaboração.
Pense nisso!
O ser humano é naturalmente experimentador, inovador, ousado.
Quando reprimido, torna-se falso, dissimulado, propenso a sabotar o trabalho dos outros.
Quando ouvido, valorizado, considerado, orientado, liberta sua criatividade e produz coisas belas e nobres.
Pense nisso e aja de forma madura com seus pares. Você cresce e os outros também.
Afinal, a vida na terra é um aprendizado constante. E só cresce quem tem humildade para aprender, discernimento para ensinar e, sobretudo, coragem de renovar atitudes para melhor.
Por conseguinte, as respostas aparecem: "Não fui eu", "Não tenho culpa", "Não sei de nada", "Eu nem estava aqui", e assim por diante.
Basta surgir um problema qualquer, ou alguma coisa dar errado e lá vem a pergunta, seguida da esperada resposta.
E não é raro que os acusadores de plantão estejam alertas para denunciar: "isso é coisa de fulano", "Beltrano é que costuma fazer isso", "Não disse que não ia dar certo?", "Eu bem sabia que isso iria acontecer..."
E assim passamos os dias, os meses, os anos... Sempre à procura de culpas e de culpados...
No entanto, dizem a razão e o bom senso, que melhor seria encontrar a solução do problema e depois buscar as causas, sempre com intuito de evitar que ocorra novamente.
Uma equipe que agisse dessa maneira, desarmada e comprometida com a tarefa, faria o trabalho fluir de forma harmônica e séria, em vez de emperrar, volta e meia, para uma "caçada às bruxas".
Numa equipe que pensa mais em buscar culpados do que encontrar soluções, a criatividade é quase nula, e as pessoas não ousam sair dos limites que lhes foram traçados, para não correr riscos.
O colaborador que trabalha com confiança na sua equipe, certo de que quando errar terá o apoio dos demais para encontrar o caminho certo, será uma pessoa inovadora, criativa, desarmada e sincera.
Já num ambiente em que a todo momento se corre o risco de ser denunciado, punido, agredido com palavras e gestos, as pessoas ficam cada vez mais inseguras, temerosas, e o ambiente se torna falso, irrespirável.
Quando a equipe é madura e seus membros são responsáveis, discutem-se problemas e soluções com tranqüilidade, sem melindres, sem acusações de cunho pessoal, mas com uma análise sincera do desempenho dos tarefeiros e da tarefa.
O que geralmente ocorre é que as pessoas acusam-se reciprocamente em vez de avaliar a atividade e envidar esforços para fazer o melhor.
Existem, também, as pessoas imaturas, que levam tudo para o campo pessoal e melindram-se quando ouvem críticas ao seu trabalho.
É importante considerar tudo isso e começar a agir com maturidade em prol da atividade, e para o bem de todos.
Trabalhar numa equipe madura e consciente da importância de cada um de seus membros, é o grande diferencial para se conseguir o bom desempenho de todos e a excelência do trabalho.
Em vez de acusadores, parceiros.
Em vez de desleixo, descuido, temor, colaboração.
Pense nisso!
O ser humano é naturalmente experimentador, inovador, ousado.
Quando reprimido, torna-se falso, dissimulado, propenso a sabotar o trabalho dos outros.
Quando ouvido, valorizado, considerado, orientado, liberta sua criatividade e produz coisas belas e nobres.
Pense nisso e aja de forma madura com seus pares. Você cresce e os outros também.
Afinal, a vida na terra é um aprendizado constante. E só cresce quem tem humildade para aprender, discernimento para ensinar e, sobretudo, coragem de renovar atitudes para melhor.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
AH! SAUDADE
Ah! Saudade
Dor que vem devagarzinho, de mansinho,
Vai chegando como quem não nada quer...
Se instala sem pedir licença...
Como o vento... é brisa que vai aumentando sem se ver...
Ah!...Saudade...
Tu és a ausência de alguma presença...
És a musa inspiradora dos poetas...
Companheira dos amores perdidos... desiludidos, sofridos...
Dos amores banidos...
Ah!...Saudade...
Lição de vida...
E que lição... que vida...
Vida vivida... aprendida...sofrida.
Lição de quem já amou, sofreu... enfim... viveu.
Ah!... Saudade...
Saudade da infância... das brincadeira... dos lugares...
dos amigos... dos parceiros...falsos ou verdadeiros,
Dos namoros, das musicas, das conversas,
Saudade é dor doida...
Porem,sincera...verdadeira...
Ah!... Saudade...
Enfim... saudade...
Companheira de uma vida inteira...
Dor que vem devagarzinho, de mansinho,
Vai chegando como quem não nada quer...
Se instala sem pedir licença...
Como o vento... é brisa que vai aumentando sem se ver...
Ah!...Saudade...
Tu és a ausência de alguma presença...
És a musa inspiradora dos poetas...
Companheira dos amores perdidos... desiludidos, sofridos...
Dos amores banidos...
Ah!...Saudade...
Lição de vida...
E que lição... que vida...
Vida vivida... aprendida...sofrida.
Lição de quem já amou, sofreu... enfim... viveu.
Ah!... Saudade...
Saudade da infância... das brincadeira... dos lugares...
dos amigos... dos parceiros...falsos ou verdadeiros,
Dos namoros, das musicas, das conversas,
Saudade é dor doida...
Porem,sincera...verdadeira...
Ah!... Saudade...
Enfim... saudade...
Companheira de uma vida inteira...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O NASCER PARA O ALÉM...
Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o
ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o
ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
A penalidade do trabalho
Confidenciou-nos certa senhora que encontrou um método ideal para convencer seu filho de 10 anos de idade a não deixar de frequentar a escola.
Afirmou-nos ela que, toda vez que ele expressa sua intenção de não ir à aula, ela o ameaça com uma tarefa, como por exemplo, arrumar a própria cama, lavar a louça, varrer a calçada.
A mãe, preocupada com a assiduidade do filho à escola, certamente resolveu um problema, mas não percebeu que repassou para o filho uma ideia atávica: a de que o trabalho é uma penalidade.
Desde os tempos bíblicos, as alegorias de Adão e Eva e o paraíso perdido afirmam que Deus concedeu ao homem o trabalho como penalidade, por sua transgressão à ordem Divina.
Têm se tornado comuns notícias de juízes determinarem que certos delitos sejam pagos pelos cidadãos com trabalho comunitário.
Ora, o que deveria ser encarado como forma de reabilitação, que é verdadeiramente o intuito dos nobres juízes, é entendido pelo infrator e por muitos outros, como castigo.
Alguns sentem prazer em assistir ao trabalho do que infringiu a lei, no desejo único de poder lhe gritar: Muito bem feito. Você merece.
E, no entanto, trabalho jamais foi, nem será castigo. O trabalho constitui uma das Leis naturais, Divinas, que tem por objetivo propiciar ao homem oportunidade de progresso.
Não fosse o trabalho e o homem permaneceria na infância da Humanidade. É o trabalho, o esforço por melhorar suas condições, que lhe permitiram avançar tecnologicamente, ensejando o crescimento do intelecto, propiciando-lhe contribuir para a melhoria do próprio mundo em que vive.
Há o trabalho pelo amor ao trabalho a que se vinculam criaturas que desejam, simplesmente, cooperar nos campos da Terra.
Há o trabalho de centenas de profissionais da medicina, da psicologia e outros tantos anônimos que servem seu semelhante, visando-lhe o bem estar e o equilíbrio. São os semeadores da esperança nos canteiros da desordem emocional e psíquica.
Há o trabalho dos que buscam asserenar as tensões que tomam de assalto os corações incautos. Trabalho que ocupa a alma por inteiro, elevando o ser à condição de auxiliar da vida, propiciando-lhe experiência venturosa.
Vale a pena ajustarmo-nos ao permanente trabalho, ofertando o que dispomos, afeiçoando-nos às tarefas a fim de que contribuamos para o crescimento dessa formidável escola planetária, onde nos encontramos em missão de progresso.
Não nos esqueçamos de que, para manter a harmonia do Universo, Deus trabalha sempre, como bem nos afirmou Jesus.
* * *
Há muito pranto aguardando disposição para ser detido, com o lenço da boa vontade, da fraternidade que todos podemos ofertar, num trabalho de amor.
É importante percebermos que há muitos sofrimentos a nos buscarem as possibilidades de servir.
Servindo a outrem, conseguiremos nos erguer acima da vala da reclamação, pois que teremos em mira o bem e como meta a decisão de trabalhar.
Afirmou-nos ela que, toda vez que ele expressa sua intenção de não ir à aula, ela o ameaça com uma tarefa, como por exemplo, arrumar a própria cama, lavar a louça, varrer a calçada.
A mãe, preocupada com a assiduidade do filho à escola, certamente resolveu um problema, mas não percebeu que repassou para o filho uma ideia atávica: a de que o trabalho é uma penalidade.
Desde os tempos bíblicos, as alegorias de Adão e Eva e o paraíso perdido afirmam que Deus concedeu ao homem o trabalho como penalidade, por sua transgressão à ordem Divina.
Têm se tornado comuns notícias de juízes determinarem que certos delitos sejam pagos pelos cidadãos com trabalho comunitário.
Ora, o que deveria ser encarado como forma de reabilitação, que é verdadeiramente o intuito dos nobres juízes, é entendido pelo infrator e por muitos outros, como castigo.
Alguns sentem prazer em assistir ao trabalho do que infringiu a lei, no desejo único de poder lhe gritar: Muito bem feito. Você merece.
E, no entanto, trabalho jamais foi, nem será castigo. O trabalho constitui uma das Leis naturais, Divinas, que tem por objetivo propiciar ao homem oportunidade de progresso.
Não fosse o trabalho e o homem permaneceria na infância da Humanidade. É o trabalho, o esforço por melhorar suas condições, que lhe permitiram avançar tecnologicamente, ensejando o crescimento do intelecto, propiciando-lhe contribuir para a melhoria do próprio mundo em que vive.
Há o trabalho pelo amor ao trabalho a que se vinculam criaturas que desejam, simplesmente, cooperar nos campos da Terra.
Há o trabalho de centenas de profissionais da medicina, da psicologia e outros tantos anônimos que servem seu semelhante, visando-lhe o bem estar e o equilíbrio. São os semeadores da esperança nos canteiros da desordem emocional e psíquica.
Há o trabalho dos que buscam asserenar as tensões que tomam de assalto os corações incautos. Trabalho que ocupa a alma por inteiro, elevando o ser à condição de auxiliar da vida, propiciando-lhe experiência venturosa.
Vale a pena ajustarmo-nos ao permanente trabalho, ofertando o que dispomos, afeiçoando-nos às tarefas a fim de que contribuamos para o crescimento dessa formidável escola planetária, onde nos encontramos em missão de progresso.
Não nos esqueçamos de que, para manter a harmonia do Universo, Deus trabalha sempre, como bem nos afirmou Jesus.
* * *
Há muito pranto aguardando disposição para ser detido, com o lenço da boa vontade, da fraternidade que todos podemos ofertar, num trabalho de amor.
É importante percebermos que há muitos sofrimentos a nos buscarem as possibilidades de servir.
Servindo a outrem, conseguiremos nos erguer acima da vala da reclamação, pois que teremos em mira o bem e como meta a decisão de trabalhar.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Coerência
Alexandre Magno, também conhecido como "Alexandre, o Grande", é considerado por muitos o maior gênio militar da história.
Enquanto viveu, não conheceu a derrota.
Alexandre nasceu no ano 356 a.c. Sucedeu o pai no trono aos 20 anos.
Quando criança, estudou com o filósofo Aristóteles. Desde cedo mostrou sua habilidade militar, tanto que com 16 anos já tinha recebido o comando de um exército, aos 18 comandou a cavalaria do rei Filipe na conquista de Atenas e Tebas.
Conta-se que um dia seus comandados vieram lhe trazer a preocupação com um certo soldado de temperamento ruim, que estava causando problemas com a sua indisciplina.
Alexandre chamou o rebelde para ter com ele uma conversa séria a respeito do seu comportamento.
"Qual é seu nome?" Perguntou o imperador.
"Alexandre", disse o soldado.
O imperador olhou-o, com firmeza, e lhe ordenou simplesmente: "troque de comportamento, ou troque de nome."
Para usar o nome que representava grandeza d’alma, era preciso honrá-lo.
Não se sabe qual foi a decisão do soldado, mas o certo é que Alexandre tinha muita razão ao proferir tal sentença.
Ficamos a imaginar quantos nomes venerandos são usados por pessoas que os depreciam com seus comportamentos ruins.
E se os apóstolos Paulo, Pedro e João, e todos os santos fizessem o mesmo que o imperador?
Se Maria santíssima resolvesse cobrar de todas as Marias um comportamento compatível, o que aconteceria?
E se Jesus resolvesse fazer o mesmo, exigindo que todo aquele que se chama Jesus, honre o nome que tem ou troque-o?
Das duas, uma: ou o mundo ficaria melhor instantaneamente, ou os cartórios teriam muito trabalho para tantas mudanças de nomes.
Imaginemos como o mundo seria diferente se cada nome fosse usado com a dignidade daquele que o inspirou!
Imaginemos se todas as instituições e pessoas que se denominam cristãs, adotassem a conduta do Cristo!
Certamente o mundo não seria o mesmo. Seria muito melhor.
Para alguns, o nome pode ser apenas um amontoado de letras. Mas será que aquele que o escolheu não pensou, de alguma forma, que seu filho ou sua filha tivesse um comportamento digno do nome que recebeu?
E você, já pensou naquele ou naquela que inspirou seus pais na escolha do seu nome?
Pense nisso!
Na verdade o nome que usamos pouco importa.
O mais importante é a conduta que adotamos no dia-a-dia.
Também não somos coagidos a ostentar esta ou aquela bandeira religiosa, mas se o fazemos, é importante que saibamos honrá-la.
Sempre que nos dizemos seguidores desta ou daquela religião, somos responsáveis pelos exemplos que passamos aos outros.
É pelos exemplos que podemos aproximar as pessoas ou afastá-las.
Isso se chama coerência.
Pense nisso!
Enquanto viveu, não conheceu a derrota.
Alexandre nasceu no ano 356 a.c. Sucedeu o pai no trono aos 20 anos.
Quando criança, estudou com o filósofo Aristóteles. Desde cedo mostrou sua habilidade militar, tanto que com 16 anos já tinha recebido o comando de um exército, aos 18 comandou a cavalaria do rei Filipe na conquista de Atenas e Tebas.
Conta-se que um dia seus comandados vieram lhe trazer a preocupação com um certo soldado de temperamento ruim, que estava causando problemas com a sua indisciplina.
Alexandre chamou o rebelde para ter com ele uma conversa séria a respeito do seu comportamento.
"Qual é seu nome?" Perguntou o imperador.
"Alexandre", disse o soldado.
O imperador olhou-o, com firmeza, e lhe ordenou simplesmente: "troque de comportamento, ou troque de nome."
Para usar o nome que representava grandeza d’alma, era preciso honrá-lo.
Não se sabe qual foi a decisão do soldado, mas o certo é que Alexandre tinha muita razão ao proferir tal sentença.
Ficamos a imaginar quantos nomes venerandos são usados por pessoas que os depreciam com seus comportamentos ruins.
E se os apóstolos Paulo, Pedro e João, e todos os santos fizessem o mesmo que o imperador?
Se Maria santíssima resolvesse cobrar de todas as Marias um comportamento compatível, o que aconteceria?
E se Jesus resolvesse fazer o mesmo, exigindo que todo aquele que se chama Jesus, honre o nome que tem ou troque-o?
Das duas, uma: ou o mundo ficaria melhor instantaneamente, ou os cartórios teriam muito trabalho para tantas mudanças de nomes.
Imaginemos como o mundo seria diferente se cada nome fosse usado com a dignidade daquele que o inspirou!
Imaginemos se todas as instituições e pessoas que se denominam cristãs, adotassem a conduta do Cristo!
Certamente o mundo não seria o mesmo. Seria muito melhor.
Para alguns, o nome pode ser apenas um amontoado de letras. Mas será que aquele que o escolheu não pensou, de alguma forma, que seu filho ou sua filha tivesse um comportamento digno do nome que recebeu?
E você, já pensou naquele ou naquela que inspirou seus pais na escolha do seu nome?
Pense nisso!
Na verdade o nome que usamos pouco importa.
O mais importante é a conduta que adotamos no dia-a-dia.
Também não somos coagidos a ostentar esta ou aquela bandeira religiosa, mas se o fazemos, é importante que saibamos honrá-la.
Sempre que nos dizemos seguidores desta ou daquela religião, somos responsáveis pelos exemplos que passamos aos outros.
É pelos exemplos que podemos aproximar as pessoas ou afastá-las.
Isso se chama coerência.
Pense nisso!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Para o melhor amigo, o melhor pedaço
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade.
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.
Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia comida alguma.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco.
Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.
Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo.
Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia.
Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão. - Disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais.
Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
Como vocês se ajudam? Perguntou.
Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.
Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele. Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.
Só isso? Indagou.
É, no momento, é só isso que eu desejo.
Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo.
Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.
Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço.
E continuou comendo, alegre e satisfeito.
O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar.
Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria deste mendigo.
E você, que parte tem reservado para os seus amigos?
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.
Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia comida alguma.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco.
Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.
Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo.
Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia.
Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão. - Disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais.
Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
Como vocês se ajudam? Perguntou.
Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.
Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele. Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.
Só isso? Indagou.
É, no momento, é só isso que eu desejo.
Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo.
Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.
Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço.
E continuou comendo, alegre e satisfeito.
O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar.
Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria deste mendigo.
E você, que parte tem reservado para os seus amigos?
terça-feira, 12 de outubro de 2010
NOSSA SENHORA
Cubra-me com seu manto de amor
guarda-me na paz desse olhar
cura-me as feridas e a dor
me faz suportar.
Que as pedras do meu caminho
meus pés suportem pisar
mesmo ferido de espinhos
me ajude a passar.
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
e aqueles que eu fiz sofrer
peço perdão.
Se eu curvar meu corpo na dor
me alivia o peso da cruz
interceda por mim minha mãe
junto à Jesus.
Nossa Senhora
me dê a mão cuida do meu coração
da minha vida, do meu destino
do meu caminho, cuida de mim.
Sempre que o meu pranto rolar
ponha sobre mim suas mãos
aumenta minha fé e acalma
o meu coração.
Grande é a procissão a pedir
a misericórdia, o perdão
a cura do corpo e pra alma
a salvação.
Pobres pecadores
oh, mãe
tão necessitados de vós
Santa mãe de Deus tem piedade de nós.
De joelhos aos vossos pés
estendei a nós vossas mãos
rogai por todos nós, vossos filhos
meus irmãos.
guarda-me na paz desse olhar
cura-me as feridas e a dor
me faz suportar.
Que as pedras do meu caminho
meus pés suportem pisar
mesmo ferido de espinhos
me ajude a passar.
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
e aqueles que eu fiz sofrer
peço perdão.
Se eu curvar meu corpo na dor
me alivia o peso da cruz
interceda por mim minha mãe
junto à Jesus.
Nossa Senhora
me dê a mão cuida do meu coração
da minha vida, do meu destino
do meu caminho, cuida de mim.
Sempre que o meu pranto rolar
ponha sobre mim suas mãos
aumenta minha fé e acalma
o meu coração.
Grande é a procissão a pedir
a misericórdia, o perdão
a cura do corpo e pra alma
a salvação.
Pobres pecadores
oh, mãe
tão necessitados de vós
Santa mãe de Deus tem piedade de nós.
De joelhos aos vossos pés
estendei a nós vossas mãos
rogai por todos nós, vossos filhos
meus irmãos.
Amor e discernimento
mensagem de Jesus revela ao mundo um Deus amoroso e cheio de compaixão.
O Mestre afirma que toda a lei divina resume-se no ato de amar a Deus, ao próximo e a si mesmo.
Conclui-se que a vivência do amor liberta e pacifica as criaturas.
Certamente por isso é instintivo no ser humano o desejo de amar e ser amado.
Nada é mais prazeroso do que passar algumas horas junto às pessoas que nos falam de perto ao coração.
Nossas afeições mais caras, as que cultivamos com mais carinho, constituem consolo nas provações da vida.
Proporcionar alegria a alguém querido causa grande deleite.
Cada qual desenvolve e demonstra afeto na conformidade de seu entendimento e possibilidades.
O cientista que gasta a vida buscando descobrir a cura de doenças evidencia amor à humanidade.
Talvez ele não tenha palavras doces e afáveis para os seus auxiliares.
Pode ser que a preocupação em bem cumprir sua tarefa o torne desatento às expectativas dos que o rodeiam.
Mas nem por isso sua extrema dedicação deixa de ser valiosa demonstração de amor.
O professor sinceramente dedicado ao ensino também exemplifica o amor.
Quiçá seus pupilos o considerem rígido e preferissem alguém menos exigente.
É que identificamos mais facilmente o amor com manifestações de ternura.
A mãe que abraça um filho nos parece amorosa.
Já um pai com postura de educador não transmite essa impressão de candura.
Mas urge reconhecer que a lei do amor não se resume em afagos, sorrisos e pieguices.
Nossos companheiros de jornada, amigos e parentes, são, antes de tudo, filhos de Deus.
Seria pretensão nossa imaginar que possuímos maior capacidade de amar do que a divindade.
E o Pai celestial, embora seu infinito amor, não deixa de permitir que as criaturas cresçam mediante seu próprio esforço e trabalho.
Uma análise criteriosa da vida revela que ela está em permanente transformação e aprimoramento.
As espécies animais, as plantas, a conformação do próprio planeta terra, tudo reflete movimento e metamorfose.
As sociedades terrenas gradualmente vão aperfeiçoando seus códigos e valores.
Assim, a lei do amor inclui a necessidade de burilamento dos seres.
O amor a Deus deve pairar acima de todos os outros sentimentos, pois ele é a origem e o sustentáculo do universo.
Se amamos a Deus, e o mundo que ele criou está em aprimoramento contínuo, devemos nos esforçar para entender as leis que o regem e nos aprimorarmos também.
Do mesmo modo, ao manifestar amor por nosso semelhante, não podemos pretender furtá-lo das experiências necessárias ao seu adiantamento.
Essa compreensão da vida leva-nos a admitir a necessidade de mesclar nosso afeto com parcelas de racionalidade e discernimento.
O amor a um filho, aluno ou amigo, nem sempre implica concordância com suas fantasias e aspirações.
Com freqüência é necessário renunciar à alegria imediata de agradar nossos amores, em prol de seu progresso e de sua felicidade vindoura.
A mãe que se abstém de educar o filho desobediente demonstra mais tibieza do que amor.
Por outro lado, o mestre que exige dedicação é mais precioso para os alunos do que um professor relapso.
O exercício do amor às vezes exige sacrifícios, por contrariar os impulsos mais imediatos do coração.
Esse sentimento é feito de carinho e ternura, mas também de firmeza e retidão de caráter.
Afinal, sendo uma energia sublime, o amor não pode provocar a queda moral do ser amado.
O Mestre afirma que toda a lei divina resume-se no ato de amar a Deus, ao próximo e a si mesmo.
Conclui-se que a vivência do amor liberta e pacifica as criaturas.
Certamente por isso é instintivo no ser humano o desejo de amar e ser amado.
Nada é mais prazeroso do que passar algumas horas junto às pessoas que nos falam de perto ao coração.
Nossas afeições mais caras, as que cultivamos com mais carinho, constituem consolo nas provações da vida.
Proporcionar alegria a alguém querido causa grande deleite.
Cada qual desenvolve e demonstra afeto na conformidade de seu entendimento e possibilidades.
O cientista que gasta a vida buscando descobrir a cura de doenças evidencia amor à humanidade.
Talvez ele não tenha palavras doces e afáveis para os seus auxiliares.
Pode ser que a preocupação em bem cumprir sua tarefa o torne desatento às expectativas dos que o rodeiam.
Mas nem por isso sua extrema dedicação deixa de ser valiosa demonstração de amor.
O professor sinceramente dedicado ao ensino também exemplifica o amor.
Quiçá seus pupilos o considerem rígido e preferissem alguém menos exigente.
É que identificamos mais facilmente o amor com manifestações de ternura.
A mãe que abraça um filho nos parece amorosa.
Já um pai com postura de educador não transmite essa impressão de candura.
Mas urge reconhecer que a lei do amor não se resume em afagos, sorrisos e pieguices.
Nossos companheiros de jornada, amigos e parentes, são, antes de tudo, filhos de Deus.
Seria pretensão nossa imaginar que possuímos maior capacidade de amar do que a divindade.
E o Pai celestial, embora seu infinito amor, não deixa de permitir que as criaturas cresçam mediante seu próprio esforço e trabalho.
Uma análise criteriosa da vida revela que ela está em permanente transformação e aprimoramento.
As espécies animais, as plantas, a conformação do próprio planeta terra, tudo reflete movimento e metamorfose.
As sociedades terrenas gradualmente vão aperfeiçoando seus códigos e valores.
Assim, a lei do amor inclui a necessidade de burilamento dos seres.
O amor a Deus deve pairar acima de todos os outros sentimentos, pois ele é a origem e o sustentáculo do universo.
Se amamos a Deus, e o mundo que ele criou está em aprimoramento contínuo, devemos nos esforçar para entender as leis que o regem e nos aprimorarmos também.
Do mesmo modo, ao manifestar amor por nosso semelhante, não podemos pretender furtá-lo das experiências necessárias ao seu adiantamento.
Essa compreensão da vida leva-nos a admitir a necessidade de mesclar nosso afeto com parcelas de racionalidade e discernimento.
O amor a um filho, aluno ou amigo, nem sempre implica concordância com suas fantasias e aspirações.
Com freqüência é necessário renunciar à alegria imediata de agradar nossos amores, em prol de seu progresso e de sua felicidade vindoura.
A mãe que se abstém de educar o filho desobediente demonstra mais tibieza do que amor.
Por outro lado, o mestre que exige dedicação é mais precioso para os alunos do que um professor relapso.
O exercício do amor às vezes exige sacrifícios, por contrariar os impulsos mais imediatos do coração.
Esse sentimento é feito de carinho e ternura, mas também de firmeza e retidão de caráter.
Afinal, sendo uma energia sublime, o amor não pode provocar a queda moral do ser amado.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso
Veja dicas de especialistas na área e algumas ações de empresas que utilizaram as redes sociais corporativas para divulgar seus negócios e conquistar mais clientes
Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.
O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam essas ferramentas como uma ferramenta de informarem e serem informados.
Para Cristiano Miano, sócio diretor da DigiPronto, agência que atua há mais de 10 anos em estratégias vencedoras na internet, esses canais são excelentes ferramentas para medir as estratégias da empresa. "O Twitter, por exemplo, pode ser um grande observatório, assim como pode ser um palco para conversas entre empresas e consumidores. Também podem fazer o acompanhamento de suas marcas, produtos e assuntos relacionados a eles".
Vitor Elman, diretor de criação da Cappuccino, empresa especializada em ações corporativas para comunicação digital, indica que nesses canais as marcas devem ser sempre transparentes com o público. "Não adianta mais você querer falar bem de um produto que não é. A via é de mão dupla e a resposta do consumidor é imediata". Para Elman, dar atenção ao seu consumidor é um fator de sucesso. "As pessoas compartilham sentimentos e experiências e estão ávidas por relacionamentos. Quanto mais humana for sua marca, melhor", ressalta o executivo.
Cases na redes
O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.
O executivo explica que ao mesmo tempo foi criada uma sala de tratamento personalizada com um boneco animado que possui a foto do Twitter do usuário, uma simulação do tratamento, dicas de melhorar as dores e opções de compartilhamento com os amigos. Vitor Elman explica que em um mês de ação, o site atingiu mais de 32 mil participantes, as vendas do produto cresceram em 90% e obteve mais de 1500 citações espontâneas no Twitter. Conheça a ação aqui.
Datas comemorativas
Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.
Existem boas práticas para uma empresa se destacar frente aos concorrentes com a utilização das redes sociais. Baseado em casos do mercado, veja algumas receitas indispensáveis para utilizar essas redes corporativas apontadas pelos especialistas:
Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona (é só conferir o caso da United Airlines).
Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.
Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.
As ferramentas já estão lá, a um clique para comunicar à toda a sua rede de contatos. É o que faz aplicativos sociais, ações de relacionamento e até mesmo anúncios (Sim!! Anúncios! No Facebook, por exemplo, você pode "Curtir" um anúncio, compartilhando com todos os seus amigos).
Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar (veja o estudo aqui.
Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais, confira aqui.
Tenha ânimo
Viva da melhor maneira que você achar que vale a pena.
Sempre andando corretamente de cabeça erguida,e não de cabeça baixa olhando para o chão.
Não esqueça que todos nós somos iguais aos olhos de Deus.
Erros todos cometem e temos a chance de poder concertar esses erros.
Ninguém é perfeito temos defeitos e também qualidades, e devemos sempre confiar em nossas decisões...
Procurar não julgar as pessoas,não agredir com palavras que as machucam...
revidar não é a melhor solução e sim o caminho para o sofrimento.
Dignidade e caráter são exemplos de que todos deveriam ter,mas ninguém é perfeito.
Deus fez de você sua imagem, Ele acredita em você Ele sabe que você é capaz...
Acredite em você mesmo,tire essa força que está dentro de você ai escondida e não tenha medo de caminhar.
Siga em frente se cair levante,levante quantas vezes for necessário ...
Vai doer,você vai chorar!desabafe mas não desista.
Siga a felicidade corra atrás dela as horas passam,os dias passam e a gente envelhece,apesar que deve ser maravilhoso
poder chegar a velhice.
Então não desanime,vá em busca do seu ideal...
Vai ser feliz...Muito feliz.
Sempre andando corretamente de cabeça erguida,e não de cabeça baixa olhando para o chão.
Não esqueça que todos nós somos iguais aos olhos de Deus.
Erros todos cometem e temos a chance de poder concertar esses erros.
Ninguém é perfeito temos defeitos e também qualidades, e devemos sempre confiar em nossas decisões...
Procurar não julgar as pessoas,não agredir com palavras que as machucam...
revidar não é a melhor solução e sim o caminho para o sofrimento.
Dignidade e caráter são exemplos de que todos deveriam ter,mas ninguém é perfeito.
Deus fez de você sua imagem, Ele acredita em você Ele sabe que você é capaz...
Acredite em você mesmo,tire essa força que está dentro de você ai escondida e não tenha medo de caminhar.
Siga em frente se cair levante,levante quantas vezes for necessário ...
Vai doer,você vai chorar!desabafe mas não desista.
Siga a felicidade corra atrás dela as horas passam,os dias passam e a gente envelhece,apesar que deve ser maravilhoso
poder chegar a velhice.
Então não desanime,vá em busca do seu ideal...
Vai ser feliz...Muito feliz.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Amar a quem
Dia desses surpreendemos duas senhoras a conversar. E seu diálogo nos atraiu verdadeiramente a atenção.
Indagava uma à outra porque ela se envolvia tanto com campanhas para as crianças carentes assistidas por uma determinada entidade filantrópica.
Ora, respondeu a outra, porque disponho de tempo, porque as crianças precisam, porque gosto de me envolver com tarefa assistencial.
Mas, continuou a primeira, essa instituição não é da nossa religião.
A resposta da dama que se dedicava de corpo e alma ao trabalho de assistência foi rápida: Mas são nossos irmãos.
A primeira ainda prosseguiu com sua argumentação, enquanto nos afastávamos do local a pensar.
Estranha forma de nos dizermos cristãos. Transformando-nos em pessoas sectárias, fechadas.
Esquecidas de que o Mestre nos recomendou: Amai-vos uns aos outros.
Ele mesmo, durante sua estada entre os homens, teve oportunidade, por mais de uma vez, mostrar que não importava a nacionalidade, a doutrina política, a crença religiosa, o cargo e a cor da pele. Por isso mesmo, Ele tomou o samaritano como exemplo do homem bom que atende o caído na estrada, sem nada lhe indagar.
Fala à samaritana, no poço de Jacó, convidando-a à mudança de rumo e transformando-a numa disseminadora das luzes da Boa Nova.
Falando a respeito do centurião a quem cura o servo à distância, comenta: Jamais vi tamanha fé em Israel!
Convida Mateus, um coletor de impostos, para ser um dos Apóstolos. Visita Zaqueu, o publicano, e socorre a equivocada Maria de Magdala, amparando também a mulher adúltera.
Jesus viajou pelas terras da Judéia, da Galiléia e da Samaria. E afirmou: Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá.
Como podemos agir de forma diversa, estabelecendo limites no auxílio, condicionados à crença religiosa?
Então não somos todos filhos do mesmo Pai? Ele não nos criou crentes desta ou daquela doutrina. Criou-nos Seus filhos.
Todos partidos do mesmo ponto, da simplicidade e da ignorância, e com idêntico objetivo: a perfeição.
Não nos armemos uns contra os outros, mas nos amemos.
Façamos o bem a quem esteja próximo, sem distinção alguma.
E, se pudermos, estendamos a nossa ação a quem esteja distante, mesmo que não pertença à nossa raça, que tenha nascido em outro País, que habite outros Estados.
Meditemos que, quando as súplicas sinceras chegam ao bondoso Pai, Ele não pergunta como cremos, onde estamos.
Conforme nos ensinou Jesus, tudo o que pedirmos a Ele em Seu nome, nos será concedido.
Da mesma forma que recebemos tanto bem do Criador, saibamos distribuir igualmente a todos.
Mesmo porque as questões de cor, nacionalidade, credo político ou religioso são questões transitórias, que duram uma vida rápida, passageira, considerando-se o Espírito imortal.
* * *
O bem é tudo o que estimula a vida, produz para a vida, respeita e dá dignidade à vida.
Quando não puder fazer o bem, pense nele.
Valorize o bem que você possa fazer e faça-o quanto possa e onde esteja.
Indagava uma à outra porque ela se envolvia tanto com campanhas para as crianças carentes assistidas por uma determinada entidade filantrópica.
Ora, respondeu a outra, porque disponho de tempo, porque as crianças precisam, porque gosto de me envolver com tarefa assistencial.
Mas, continuou a primeira, essa instituição não é da nossa religião.
A resposta da dama que se dedicava de corpo e alma ao trabalho de assistência foi rápida: Mas são nossos irmãos.
A primeira ainda prosseguiu com sua argumentação, enquanto nos afastávamos do local a pensar.
Estranha forma de nos dizermos cristãos. Transformando-nos em pessoas sectárias, fechadas.
Esquecidas de que o Mestre nos recomendou: Amai-vos uns aos outros.
Ele mesmo, durante sua estada entre os homens, teve oportunidade, por mais de uma vez, mostrar que não importava a nacionalidade, a doutrina política, a crença religiosa, o cargo e a cor da pele. Por isso mesmo, Ele tomou o samaritano como exemplo do homem bom que atende o caído na estrada, sem nada lhe indagar.
Fala à samaritana, no poço de Jacó, convidando-a à mudança de rumo e transformando-a numa disseminadora das luzes da Boa Nova.
Falando a respeito do centurião a quem cura o servo à distância, comenta: Jamais vi tamanha fé em Israel!
Convida Mateus, um coletor de impostos, para ser um dos Apóstolos. Visita Zaqueu, o publicano, e socorre a equivocada Maria de Magdala, amparando também a mulher adúltera.
Jesus viajou pelas terras da Judéia, da Galiléia e da Samaria. E afirmou: Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá.
Como podemos agir de forma diversa, estabelecendo limites no auxílio, condicionados à crença religiosa?
Então não somos todos filhos do mesmo Pai? Ele não nos criou crentes desta ou daquela doutrina. Criou-nos Seus filhos.
Todos partidos do mesmo ponto, da simplicidade e da ignorância, e com idêntico objetivo: a perfeição.
Não nos armemos uns contra os outros, mas nos amemos.
Façamos o bem a quem esteja próximo, sem distinção alguma.
E, se pudermos, estendamos a nossa ação a quem esteja distante, mesmo que não pertença à nossa raça, que tenha nascido em outro País, que habite outros Estados.
Meditemos que, quando as súplicas sinceras chegam ao bondoso Pai, Ele não pergunta como cremos, onde estamos.
Conforme nos ensinou Jesus, tudo o que pedirmos a Ele em Seu nome, nos será concedido.
Da mesma forma que recebemos tanto bem do Criador, saibamos distribuir igualmente a todos.
Mesmo porque as questões de cor, nacionalidade, credo político ou religioso são questões transitórias, que duram uma vida rápida, passageira, considerando-se o Espírito imortal.
* * *
O bem é tudo o que estimula a vida, produz para a vida, respeita e dá dignidade à vida.
Quando não puder fazer o bem, pense nele.
Valorize o bem que você possa fazer e faça-o quanto possa e onde esteja.
domingo, 26 de setembro de 2010
Tesouros íntimos
Se você recebesse a notícia de que a sua cidade seria destruída em poucas horas, certamente buscaria fugir o mais depressa possível. E nesse caso, o que levaria na bagagem?
Quando os soldados de Ciro, o Grande, estavam prestes a invadir a cidade de Priene, na Jônia, a população preparava-se para a fuga.
Homens e mulheres, moços e velhos atropelavam-se, em desespero, tentando salvar seus pertences mais valiosos.
Apenas um homem se mantinha calmo. Era o filósofo Bias, famoso por seus dotes de cultura, moral e virtude.
Era tão ponderado e íntegro que foi considerado um dos sete sábios da Antiga Grécia.
As pessoas, vendo-o tranquilo e sereno, perguntaram se ele não iria preparar a carga que deveria levar, e ele respondeu simplesmente: Eu trago tudo comigo.
Aquele nobre cidadão guardava consigo os patrimônios mais valiosos da retidão, bondade e inteligência, que ninguém lhe roubaria.
E eram esses valores que lhe permitiam colocar-se acima das inquietações daquela hora e das preocupações com os bens efêmeros da Terra.
Sem dúvida, somente as pessoas que constroem essas virtudes e cultivam a fé em Deus, podem permanecer tranquilas diante de qualquer situação, por mais grave que seja.
Ante a notícia, por exemplo, de uma guerra atômica, capaz de aniquilar a raça humana, muitos se desesperariam e o caos se estabeleceria em pouco tempo.
Só aquele que edificou na própria intimidade, os valores imperecíveis, manteria a calma.
Teria a certeza da Providência Divina e da sobrevivência da alma. A lógica e a razão lhe dariam a convicção de que, se tudo fosse destruído, nós continuaríamos a viver, pois somos imortais.
Estaria certo de que Deus não nos deixará ao desamparo. Se não houver condições de vida na Terra, o Senhor nos dará outro lugar para morar, pois na Sua casa, que é o Universo infinito, há muitas moradas.
* * *
O medo, a insegurança e o desejo de posse têm sido os grandes responsáveis pelo desespero e a depressão de muitas criaturas.
A insegurança, filha da falta de fé, gera uma espécie de ansiedade que facilmente conduz à depressão, infelicitando e matando a esperança.
O desejo desequilibrado de posse é um forte componente para o nascimento e a sustentação da violência e do desespero.
A vida agitada, as privações materiais, as provações morais, os conflitos de convivência familiar ou social, só serão superados com tranquilidade por aqueles que cultivam a paz na intimidade.
Esses, e somente esses, é que permanecerão serenos diante de qualquer situação, por mais grave que seja. A exemplo do filósofo Bias, dirão: Eu trago tudo comigo.
A esse estado de alma é que Jesus se referia falando dos tesouros que a traça não come nem a ferrugem corrói, e que ladrão nenhum rouba. São bens eternos e indestrutíveis.
* * *
Você é um ser criado para a eternidade. É como uma chama que jamais se apagará.
Procure cultivar as virtudes que o libertarão das misérias próprias da inferioridade humana.
E lembre-se sempre: Você é herdeiro de Deus. O Universo lhe pertence.
Para conquistá-lo basta fazer a parte que lhe cabe nesta bendita escola chamada Terra, que representa um grão de areia diante do Infinito.
Por tudo isso vale a pena começar agora a cultivar os tesouros morais que nos credenciarão ao voo definitivo rumo à grande luz, rumo aos altos cimos, onde a felicidade já é uma realidade.
Pense nisso!
Quando os soldados de Ciro, o Grande, estavam prestes a invadir a cidade de Priene, na Jônia, a população preparava-se para a fuga.
Homens e mulheres, moços e velhos atropelavam-se, em desespero, tentando salvar seus pertences mais valiosos.
Apenas um homem se mantinha calmo. Era o filósofo Bias, famoso por seus dotes de cultura, moral e virtude.
Era tão ponderado e íntegro que foi considerado um dos sete sábios da Antiga Grécia.
As pessoas, vendo-o tranquilo e sereno, perguntaram se ele não iria preparar a carga que deveria levar, e ele respondeu simplesmente: Eu trago tudo comigo.
Aquele nobre cidadão guardava consigo os patrimônios mais valiosos da retidão, bondade e inteligência, que ninguém lhe roubaria.
E eram esses valores que lhe permitiam colocar-se acima das inquietações daquela hora e das preocupações com os bens efêmeros da Terra.
Sem dúvida, somente as pessoas que constroem essas virtudes e cultivam a fé em Deus, podem permanecer tranquilas diante de qualquer situação, por mais grave que seja.
Ante a notícia, por exemplo, de uma guerra atômica, capaz de aniquilar a raça humana, muitos se desesperariam e o caos se estabeleceria em pouco tempo.
Só aquele que edificou na própria intimidade, os valores imperecíveis, manteria a calma.
Teria a certeza da Providência Divina e da sobrevivência da alma. A lógica e a razão lhe dariam a convicção de que, se tudo fosse destruído, nós continuaríamos a viver, pois somos imortais.
Estaria certo de que Deus não nos deixará ao desamparo. Se não houver condições de vida na Terra, o Senhor nos dará outro lugar para morar, pois na Sua casa, que é o Universo infinito, há muitas moradas.
* * *
O medo, a insegurança e o desejo de posse têm sido os grandes responsáveis pelo desespero e a depressão de muitas criaturas.
A insegurança, filha da falta de fé, gera uma espécie de ansiedade que facilmente conduz à depressão, infelicitando e matando a esperança.
O desejo desequilibrado de posse é um forte componente para o nascimento e a sustentação da violência e do desespero.
A vida agitada, as privações materiais, as provações morais, os conflitos de convivência familiar ou social, só serão superados com tranquilidade por aqueles que cultivam a paz na intimidade.
Esses, e somente esses, é que permanecerão serenos diante de qualquer situação, por mais grave que seja. A exemplo do filósofo Bias, dirão: Eu trago tudo comigo.
A esse estado de alma é que Jesus se referia falando dos tesouros que a traça não come nem a ferrugem corrói, e que ladrão nenhum rouba. São bens eternos e indestrutíveis.
* * *
Você é um ser criado para a eternidade. É como uma chama que jamais se apagará.
Procure cultivar as virtudes que o libertarão das misérias próprias da inferioridade humana.
E lembre-se sempre: Você é herdeiro de Deus. O Universo lhe pertence.
Para conquistá-lo basta fazer a parte que lhe cabe nesta bendita escola chamada Terra, que representa um grão de areia diante do Infinito.
Por tudo isso vale a pena começar agora a cultivar os tesouros morais que nos credenciarão ao voo definitivo rumo à grande luz, rumo aos altos cimos, onde a felicidade já é uma realidade.
Pense nisso!
sábado, 25 de setembro de 2010
As coisas bonitas na vida
Há coisas bonitas na vida! Sim...
Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar as lágrimas rolarem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é estar no colo de Jesus.
Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar as lágrimas rolarem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é estar no colo de Jesus.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Os anjos
O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.
Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.
Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.
* * *
Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em Espíritos protetores daqueles que na Terra ficaram, como pedaços de seu próprio coração.
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.
Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.
Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.
* * *
Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em Espíritos protetores daqueles que na Terra ficaram, como pedaços de seu próprio coração.
sábado, 18 de setembro de 2010
Vai fazer entrevista de emprego? Atente às técnicas que elevam suas chances
Segundo especialista, até quando o candidato fica calado ele passa alguma informação ao entrevistador
Uma entrevista de emprego ou uma dinâmica em grupo deixam qualquer profissional inseguro, o que pode prejudicar o candidato e levá-lo a um desempenho não tão bom no processo seletivo. Mas como se dar bem nesta situação?
Para o diretor de Operações da Human Brasil, empresa de consultoria em Recursos Humanos, Fernando Montero da Costa, não existem fórmulas que garantam a vaga. Contudo, existem técnicas e habilidades que podem aumentar as chances de sucesso.
De acordo com ele, apesar de mudanças ocorrerem no mercado de trabalho, elas não alteram os elementos básicos que podem garantir o sucesso em um processo de seleção, como ter boa comunicação, conhecer a empresa, demonstrar interesse pela vaga e exibir uma postura correta.
“Uma comunicação deficiente, por exemplo, pode deteriorar a imagem, gerando falta de credibilidade e desconfiança”, disse Costa, por meio de nota. A diferença é que hoje os departamentos de Recursos Humanos intensificaram a análise dos candidatos e conseguem tirar informação até quando eles estão calados.
Olho no olho
Do sempre indicado olho no olho a um sorriso. Tudo passa pelo crivo do entrevistador. Costa ressalta que o tom de voz também pode se tornar uma ferramenta positiva para os candidatos. “Tom grave e suave, por exemplo, expressa segurança”, explicou. “A entonação deve ser variada e animada e o volume, adaptado ao número de entrevistadores”.
Para Costa, a velocidade da voz também diz muito sobre o candidato. Ele aconselha que ela seja mais lenta que em uma conversação normal, até para facilitar a pronúncia e a articulação. O especialista também cita a postura erguida e relaxada e o uso do sorriso como importantes ferramentas rumo ao sucesso.
Outras dicas podem reduzir as chances de o candidato errar na hora do processo. A primeira - e uma das mais importantes - é conhecer bem a empresa que oferece a vaga, o que significa ter informações sobre o setor de atuação, o departamento na qual se pleiteia a vaga e o entrevistador.
Outro ponto a ser levado em consideração é o motivo pelo qual se candidatou à vaga. Definir objetivos e traçar planos para curto, médio e longo prazos também podem ajudar.
Fazer perguntas demonstra interesse pela vaga. Embora pouco utilizada pelos candidatos, a chance de questionar o entrevistador pode elevar as chances de conseguir a vaga. Porém, cuidado, as perguntas devem ser inteligentes. Por isso, pense nelas antes da entrevista.
Uma entrevista de emprego ou uma dinâmica em grupo deixam qualquer profissional inseguro, o que pode prejudicar o candidato e levá-lo a um desempenho não tão bom no processo seletivo. Mas como se dar bem nesta situação?
Para o diretor de Operações da Human Brasil, empresa de consultoria em Recursos Humanos, Fernando Montero da Costa, não existem fórmulas que garantam a vaga. Contudo, existem técnicas e habilidades que podem aumentar as chances de sucesso.
De acordo com ele, apesar de mudanças ocorrerem no mercado de trabalho, elas não alteram os elementos básicos que podem garantir o sucesso em um processo de seleção, como ter boa comunicação, conhecer a empresa, demonstrar interesse pela vaga e exibir uma postura correta.
“Uma comunicação deficiente, por exemplo, pode deteriorar a imagem, gerando falta de credibilidade e desconfiança”, disse Costa, por meio de nota. A diferença é que hoje os departamentos de Recursos Humanos intensificaram a análise dos candidatos e conseguem tirar informação até quando eles estão calados.
Olho no olho
Do sempre indicado olho no olho a um sorriso. Tudo passa pelo crivo do entrevistador. Costa ressalta que o tom de voz também pode se tornar uma ferramenta positiva para os candidatos. “Tom grave e suave, por exemplo, expressa segurança”, explicou. “A entonação deve ser variada e animada e o volume, adaptado ao número de entrevistadores”.
Para Costa, a velocidade da voz também diz muito sobre o candidato. Ele aconselha que ela seja mais lenta que em uma conversação normal, até para facilitar a pronúncia e a articulação. O especialista também cita a postura erguida e relaxada e o uso do sorriso como importantes ferramentas rumo ao sucesso.
Outras dicas podem reduzir as chances de o candidato errar na hora do processo. A primeira - e uma das mais importantes - é conhecer bem a empresa que oferece a vaga, o que significa ter informações sobre o setor de atuação, o departamento na qual se pleiteia a vaga e o entrevistador.
Outro ponto a ser levado em consideração é o motivo pelo qual se candidatou à vaga. Definir objetivos e traçar planos para curto, médio e longo prazos também podem ajudar.
Fazer perguntas demonstra interesse pela vaga. Embora pouco utilizada pelos candidatos, a chance de questionar o entrevistador pode elevar as chances de conseguir a vaga. Porém, cuidado, as perguntas devem ser inteligentes. Por isso, pense nelas antes da entrevista.
A Árvore da Amizade sob as dificuldades da Vida
A vida é um jardim onde florescem árvores variadas.
Uma delas chama-se árvore das amizades que, de vez em quando, a gente precisa balançar para caírem as podres,
pois sabemos ser essa árvore muito resistente às diversas estações da vida cujas intempéries fazem apodrecer
os frutos inconsistentes.
As intempéries que as submetem são, a provação, o interesse próprio e o medo.
A provação deixa-nos indefesos, ainda que temporariamente, mas os frutos bons não se estragam com essa situação.
Toda provação tem uma medida certa, uma dosagem adequada à vida para nos florescer a esperança, a experiência
e a força (resistência).
Os frutos cuja essência é apenas o interesse próprio apodrecem indefinidamente.
O interesse próprio é a essência do orgulho e este se enfraquece na provação.
Submete-se ao poder da esperança, da experiência e da força e assim surge o medo.
O medo é a direção do orgulho que desconhece a resignação, a temperança, a prudência e a perseverança.
É o adversário da fé.
No meio da provação o interesse próprio é desmascarado e o medo denuncia as amizades podres.
De vez em quando precisamos balançar (observar) posto que, em verdade é a própria vida que se encarrega disso.
Devemos apenas estar atentos e aprender a crescer quando essas intempéries se apresentarem.
Assim como nós vemos na evolução da natureza, a árvore das amizades também seleciona os frutos que devem permanecer.
Uma delas chama-se árvore das amizades que, de vez em quando, a gente precisa balançar para caírem as podres,
pois sabemos ser essa árvore muito resistente às diversas estações da vida cujas intempéries fazem apodrecer
os frutos inconsistentes.
As intempéries que as submetem são, a provação, o interesse próprio e o medo.
A provação deixa-nos indefesos, ainda que temporariamente, mas os frutos bons não se estragam com essa situação.
Toda provação tem uma medida certa, uma dosagem adequada à vida para nos florescer a esperança, a experiência
e a força (resistência).
Os frutos cuja essência é apenas o interesse próprio apodrecem indefinidamente.
O interesse próprio é a essência do orgulho e este se enfraquece na provação.
Submete-se ao poder da esperança, da experiência e da força e assim surge o medo.
O medo é a direção do orgulho que desconhece a resignação, a temperança, a prudência e a perseverança.
É o adversário da fé.
No meio da provação o interesse próprio é desmascarado e o medo denuncia as amizades podres.
De vez em quando precisamos balançar (observar) posto que, em verdade é a própria vida que se encarrega disso.
Devemos apenas estar atentos e aprender a crescer quando essas intempéries se apresentarem.
Assim como nós vemos na evolução da natureza, a árvore das amizades também seleciona os frutos que devem permanecer.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Amor ao próximo
A orientação do Cristo para que amemos o próximo como a nós mesmos é fácil de ser repetida, mas ainda está um tanto distante de ser vivida.
Quando Jesus faz essa recomendação, não estabelece nenhuma condição, simplesmente recomenda que amemos.
Todavia, temos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.
Nosso devotamento costuma ser caloroso para com os que concordam com o nosso modo de ver, com nossos hábitos enraizados e princípios sociais.
Esquecemo-nos de que nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.
É importante desintegrarmos a concha do nosso egoísmo para dedicarmos o amor ao próximo conforme o recomenda Jesus. Não pela servidão afetiva com que se ligam ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se dedicam em favor do bem comum.
Se amamos alguém tão só pela beleza física, provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.
Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.
Se o móvel da nossa suposta afeição são os bens materiais, lembremos que estes são passageiros como as flores de um dia.
É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.
É bem verdade que existem pessoas com as quais não trocamos afetividades. Diríamos até que a presença de algumas pessoas nos causam aversão.
Todavia, se não as conseguimos amar, é importante que não lhes desejemos o mal. Que quebremos de vez por todas as pesadas algemas do desafeto, não lhes enviando vibrações negativas.
Jesus recomenda que amemos os nossos inimigos, mas, dedicar amor aos inimigos ainda é muito difícil, no atual estágio evolutivo da Terra. Todavia, não é impossível. Basta que comecemos a ver os nossos supostos inimigos como irmãos que carecem do amor de Deus tanto quanto nós.
O primeiro passo é intensificar o afeto aos que nos são simpáticos. Depois, dedicar atenção aos que nos são indiferentes: porteiros, carteiros, frentistas, ascensoristas, entre outros. Em seguida, tolerar os que nos causam aversão.
Assim, quando menos esperarmos, o amor ao próximo já será uma constante em nossos corações. É preciso darmos o primeiro passo, e continuarmos firmes. Eis aí o grande desafio!
* * *
Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com Ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.
Pense nisso!
Quando Jesus faz essa recomendação, não estabelece nenhuma condição, simplesmente recomenda que amemos.
Todavia, temos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.
Nosso devotamento costuma ser caloroso para com os que concordam com o nosso modo de ver, com nossos hábitos enraizados e princípios sociais.
Esquecemo-nos de que nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.
É importante desintegrarmos a concha do nosso egoísmo para dedicarmos o amor ao próximo conforme o recomenda Jesus. Não pela servidão afetiva com que se ligam ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se dedicam em favor do bem comum.
Se amamos alguém tão só pela beleza física, provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.
Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.
Se o móvel da nossa suposta afeição são os bens materiais, lembremos que estes são passageiros como as flores de um dia.
É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.
É bem verdade que existem pessoas com as quais não trocamos afetividades. Diríamos até que a presença de algumas pessoas nos causam aversão.
Todavia, se não as conseguimos amar, é importante que não lhes desejemos o mal. Que quebremos de vez por todas as pesadas algemas do desafeto, não lhes enviando vibrações negativas.
Jesus recomenda que amemos os nossos inimigos, mas, dedicar amor aos inimigos ainda é muito difícil, no atual estágio evolutivo da Terra. Todavia, não é impossível. Basta que comecemos a ver os nossos supostos inimigos como irmãos que carecem do amor de Deus tanto quanto nós.
O primeiro passo é intensificar o afeto aos que nos são simpáticos. Depois, dedicar atenção aos que nos são indiferentes: porteiros, carteiros, frentistas, ascensoristas, entre outros. Em seguida, tolerar os que nos causam aversão.
Assim, quando menos esperarmos, o amor ao próximo já será uma constante em nossos corações. É preciso darmos o primeiro passo, e continuarmos firmes. Eis aí o grande desafio!
* * *
Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com Ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.
Pense nisso!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A RODOVIA DA MORTE BR 381
Passei pela tão falada BR381, entre o trecho de Belo Horizonte até João Molevade ,tendo me surpreendido pelo fato de as causas de acidentes ocorridas naqueles instantes serem culpa na maioria das vezes dos motoristas imprudentes, alcoolizados ou mesmos drogados, esperando que uma pessoa inocente e querendo simplesmente andar como se fosse normal.
Durante praticamente mais de quatro horas dirige meu veiculo pela àquela que a chamam de rodovia da morte, mas encontrei motoristas despreparados para poder dirigir , motoristas doidos para correr com seus veículos, fazendo ultrapassarem proibidas, precensiei motoristas achando que estavam em uma pista de corrida parecendo que iriam chega em primeiro sem medir as consquencias que poderiam causar um acidente de grandes proporções, a velocidade naquela BR 381, varia de 60 KM em locais perto das cidades e de 80KM no restante mas o que precensiei foi motoristas utilizando velocidades acima de 100KM, muitas vezes vejo jornalistas falarem que precisa ser duplicada as rodovias , que o governo precisa fazer a sua parte , mas o que precisamos e que motoristas em geral conscientize de que a vida humana vale mais do que colocar em risco a vida de seu semelhante e precisa saberem que pessoas são mais importantes.
Como as pessoas se tranforman em verdadeiros monstros ao volante de um veiculo automotor, motoristas de veículos pesados acham que as rodovias são feitas exclusivamente para eles, não respeitam veículos pequenos, que acham que como tem potencia no motor acham que estão em um carro de corrida, muitas vezes fico esperando a horas para poder seguir viagem devido ser mais seguro , e ainda tem os que usam drogas , bebidas alcoólicas entre outros entorpecentes para poder ganhar tempo como muitos dizem.
Gostaria que as autoridades dessem mais importacias as questões do transito devido serem menos importantes, mas as autoridades sempre lembram de pedir voto. A mais de 14 anos escuto em duplicação de uma rodovia , mas o que precisamos e de motoristas educados para o trânsito, fiscalizações sempre e comprometimento dos diversos órgãos do estado
Durante praticamente mais de quatro horas dirige meu veiculo pela àquela que a chamam de rodovia da morte, mas encontrei motoristas despreparados para poder dirigir , motoristas doidos para correr com seus veículos, fazendo ultrapassarem proibidas, precensiei motoristas achando que estavam em uma pista de corrida parecendo que iriam chega em primeiro sem medir as consquencias que poderiam causar um acidente de grandes proporções, a velocidade naquela BR 381, varia de 60 KM em locais perto das cidades e de 80KM no restante mas o que precensiei foi motoristas utilizando velocidades acima de 100KM, muitas vezes vejo jornalistas falarem que precisa ser duplicada as rodovias , que o governo precisa fazer a sua parte , mas o que precisamos e que motoristas em geral conscientize de que a vida humana vale mais do que colocar em risco a vida de seu semelhante e precisa saberem que pessoas são mais importantes.
Como as pessoas se tranforman em verdadeiros monstros ao volante de um veiculo automotor, motoristas de veículos pesados acham que as rodovias são feitas exclusivamente para eles, não respeitam veículos pequenos, que acham que como tem potencia no motor acham que estão em um carro de corrida, muitas vezes fico esperando a horas para poder seguir viagem devido ser mais seguro , e ainda tem os que usam drogas , bebidas alcoólicas entre outros entorpecentes para poder ganhar tempo como muitos dizem.
Gostaria que as autoridades dessem mais importacias as questões do transito devido serem menos importantes, mas as autoridades sempre lembram de pedir voto. A mais de 14 anos escuto em duplicação de uma rodovia , mas o que precisamos e de motoristas educados para o trânsito, fiscalizações sempre e comprometimento dos diversos órgãos do estado
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Violência no lar
Tem se falado muito a respeito da violência. Daquela que existe nas ruas e atinge pessoas aparentemente inocentes.
A cifra diária fala de assaltos, de assassinatos, de seqüestros. E parece que ninguém está a salvo.
Comenta-se também da violência de esposos embriagados ou em desequilíbrio, agredindo esposas.
Fala-se de pais atormentados ou em desespero, que agridem fisicamente seus filhos, provocando-lhes lesões corporais ou até a morte.
Tudo isto choca e muitas vozes se erguem para protestar, proteger, sugerir soluções.
Existe, no entanto, outro tipo de violência não menos cruel. Embora nem sempre percebida pelos demais, porque fica acobertada pela covardia.
Ou talvez exatamente porque se passa entre as quatro paredes do lar.
Falamos de idosos obrigados a excessivo labor pelos seus próprios filhos.
Idosos que já trabalharam muito e hoje, dependentes economicamente daqueles que geraram, são constrangidos a realizarem tarefas superiores a suas forças, já depauperadas.
Correr atrás de crianças levadas o dia todo, providenciar a limpeza da casa, lavar e passar roupas, ir ao supermercado.
Mesmo que a vista já se apresente meio turva e haja dificuldades para distinguir se o sinal está aberto para os carros ou para eles.
E quando a roupa não estiver bem passada ou a comida do jeito que era esperado, ouvem reclamações e acusações de que não valem nem o incômodo que causam.
São irmãos dependentes de outros irmãos, por problemas de enfermidades ou por serem menores, que devem amargar o pão que recebem para se alimentarem, todos os dias.
Pão que tem gosto de fel.
Filhos pequenos que suportam todos os dias os gritos e as agressões verbais de pais frustrados em suas paixões ou em seus sonhos.
Violência no lar que traduz, na verdade, a violência que vai na alma de cada um.
Cada um de nós denuncia nos seus atos a sua verdadeira identidade. Boa ou má.
Talvez alguns de nós não cheguemos aos extremos que falamos. Contudo, estamos a meio caminho.
Por isso, se a consciência nos diz que estamos sendo muito agressivos, mal educados e descuidados com os nossos afetos, paremos logo.
Se os nossos gritos e reclamações estão alcançando pais idosos e enfermiços, recordemo-nos o quanto deles recebemos.
Quantas noites de insônia quando nós, crianças, nos apresentávamos doentes. Quantos cabelos fomos nós mesmos que colorimos com a brancura da neve, com nossas rebeldias e malcriações.
E nem por isso, nos deixaram de amar. Sempre continuamos a ser para eles as eternas crianças que um dia eles acalentaram.
Agora suas mãos e faces enrugadas nos pedem calma, carinho, atenção.
É o mínimo que lhes podemos ofertar, como dádiva de gratidão pelo tanto que recebemos.
Trabalho como terapia? Excelente! Mas não em excesso, que lhes debilite ainda mais as poucas forças que têm, ou os preocupe ao ponto de perderem o sono.
Se a nossa raiva está sendo descarregada sobre irmãos menores ou de qualquer outra forma dependentes, recordemos que não foi o acaso que assim providenciou.
São as Leis Divinas que colocaram o mais fraco sob nossa guarda. É a Providência Divina que nos endereça aqueles mesmos que ontem, de uma ou de outra forma, machucamos ou até roubamos.
Se os nossos filhos pequenos estão recebendo a descarga das nossas frustrações, comecemos a agir de forma diferente.
Os que renascem na carne são sempre Espíritos na escalada do progresso. Normalmente, não é fácil o recomeço, a retomada dos compromissos.
Paciência é o que nos pedem. Cuidados. E amor.
* * *
Aprendamos a respeitar na criança a inocência do Espírito que ainda não se revelou por inteiro.
E nos cabelos brancos da velhice a experiência e as dores dos que ultrapassaram os anos no trabalho e na luta.
A cifra diária fala de assaltos, de assassinatos, de seqüestros. E parece que ninguém está a salvo.
Comenta-se também da violência de esposos embriagados ou em desequilíbrio, agredindo esposas.
Fala-se de pais atormentados ou em desespero, que agridem fisicamente seus filhos, provocando-lhes lesões corporais ou até a morte.
Tudo isto choca e muitas vozes se erguem para protestar, proteger, sugerir soluções.
Existe, no entanto, outro tipo de violência não menos cruel. Embora nem sempre percebida pelos demais, porque fica acobertada pela covardia.
Ou talvez exatamente porque se passa entre as quatro paredes do lar.
Falamos de idosos obrigados a excessivo labor pelos seus próprios filhos.
Idosos que já trabalharam muito e hoje, dependentes economicamente daqueles que geraram, são constrangidos a realizarem tarefas superiores a suas forças, já depauperadas.
Correr atrás de crianças levadas o dia todo, providenciar a limpeza da casa, lavar e passar roupas, ir ao supermercado.
Mesmo que a vista já se apresente meio turva e haja dificuldades para distinguir se o sinal está aberto para os carros ou para eles.
E quando a roupa não estiver bem passada ou a comida do jeito que era esperado, ouvem reclamações e acusações de que não valem nem o incômodo que causam.
São irmãos dependentes de outros irmãos, por problemas de enfermidades ou por serem menores, que devem amargar o pão que recebem para se alimentarem, todos os dias.
Pão que tem gosto de fel.
Filhos pequenos que suportam todos os dias os gritos e as agressões verbais de pais frustrados em suas paixões ou em seus sonhos.
Violência no lar que traduz, na verdade, a violência que vai na alma de cada um.
Cada um de nós denuncia nos seus atos a sua verdadeira identidade. Boa ou má.
Talvez alguns de nós não cheguemos aos extremos que falamos. Contudo, estamos a meio caminho.
Por isso, se a consciência nos diz que estamos sendo muito agressivos, mal educados e descuidados com os nossos afetos, paremos logo.
Se os nossos gritos e reclamações estão alcançando pais idosos e enfermiços, recordemo-nos o quanto deles recebemos.
Quantas noites de insônia quando nós, crianças, nos apresentávamos doentes. Quantos cabelos fomos nós mesmos que colorimos com a brancura da neve, com nossas rebeldias e malcriações.
E nem por isso, nos deixaram de amar. Sempre continuamos a ser para eles as eternas crianças que um dia eles acalentaram.
Agora suas mãos e faces enrugadas nos pedem calma, carinho, atenção.
É o mínimo que lhes podemos ofertar, como dádiva de gratidão pelo tanto que recebemos.
Trabalho como terapia? Excelente! Mas não em excesso, que lhes debilite ainda mais as poucas forças que têm, ou os preocupe ao ponto de perderem o sono.
Se a nossa raiva está sendo descarregada sobre irmãos menores ou de qualquer outra forma dependentes, recordemos que não foi o acaso que assim providenciou.
São as Leis Divinas que colocaram o mais fraco sob nossa guarda. É a Providência Divina que nos endereça aqueles mesmos que ontem, de uma ou de outra forma, machucamos ou até roubamos.
Se os nossos filhos pequenos estão recebendo a descarga das nossas frustrações, comecemos a agir de forma diferente.
Os que renascem na carne são sempre Espíritos na escalada do progresso. Normalmente, não é fácil o recomeço, a retomada dos compromissos.
Paciência é o que nos pedem. Cuidados. E amor.
* * *
Aprendamos a respeitar na criança a inocência do Espírito que ainda não se revelou por inteiro.
E nos cabelos brancos da velhice a experiência e as dores dos que ultrapassaram os anos no trabalho e na luta.
sábado, 4 de setembro de 2010
A Aranha
Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero,
elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
"Deus Todo-Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos
não me matem!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada
da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :
-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
-- "Senhor, por favor, com Tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens
não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :
-- "Vamos, entremos nesta trilha!"
-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha?
Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE
infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança
Nele para que Seu Poder, Glória e Proteção se manifestem de forma JUSTA e PERFEITA.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero,
elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
"Deus Todo-Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos
não me matem!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada
da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :
-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
-- "Senhor, por favor, com Tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens
não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :
-- "Vamos, entremos nesta trilha!"
-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha?
Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE
infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança
Nele para que Seu Poder, Glória e Proteção se manifestem de forma JUSTA e PERFEITA.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Um braço amigo
Aquela era uma noite como outra qualquer para aquele moço que voltava para casa pelo mesmo roteiro de sempre, há três anos.
Ele seguia tateando com sua bengala para identificar os acidentes do caminho, que eram seus pontos de referência, como todo deficiente visual.
Mas, naquela noite, uma mudança significativa havia acontecido no seu caminho: um pequeno arbusto, que lhe servia de ponto de referência e estava ali pela manhã, fora arrancado.
A rua estava deserta e ele não conseguia mais encontrar o rumo de casa. Andou por algum tempo, e percebeu que havia se afastado bastante da sua rota, pois verificou que estava numa ponte sobre o rio que separa a sua cidade da cidade vizinha.
Era preciso encontrar o caminho de volta. Mas como, sem o auxílio da visão?
Começou a tatear com sua bengala, quando uma voz trêmula de mulher lhe indagou:
- O senhor está encontrando alguma dificuldade?
- Acho que me perdi, respondeu o rapaz.
- Foi o que pensei, comentou a mulher.
- Quer que o acompanhe a algum lugar?
O rapaz lhe deu o endereço e ela, oferecendo-lhe o braço, o conduziu até à porta de casa.
- Não sei como lhe agradecer, falou o moço.
- Eu é que lhe devo um sincero agradecimento, respondeu ela, já com voz firme.
- Não compreendo, retrucou o rapaz.
E a jovem senhora então explicou:
- Há uma semana meu marido me abandonou. Eu estava naquela ponte para me suicidar, pois geralmente àquela hora está deserta. Aí encontrei o senhor tateando sem rumo e mudei de idéia.
A mulher disse boa noite, agradeceu mais uma vez, e desapareceu na rua deserta.
***
Também, em nossas vidas, talvez tenhamos passado por experiências semelhantes à das personagens dessa história.
Quantas vezes já não sentimos vontade de sumir, de pôr um fim ao sofrimento que nos visita e um braço amigo nos sustentou antes da queda.
Ou, quiçá, já tenhamos nos sentido perdido, sem rumo, sem esperança, e uma voz se fez ouvir e nos indicou uma saída.
Quem já não se sentiu numa situação assim, vivendo ora como o socorro que chega, ora como o socorrido?
Tudo isso nos dá a certeza de que nunca estamos sós.
Alguém invisível vela por nós e nos oferece um braço amigo nas horas de desespero. Ou, então, inspira-nos a oferecer nosso apoio a alguém que está à beira do abismo.
A esse alguém é que alguns chamam anjo da guarda e outros de espíritos protetores. Não importa o nome que lhes demos, importa é que seguem conosco vida afora, sem cansaço.
Pense nisso!
Você costuma olhar ao seu redor, no seu dia-a-dia?
Costuma prestar atenção naqueles que seguem com você pelo mesmo caminho?
Se já tem o hábito e a sensibilidade de se importar com os semelhantes, talvez tenha sido um anjo desses a alguém em desespero.
E se ainda não havia pensado nisso, pense agora. E comece a ser um braço amigo sempre disposto a conduzir alguém com segurança.
Ele seguia tateando com sua bengala para identificar os acidentes do caminho, que eram seus pontos de referência, como todo deficiente visual.
Mas, naquela noite, uma mudança significativa havia acontecido no seu caminho: um pequeno arbusto, que lhe servia de ponto de referência e estava ali pela manhã, fora arrancado.
A rua estava deserta e ele não conseguia mais encontrar o rumo de casa. Andou por algum tempo, e percebeu que havia se afastado bastante da sua rota, pois verificou que estava numa ponte sobre o rio que separa a sua cidade da cidade vizinha.
Era preciso encontrar o caminho de volta. Mas como, sem o auxílio da visão?
Começou a tatear com sua bengala, quando uma voz trêmula de mulher lhe indagou:
- O senhor está encontrando alguma dificuldade?
- Acho que me perdi, respondeu o rapaz.
- Foi o que pensei, comentou a mulher.
- Quer que o acompanhe a algum lugar?
O rapaz lhe deu o endereço e ela, oferecendo-lhe o braço, o conduziu até à porta de casa.
- Não sei como lhe agradecer, falou o moço.
- Eu é que lhe devo um sincero agradecimento, respondeu ela, já com voz firme.
- Não compreendo, retrucou o rapaz.
E a jovem senhora então explicou:
- Há uma semana meu marido me abandonou. Eu estava naquela ponte para me suicidar, pois geralmente àquela hora está deserta. Aí encontrei o senhor tateando sem rumo e mudei de idéia.
A mulher disse boa noite, agradeceu mais uma vez, e desapareceu na rua deserta.
***
Também, em nossas vidas, talvez tenhamos passado por experiências semelhantes à das personagens dessa história.
Quantas vezes já não sentimos vontade de sumir, de pôr um fim ao sofrimento que nos visita e um braço amigo nos sustentou antes da queda.
Ou, quiçá, já tenhamos nos sentido perdido, sem rumo, sem esperança, e uma voz se fez ouvir e nos indicou uma saída.
Quem já não se sentiu numa situação assim, vivendo ora como o socorro que chega, ora como o socorrido?
Tudo isso nos dá a certeza de que nunca estamos sós.
Alguém invisível vela por nós e nos oferece um braço amigo nas horas de desespero. Ou, então, inspira-nos a oferecer nosso apoio a alguém que está à beira do abismo.
A esse alguém é que alguns chamam anjo da guarda e outros de espíritos protetores. Não importa o nome que lhes demos, importa é que seguem conosco vida afora, sem cansaço.
Pense nisso!
Você costuma olhar ao seu redor, no seu dia-a-dia?
Costuma prestar atenção naqueles que seguem com você pelo mesmo caminho?
Se já tem o hábito e a sensibilidade de se importar com os semelhantes, talvez tenha sido um anjo desses a alguém em desespero.
E se ainda não havia pensado nisso, pense agora. E comece a ser um braço amigo sempre disposto a conduzir alguém com segurança.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Veja dez perguntas típicas de um selecionador e saiba como respondê-las
A entrevista de emprego pode ser o maior adversário do candidato na hora de buscar uma recolocação. Neste momento, o nervosismo e o receio de não saber o que responder em determinados questionamentos podem confundí-lo e acabar com suas chances no novo emprego.
Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”.
Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.
Confira as perguntas:
1 - Me fale um pouco de você (estado civil, filhos, com quem mora, etc)
Não há resposta melhor do que a verdade. Seja verdadeiro, pois nossas avós já diziam que a mentira tem perna curta.
2 - O que você faz no seu tempo livre?
Lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de administrar o seu tempo, como também aptidões, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
3 - Conte sobre sua evolução profissional. Qual seu foi seu primeiro emprego e qual seu cenário hoje?
É muito importante que você seja muito claro e demonstre toda sua atuação profissional e a forma como o posicionamento desta o torna um candidato de elevado interesse para qualquer empresa. Seja sucinto com as datas e motivos de entrada e saída de cada empresa. Cuidado para não ficar perdido cronologicamente.
4 - Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa?
Se você foi demitido, explique de maneira direta e objetiva sem demonstrar nenhum ressentimento ou mágoa com relação aos seus superiores. Caso ainda esteja na empresa, é interessante falar sobre alavancar carreira, desejo de crescimento pessoal e profissional.
5 - O que você não gostava na empresa anterior/atual?
Não se queixe, nem se faça de vítima. Seja positivo em suas colocações mesmo que enfrentasse alguns problemas. Não se esqueça de que nenhuma empresa é perfeita.
6 - Como você lida com as pressões do trabalho?
Inicie sua resposta fornecendo exemplos vivenciados nessa situação. Isso dará consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar o potencial para ocupar determinada posição.
7 - O que você tem feito atualmente que demonstre sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações da sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir.
8 - Defina quais são suas maiores qualidades e o que precisa melhorar.
Mencione características geralmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência. Quanto aos pontos que precisa melhorar, tenha sempre em mente que todos temos “defeitos” e pontuá-los é uma forma de mostrar autocrítica. Não se esqueça de mencionar a vontade ou atitudes para a mudança destes.
9 - Qual seu diferencial e por que você deve ser contratado?
Esta é uma pergunta muito complicada, mas o que se espera é que o profissional saiba "vender" o seu produto. É imprescindível focar nas suas capacidades, valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
10 - Qual é a sua pretensão salarial?
Esta é uma pergunta que normalmente deixa o candidato na defensiva. A sugestão é iniciar a negociação falando de sua última remuneração e dos benefícios oferecidos pela empresa anterior. É interessante questionar o entrevistador sobre a faixa salarial média para a vaga em questão e quais são os benefícios oferecidos pela companhia.
Dicas
Camila Martins ainda lista algumas dicas importantes sobre como se comportar antes e durante a entrevista com o selecionador:
- Cuide de sua aparência e apresentação;
- Leve um currículo impresso e atualizado;
- Seja pontual;
- Evite fumar minutos antes ou iniciar a entrevista mastigando chiclete ou bala;
- Mantenha-se calmo, confie em você e demonstre toda sua capacidade com segurança;
- Fale com clareza e tome cuidado para não contar piadas ou usar gírias;
- Pergunte, demonstre interesse na proposta;
- Não fale mal da empresa anterior, bem como de colegas e chefias.
Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”.
Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.
Confira as perguntas:
1 - Me fale um pouco de você (estado civil, filhos, com quem mora, etc)
Não há resposta melhor do que a verdade. Seja verdadeiro, pois nossas avós já diziam que a mentira tem perna curta.
2 - O que você faz no seu tempo livre?
Lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de administrar o seu tempo, como também aptidões, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
3 - Conte sobre sua evolução profissional. Qual seu foi seu primeiro emprego e qual seu cenário hoje?
É muito importante que você seja muito claro e demonstre toda sua atuação profissional e a forma como o posicionamento desta o torna um candidato de elevado interesse para qualquer empresa. Seja sucinto com as datas e motivos de entrada e saída de cada empresa. Cuidado para não ficar perdido cronologicamente.
4 - Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa?
Se você foi demitido, explique de maneira direta e objetiva sem demonstrar nenhum ressentimento ou mágoa com relação aos seus superiores. Caso ainda esteja na empresa, é interessante falar sobre alavancar carreira, desejo de crescimento pessoal e profissional.
5 - O que você não gostava na empresa anterior/atual?
Não se queixe, nem se faça de vítima. Seja positivo em suas colocações mesmo que enfrentasse alguns problemas. Não se esqueça de que nenhuma empresa é perfeita.
6 - Como você lida com as pressões do trabalho?
Inicie sua resposta fornecendo exemplos vivenciados nessa situação. Isso dará consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar o potencial para ocupar determinada posição.
7 - O que você tem feito atualmente que demonstre sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações da sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir.
8 - Defina quais são suas maiores qualidades e o que precisa melhorar.
Mencione características geralmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência. Quanto aos pontos que precisa melhorar, tenha sempre em mente que todos temos “defeitos” e pontuá-los é uma forma de mostrar autocrítica. Não se esqueça de mencionar a vontade ou atitudes para a mudança destes.
9 - Qual seu diferencial e por que você deve ser contratado?
Esta é uma pergunta muito complicada, mas o que se espera é que o profissional saiba "vender" o seu produto. É imprescindível focar nas suas capacidades, valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
10 - Qual é a sua pretensão salarial?
Esta é uma pergunta que normalmente deixa o candidato na defensiva. A sugestão é iniciar a negociação falando de sua última remuneração e dos benefícios oferecidos pela empresa anterior. É interessante questionar o entrevistador sobre a faixa salarial média para a vaga em questão e quais são os benefícios oferecidos pela companhia.
Dicas
Camila Martins ainda lista algumas dicas importantes sobre como se comportar antes e durante a entrevista com o selecionador:
- Cuide de sua aparência e apresentação;
- Leve um currículo impresso e atualizado;
- Seja pontual;
- Evite fumar minutos antes ou iniciar a entrevista mastigando chiclete ou bala;
- Mantenha-se calmo, confie em você e demonstre toda sua capacidade com segurança;
- Fale com clareza e tome cuidado para não contar piadas ou usar gírias;
- Pergunte, demonstre interesse na proposta;
- Não fale mal da empresa anterior, bem como de colegas e chefias.
sábado, 28 de agosto de 2010
Currículos: saiba o que colocar no campo atividades extras
Candidato deve ter cuidado com o que irá colocar, ressaltando apenas as atividades relevantes para a área em que irá atuar
Trabalhos voluntários, participação em centro acadêmico ou grêmio estudantil, intercâmbio, cursos extracurriculares. Na hora de preparar um currículo, todas as atividades citadas podem ajudar o candidato, sobretudo se ele tem pouca experiência no mercado de trabalho. Entretanto, qual o lugar mais adequado para colocá-las?
De acordo com a gerente da Foco Talento, Renata Schmidt, cursos extracurriculares, bem como a realização de trabalhos voluntários, por exemplo, devem ser destacados na área reservada às Atividades Extras, em um currículo.
Entretanto, explica ela, o candidato deve ter cuidado com o que irá colocar, ressaltando apenas as atividades que sejam relevantes para a área em que pretende atuar. “As pessoas devem ter discernimento e colocar apenas atividades que sejam relevantes para a vaga que está disputando. Além disso, não é bom colocar muita coisa, pois, no mundo corporativo, tempo é dinheiro e quanto mais objetivo, melhor”, diz.
A consultora de RH (Recursos Humanos) da Catho Online, Daniella Correa, concorda e completa: "É importante destacar que só é indicado inserir estas informações se elas forem, de fato, um diferencial competitivo".
Dispondo as informações
Na hora de dispor as informações, orienta Renata, o ideal é que as pessoas coloquem os cursos em ordem cronológica.
No caso de atividades complementares, como participação em empresa júnior, centro acadêmico, trabalho voluntário, entre outros, a especialista alerta que as pessoas só devem mencioná-las se puderem comprovar, por meio de certificados ou cartas.
Já Daniella diz que o mais indicado é que tais informações sejam colocadas de maneira objetiva e ao final do currículo, de preferência em tópicos, sendo que, se possível, vale a inserção de campos mais específicos, com nomenclaturas separadas, como "Vivência Internacional", "Formação Complementar" e "Trabalhos Voluntários".
Outras dicas
De modo geral, para que um currículo seja bem-sucedido, é preciso que ele seja claro, objetivo e não contenha erros de português. Abaixo, algumas dicas sobre os outros campos constantes em um currículo, elaboradas pela gerente de Treinamento do Nube, Carmen Alonso:
Dados Pessoais - Coloque seus dados pessoais no início do currículo para facilitar sua identificação. Não é necessário colocar número de documentos ou referências pessoais, a não ser que a empresa solicite;
Objetivo - Indique somente uma área de interesse. Se houver mais de uma, faça mais de um currículo com objetivos diferentes;
Qualificações - Destaque no máximo quatro qualificações adquiridas em experiências de trabalho. Outras habilidades poderão ser mostradas durante o processo seletivo;
Formação Acadêmica - Ordene sua atual ou última graduação para a primeira. Obedeça a ordem: curso, instituição de ensino, ano de conclusão ou ano de início e término. O nível técnico ou ensino médio devem ser colocados apenas quando forem relacionados à formação atual ou à área de interesse;
Experiências Profissionais - Coloque o nome da empresa e o período em que trabalhou. Informações sobre a empresa mostram que você se preocupou em informar quem analisa o currículo;
Idiomas - Especifique qual o nível de fluência. Experiências de intercâmbio são valorizadas, portanto, se houver, coloque-as.
Trabalhos voluntários, participação em centro acadêmico ou grêmio estudantil, intercâmbio, cursos extracurriculares. Na hora de preparar um currículo, todas as atividades citadas podem ajudar o candidato, sobretudo se ele tem pouca experiência no mercado de trabalho. Entretanto, qual o lugar mais adequado para colocá-las?
De acordo com a gerente da Foco Talento, Renata Schmidt, cursos extracurriculares, bem como a realização de trabalhos voluntários, por exemplo, devem ser destacados na área reservada às Atividades Extras, em um currículo.
Entretanto, explica ela, o candidato deve ter cuidado com o que irá colocar, ressaltando apenas as atividades que sejam relevantes para a área em que pretende atuar. “As pessoas devem ter discernimento e colocar apenas atividades que sejam relevantes para a vaga que está disputando. Além disso, não é bom colocar muita coisa, pois, no mundo corporativo, tempo é dinheiro e quanto mais objetivo, melhor”, diz.
A consultora de RH (Recursos Humanos) da Catho Online, Daniella Correa, concorda e completa: "É importante destacar que só é indicado inserir estas informações se elas forem, de fato, um diferencial competitivo".
Dispondo as informações
Na hora de dispor as informações, orienta Renata, o ideal é que as pessoas coloquem os cursos em ordem cronológica.
No caso de atividades complementares, como participação em empresa júnior, centro acadêmico, trabalho voluntário, entre outros, a especialista alerta que as pessoas só devem mencioná-las se puderem comprovar, por meio de certificados ou cartas.
Já Daniella diz que o mais indicado é que tais informações sejam colocadas de maneira objetiva e ao final do currículo, de preferência em tópicos, sendo que, se possível, vale a inserção de campos mais específicos, com nomenclaturas separadas, como "Vivência Internacional", "Formação Complementar" e "Trabalhos Voluntários".
Outras dicas
De modo geral, para que um currículo seja bem-sucedido, é preciso que ele seja claro, objetivo e não contenha erros de português. Abaixo, algumas dicas sobre os outros campos constantes em um currículo, elaboradas pela gerente de Treinamento do Nube, Carmen Alonso:
Dados Pessoais - Coloque seus dados pessoais no início do currículo para facilitar sua identificação. Não é necessário colocar número de documentos ou referências pessoais, a não ser que a empresa solicite;
Objetivo - Indique somente uma área de interesse. Se houver mais de uma, faça mais de um currículo com objetivos diferentes;
Qualificações - Destaque no máximo quatro qualificações adquiridas em experiências de trabalho. Outras habilidades poderão ser mostradas durante o processo seletivo;
Formação Acadêmica - Ordene sua atual ou última graduação para a primeira. Obedeça a ordem: curso, instituição de ensino, ano de conclusão ou ano de início e término. O nível técnico ou ensino médio devem ser colocados apenas quando forem relacionados à formação atual ou à área de interesse;
Experiências Profissionais - Coloque o nome da empresa e o período em que trabalhou. Informações sobre a empresa mostram que você se preocupou em informar quem analisa o currículo;
Idiomas - Especifique qual o nível de fluência. Experiências de intercâmbio são valorizadas, portanto, se houver, coloque-as.
Você está demitido!
Especialistas dão dicas para chefes e funcionários se saírem bem diante de um desligamento
Atrasos constantes, fraco desempenho, poucos resultados. Há vários motivos para um gestor decidir pelo desligamento do funcionário. Cada empresa possui um processo específico para lidar com a situação e, quando chega a hora, a demissão é difícil tanto para chefes quanto para empregados.
Em 25 anos de carreira, a executiva Amália Sina demitiu mais de 300 funcionários. “Mesmo se o trabalhador tiver sido desligado por justa causa, o chefe se lembra de que aquela pessoa está prestes a sofrer uma grande perda. É um momento de grande respeito pelo ser humano”, revela Amália. Ele revela ter ficado doente depois de demitir várias pessoas num mesmo dia.
Na hora de despedir, o gestor deve ter um diálogo honesto com quem está saindo. A consultora em Recursos Humanos Marlene Ortega explica que a demissão não pode ser surpresa para o funcionário. O chefe deve dar um feedback constante para seus colaboradores e ressaltar os pontos positivos e negativos de seu trabalho. No momento da demissão, então, é preciso ser breve para não causar ainda mais sofrimento para o trabalhador. “Liderar é conduzir para o melhor caminho. O gestor precisa sinalizar ao funcionário o desempenho de seu trabalho para que, diante de uma possível demissão, ele possa mostrar ao colaborador o que motivou o desligamento da empresa”, diz.
Mas o trabalhador também deve ficar esperto e analisar os sinais dados pelas falas e expressões do gestor. “Se o funcionário acha que o chefe está insatisfeito com o trabalho, é importante perguntar a ele se aquela interpretação está correta ou não”, sugere a psicóloga Marília Pereira, especialista em psicologia organizacional do trabalho.
Outra dica para os chefes é não conversar sobre a demissão na frente dos outros integrantes da equipe. Quando a empresa é pequena, depois da saída do profissional, aí sim é fundamental que eles deem satisfação para os demais funcionários sobre a decisão. “Como as relações ficam mais estreitas num ambiente de trabalho pequeno, o líder deve esperar o momento certo para conversar com toda a equipe”, diz.
Reação
Marlene Ortega conta que, quando a notícia da demissão é recebida, raramente o funcionário tende a reagir de forma agressiva contra o chefe. “É necessário entender que se trata de um momento carregado de emoções para quem está saindo. É papel do líder compreender uma possível reação negativa do funcionário”, explica a consultora.
Para o trabalhador, no dia da demissão, o melhor a fazer é se recolher. “Não adianta reclamar como um jogador de futebol que acaba de receber um cartão vermelho”, compara Marlene. Outra sugestão é, ainda, demonstrar gratidão pela oportunidade recebida. Além disso, “É importante não enxergar a negativa como um atestado de incompetência. “Muitas vezes você está sendo demitido por ser bom demais para a empresa”, observa Amália.
Na avaliação da executiva Amália, o trabalhador deve saber as condições que terá dentro da empresa logo no momento da admissão. Por exemplo, se receber uma proposta para sair de outra companhia, ele tem o direito de saber se tem um tempo mínimo de permanência garantido e como é o processo de desligamento do novo posto. “Quando é feita a contratação, tudo é lindo e maravilhoso. Mas o funcionário tem direito de saber suas garantias. Ele deve perguntar: ‘e se eu for demitido?’ O chefe que se assusta com essa pergunta não está preparado para o cargo”, avalia a executiva.
Depois do aviso
Ex-presidente de duas grandes empresas, Amália destaca que o gestor deve minimizar os danos para o funcionário por meio de medidas como assistência financeira ou carta de referência. “Hoje, muitos chefes descartam seus funcionários como se fossem cartuchos de impressoras. É preciso ter experiência para demitir. Eles precisam ter mais preparo para este momento do que na hora da contratação”, explica a gestora.
A psicóloga Marília Pereira explica que o apoio de familiares e amigos é fundamental diante de uma demissão. “O trabalho representa o status social da pessoa. Quanto mais rica for sua rede de relacionamentos, melhor será a recuperação de um trauma pós-demissão”, diz.
Dicas para os funcionários:
• Descubra seu valor dentro da empresa;
• Procure ter outra fonte de renda caso sinta que será demitido;
• No dia da demissão, o melhor a fazer é se recolher. Não adianta reclamar como um jogador de futebol que acaba de receber um cartão vermelho;
• Após a demissão, procure ajuda psicológica;
• Não enxergue a demissão como um atestado de incompetência. Muitas vezes você está sendo demitido por ser bom demais para a empresa.
Dicas para os chefes:
• Tenha um diálogo franco e honesto com quem está sendo demitido;
• O líder deve se preparar para o momento da demissão e deixar bem claro os pontos que motivaram o desligamento do funcionário;
• Não converse sobre a demissão na frente dos outros funcionários. Isso constrange as pessoas;
• Adote a mesma postura do momento da contratação;
• Em situações delicadas, como em caso de suspeita de fraude por parte do funcionário, o chefe pode solicitar a presença de alguém do departamento de Recursos Humanos da empresa.
Atrasos constantes, fraco desempenho, poucos resultados. Há vários motivos para um gestor decidir pelo desligamento do funcionário. Cada empresa possui um processo específico para lidar com a situação e, quando chega a hora, a demissão é difícil tanto para chefes quanto para empregados.
Em 25 anos de carreira, a executiva Amália Sina demitiu mais de 300 funcionários. “Mesmo se o trabalhador tiver sido desligado por justa causa, o chefe se lembra de que aquela pessoa está prestes a sofrer uma grande perda. É um momento de grande respeito pelo ser humano”, revela Amália. Ele revela ter ficado doente depois de demitir várias pessoas num mesmo dia.
Na hora de despedir, o gestor deve ter um diálogo honesto com quem está saindo. A consultora em Recursos Humanos Marlene Ortega explica que a demissão não pode ser surpresa para o funcionário. O chefe deve dar um feedback constante para seus colaboradores e ressaltar os pontos positivos e negativos de seu trabalho. No momento da demissão, então, é preciso ser breve para não causar ainda mais sofrimento para o trabalhador. “Liderar é conduzir para o melhor caminho. O gestor precisa sinalizar ao funcionário o desempenho de seu trabalho para que, diante de uma possível demissão, ele possa mostrar ao colaborador o que motivou o desligamento da empresa”, diz.
Mas o trabalhador também deve ficar esperto e analisar os sinais dados pelas falas e expressões do gestor. “Se o funcionário acha que o chefe está insatisfeito com o trabalho, é importante perguntar a ele se aquela interpretação está correta ou não”, sugere a psicóloga Marília Pereira, especialista em psicologia organizacional do trabalho.
Outra dica para os chefes é não conversar sobre a demissão na frente dos outros integrantes da equipe. Quando a empresa é pequena, depois da saída do profissional, aí sim é fundamental que eles deem satisfação para os demais funcionários sobre a decisão. “Como as relações ficam mais estreitas num ambiente de trabalho pequeno, o líder deve esperar o momento certo para conversar com toda a equipe”, diz.
Reação
Marlene Ortega conta que, quando a notícia da demissão é recebida, raramente o funcionário tende a reagir de forma agressiva contra o chefe. “É necessário entender que se trata de um momento carregado de emoções para quem está saindo. É papel do líder compreender uma possível reação negativa do funcionário”, explica a consultora.
Para o trabalhador, no dia da demissão, o melhor a fazer é se recolher. “Não adianta reclamar como um jogador de futebol que acaba de receber um cartão vermelho”, compara Marlene. Outra sugestão é, ainda, demonstrar gratidão pela oportunidade recebida. Além disso, “É importante não enxergar a negativa como um atestado de incompetência. “Muitas vezes você está sendo demitido por ser bom demais para a empresa”, observa Amália.
Na avaliação da executiva Amália, o trabalhador deve saber as condições que terá dentro da empresa logo no momento da admissão. Por exemplo, se receber uma proposta para sair de outra companhia, ele tem o direito de saber se tem um tempo mínimo de permanência garantido e como é o processo de desligamento do novo posto. “Quando é feita a contratação, tudo é lindo e maravilhoso. Mas o funcionário tem direito de saber suas garantias. Ele deve perguntar: ‘e se eu for demitido?’ O chefe que se assusta com essa pergunta não está preparado para o cargo”, avalia a executiva.
Depois do aviso
Ex-presidente de duas grandes empresas, Amália destaca que o gestor deve minimizar os danos para o funcionário por meio de medidas como assistência financeira ou carta de referência. “Hoje, muitos chefes descartam seus funcionários como se fossem cartuchos de impressoras. É preciso ter experiência para demitir. Eles precisam ter mais preparo para este momento do que na hora da contratação”, explica a gestora.
A psicóloga Marília Pereira explica que o apoio de familiares e amigos é fundamental diante de uma demissão. “O trabalho representa o status social da pessoa. Quanto mais rica for sua rede de relacionamentos, melhor será a recuperação de um trauma pós-demissão”, diz.
Dicas para os funcionários:
• Descubra seu valor dentro da empresa;
• Procure ter outra fonte de renda caso sinta que será demitido;
• No dia da demissão, o melhor a fazer é se recolher. Não adianta reclamar como um jogador de futebol que acaba de receber um cartão vermelho;
• Após a demissão, procure ajuda psicológica;
• Não enxergue a demissão como um atestado de incompetência. Muitas vezes você está sendo demitido por ser bom demais para a empresa.
Dicas para os chefes:
• Tenha um diálogo franco e honesto com quem está sendo demitido;
• O líder deve se preparar para o momento da demissão e deixar bem claro os pontos que motivaram o desligamento do funcionário;
• Não converse sobre a demissão na frente dos outros funcionários. Isso constrange as pessoas;
• Adote a mesma postura do momento da contratação;
• Em situações delicadas, como em caso de suspeita de fraude por parte do funcionário, o chefe pode solicitar a presença de alguém do departamento de Recursos Humanos da empresa.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Currículo na internet pode ter mais de um objetivo profissional
Especialista diz que currículo impresso e online têm diferenças e vários objetivos profissionais similares no documento online ajudam o currículo a ser encontrado
Montar um currículo sempre foi uma dúvida para muitos. Com o avanço da Internet como fonte para buscar uma recolocação, algumas questões ainda surgem, e a pergunta fica: o currículo impresso é diferente do online?
Se o currículo tradicional deve ser sucinto e com, no máximo, duas páginas, o currículo na Internet é diferente. Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, explica que, desde que as informações sejam pertinentes, relevantes e relacionadas com o objetivo profissional, o candidato pode colocar mais informações do que colocaria no currículo impresso. Isso o ajuda a ser mais facilmente encontrado pelas empresas durante suas pesquisas.
"Dentro de um sistema online, o selecionador conta com a ajuda do computador para encontrar um currículo e, por esse motivo, ele pode estar mais extenso do que o tradicional", afirma.
Abrileri ainda diz que "quanto mais ele estiver completo, com todas as informações de sua carreira, habilidades, cursos e assim por diante, maior será a probabilidade de o currículo constar nos resultados das buscas", ensina o executivo.
Por este motivo, é importante também ter não apenas um objetivo profissional no currículo, como acontece no impresso, mas incluir todos os cargos similares ou relacionados. Assim, as chances aumentam.
Vejamos como exemplo: Secretária Executiva Bilingue, Secretária Executiva e Secretária Bilingue.
"As empresas buscam candidatos por nomes diferentes, que muitas vezes dizem respeito à mesma função. Nestes casos, nos sistemas mais avançados, o currículo só constará no resultado da pesquisa se a empresa buscou um cargo exatamente com o mesmo nome no objetivo profissional", diz Abrileri.
No entanto, o presidente da Curriculum alerta que não se deve colocar cargos díspares, referentes a funções diferentes. "Quem está disposto a fazer qualquer coisa transmite a sensação de que não faz nada bem feito", conclui.
Montar um currículo sempre foi uma dúvida para muitos. Com o avanço da Internet como fonte para buscar uma recolocação, algumas questões ainda surgem, e a pergunta fica: o currículo impresso é diferente do online?
Se o currículo tradicional deve ser sucinto e com, no máximo, duas páginas, o currículo na Internet é diferente. Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, explica que, desde que as informações sejam pertinentes, relevantes e relacionadas com o objetivo profissional, o candidato pode colocar mais informações do que colocaria no currículo impresso. Isso o ajuda a ser mais facilmente encontrado pelas empresas durante suas pesquisas.
"Dentro de um sistema online, o selecionador conta com a ajuda do computador para encontrar um currículo e, por esse motivo, ele pode estar mais extenso do que o tradicional", afirma.
Abrileri ainda diz que "quanto mais ele estiver completo, com todas as informações de sua carreira, habilidades, cursos e assim por diante, maior será a probabilidade de o currículo constar nos resultados das buscas", ensina o executivo.
Por este motivo, é importante também ter não apenas um objetivo profissional no currículo, como acontece no impresso, mas incluir todos os cargos similares ou relacionados. Assim, as chances aumentam.
Vejamos como exemplo: Secretária Executiva Bilingue, Secretária Executiva e Secretária Bilingue.
"As empresas buscam candidatos por nomes diferentes, que muitas vezes dizem respeito à mesma função. Nestes casos, nos sistemas mais avançados, o currículo só constará no resultado da pesquisa se a empresa buscou um cargo exatamente com o mesmo nome no objetivo profissional", diz Abrileri.
No entanto, o presidente da Curriculum alerta que não se deve colocar cargos díspares, referentes a funções diferentes. "Quem está disposto a fazer qualquer coisa transmite a sensação de que não faz nada bem feito", conclui.
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