Havia uma jovem muito bonita que tinha tudo:
um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo
e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.
Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...
E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois...
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente:
uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um exemplar apenas em todo o mundo.
E disse a ela:
"Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela,
e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores."
A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, olhava a flor e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte,
apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estavam completamente mortas, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A Jovem chorou muito e contou ao seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
"Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa,
ela era única assim como seus filhos, seu marido e sua família.
Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles,
pois assim como a flor, os sentimentos também morrem.
Você se acostumou a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada e se esqueceu de cuidar dela.
Cuide das pessoas que você ama!"
Amados e nós?
Temos cuidado das bênçãos que Deus tem nos dado?
Com certeza nesse colo abençoado, nós não estamos só cuidando, estamos evangelizando e levando as pessoas ao
colo de Jesus com o nosso Momento de Fé!!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
9 palavras e expressões contra indicadas no trabalho
2º parte
5. Eu te dou um retorno
O que significa: "quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.
6. Se
O que significa: "quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.
7. Sim, mas...
O que significa: "não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.
8. Eu acho...
O que significa: "não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.
9. Vamos ver
O que significa: "quero evitar confronto"
Como driblar: para Linda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.
OBS: Se não tem nada de bom a dizer, fique quieta: expressões que denotam pouco interesse devem ser evitadas no trabalho
5. Eu te dou um retorno
O que significa: "quero adiar o andamento deste projeto"
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: "quando voltamos a nos falar?". E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.
6. Se
O que significa: "quero jogar a culpa nos outros"
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como "se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha". É preciso entender que cada um tem sua parte - e não se apoiar nisso.
7. Sim, mas...
O que significa: "não quero me envolver no projeto"
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer "sua ideia é ótima, mas...", está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.
8. Eu acho...
O que significa: "não me importo o suficiente"
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.
9. Vamos ver
O que significa: "quero evitar confronto"
Como driblar: para Linda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder "Vamos ver"? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.
OBS: Se não tem nada de bom a dizer, fique quieta: expressões que denotam pouco interesse devem ser evitadas no trabalho
domingo, 27 de junho de 2010
9 palavras e expressões contra indicadas no trabalho
1º parte
Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as nove piores expressões e palavras para se dizer no trabalho.
Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".
Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista de Linnda abaixo:
1. Vou tentar
O que realmente significa: "não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.
2. Tanto faz
O que realmente significa: "quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.
3 e 4. Talvez e Eu não sei
O que significam: "não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.
Em artigo publicado na Forbes.com, Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro "Surviving Toxic Workplaces" ("Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos", em tradução literal), listou as nove piores expressões e palavras para se dizer no trabalho.
Para Sonia Carminhato, diretora de operações do Grupo Soma, empresa de consultoria em Recursos Humanos, quando uma empresa contrata um colaborador, espera que ele leve soluções. Dizer "vou ver o que eu posso fazer" e frases do tipo denotam uma predisposição a não fazer. Por isso, tome cuidado com seu discurso. "Frases assim denotam pouca proatividade", alerta. "Mas o principal é avaliar o comportamento do colaborador, não só o discurso".
Sonia faz uma ressalva para uma das escolhas da lista publicada na Forbes.com, em relação à expressão "Eu não sei". A diretora não vê problemas em usá-la quando você realmente não sabe a resposta. É melhor usar 'eu nao sei', seguido de 'vou procurar a resposta', do que fingir que sabe. "Dizer 'eu nao sei' é sábio, desde que venha a parte da proatividade depois", diz. Confira a lista de Linnda abaixo:
1. Vou tentar
O que realmente significa: "não quero fazer, mas não vou dizer isso agora"
Como driblar: "Ponha paixão no seu trabalho", recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora - e não porque você não deu seu melhor.
2. Tanto faz
O que realmente significa: "quero me livrar desta proposta logo"
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.
3 e 4. Talvez e Eu não sei
O que significam: "não quero tomar uma decisão"
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Idealismo
Nos dias em que vivemos têm faltado à nossa adolescência e juventude modelos de heróis verdadeiros. À falta deles, elegem-se protótipos comuns e até perniciosos para serem seguidos.
Mas, o que será um verdadeiro herói?
Pode ser um anônimo incompreendido, que paga o alto preço de se ver a sós, defendendo ideias que sua consciência cataloga como as corretas.
O preço, por vezes, é bastante alto.
Em 1958, um oficial de carreira do exército romeno foi sumariamente julgado e condenado a 25 anos de prisão. Seu crime foi permitir-se criticar o sistema.
Ele era um idealista, que percebera a corrupção e ousara expor a hipocrisia do comunismo na prática, ele, que era general daquele regime.
Durante 6 anos, foi desconhecido o seu paradeiro, até que, em 1964, com a anistia a prisioneiros políticos, um estranho magro e pálido retornou para casa.
Foram apenas 8 meses em que filhos e pai buscaram superar a barreira imposta pelos anos de ausência.
Foi então que faleceu o líder romeno, autor da liberalização política do país. Com a subida ao poder de Nicolae Ceausescu, o desastre aconteceu.
A família conseguiu emigrar para os Estados Unidos, mas ele não.
Para todos os conhecidos e parentes aquele homem era um fracassado.
Atirara pela janela a brilhante carreira militar, não pensara na família, tudo porque tivera uma crise de consciência e se recusara a trair os seus princípios.
Em um diário descreve seus sentimentos na rotina do dia a dia que a prisão lhe impôs. Ele tinha 45 anos quando toda sua vida ruiu.
Diz ele: Tive todos os motivos para ser feliz, uma esposa adorável, dois filhos bonitos, carreira bem sucedida. Mas diariamente passava com minha limusine por ruas cheias de gente desesperada e faminta, aguardando eternamente mantimentos em lojas cujas prateleiras estavam vazias.
Minha mulher implorava para que eu ficasse calado e pensasse em minha família.
Queria que meus filhos crescessem órfãos?
Havia tantos prisioneiros, tantos desaparecidos!
Por que flertar com a autodestruição? O que eu esperava obter com isso?
Eu poderia ter optado por olhar em outra direção, fechar os olhos.
Mas como poderia?
Mais adiante, ele poetiza, traduzindo seu estado d´alma tranquilo:
Não me preocupo com o vento e a nevasca, nem com o frio que entra em meus ossos. Nunca na vida me senti mais livre.
Meu Espírito está intacto! Aprendi a cantar sem som e a escrever sem papel. Apesar de tudo, o homem é o ser mais maravilhoso e completo da natureza!
Por esse motivo, nunca devemos perder a fé em sua grandeza, em seu direito de ser valorizado e amado.
O herói ficou livre em 1989 e foi visitar a família nos Estados Unidos. Depois, retornou à sua pátria, para procurar nos arquivos da polícia secreta o manuscrito do seu livro, causa de sua prisão.
* * *
Os valores insignificantes, segundo a experiência de muitos, realizam obras reais na construção da vida.
Quando o homem se preocupa em adquirir os valores transitórios, desdenha a edificação interior e desconsidera a capacidade de produzir tesouros imperecíveis para o Espírito.
Mas, o que será um verdadeiro herói?
Pode ser um anônimo incompreendido, que paga o alto preço de se ver a sós, defendendo ideias que sua consciência cataloga como as corretas.
O preço, por vezes, é bastante alto.
Em 1958, um oficial de carreira do exército romeno foi sumariamente julgado e condenado a 25 anos de prisão. Seu crime foi permitir-se criticar o sistema.
Ele era um idealista, que percebera a corrupção e ousara expor a hipocrisia do comunismo na prática, ele, que era general daquele regime.
Durante 6 anos, foi desconhecido o seu paradeiro, até que, em 1964, com a anistia a prisioneiros políticos, um estranho magro e pálido retornou para casa.
Foram apenas 8 meses em que filhos e pai buscaram superar a barreira imposta pelos anos de ausência.
Foi então que faleceu o líder romeno, autor da liberalização política do país. Com a subida ao poder de Nicolae Ceausescu, o desastre aconteceu.
A família conseguiu emigrar para os Estados Unidos, mas ele não.
Para todos os conhecidos e parentes aquele homem era um fracassado.
Atirara pela janela a brilhante carreira militar, não pensara na família, tudo porque tivera uma crise de consciência e se recusara a trair os seus princípios.
Em um diário descreve seus sentimentos na rotina do dia a dia que a prisão lhe impôs. Ele tinha 45 anos quando toda sua vida ruiu.
Diz ele: Tive todos os motivos para ser feliz, uma esposa adorável, dois filhos bonitos, carreira bem sucedida. Mas diariamente passava com minha limusine por ruas cheias de gente desesperada e faminta, aguardando eternamente mantimentos em lojas cujas prateleiras estavam vazias.
Minha mulher implorava para que eu ficasse calado e pensasse em minha família.
Queria que meus filhos crescessem órfãos?
Havia tantos prisioneiros, tantos desaparecidos!
Por que flertar com a autodestruição? O que eu esperava obter com isso?
Eu poderia ter optado por olhar em outra direção, fechar os olhos.
Mas como poderia?
Mais adiante, ele poetiza, traduzindo seu estado d´alma tranquilo:
Não me preocupo com o vento e a nevasca, nem com o frio que entra em meus ossos. Nunca na vida me senti mais livre.
Meu Espírito está intacto! Aprendi a cantar sem som e a escrever sem papel. Apesar de tudo, o homem é o ser mais maravilhoso e completo da natureza!
Por esse motivo, nunca devemos perder a fé em sua grandeza, em seu direito de ser valorizado e amado.
O herói ficou livre em 1989 e foi visitar a família nos Estados Unidos. Depois, retornou à sua pátria, para procurar nos arquivos da polícia secreta o manuscrito do seu livro, causa de sua prisão.
* * *
Os valores insignificantes, segundo a experiência de muitos, realizam obras reais na construção da vida.
Quando o homem se preocupa em adquirir os valores transitórios, desdenha a edificação interior e desconsidera a capacidade de produzir tesouros imperecíveis para o Espírito.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Persistência é tudo
Muita gente acha que é difícil começar uma caminhada.
Pessoalmente penso diferente.
Para mim, mas difícil que iniciar é continuar...
De começos o mundo está cheio: os que começam um casamento, os que começam a abandonar um vício,
os que iniciam o aprendizado de uma língua e por aí vai.
Ir em frente é mais complicado.
Exige persistência e muita força de vontade.
Requer que nós olhemos para trás com sentimento de satisfação pela experiência adquirida e não com remorso
ou sensação de arrependimento.
Que nós tenhamos sonhos, mas que não vivamos de sonhos.
Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa visão.
Que escutemos os outros, mas que não desistamos de fazer o que julguemos certo, por causa deles.
Tudo isso de tão simples parece coisa de criança. E é mesmo!
Antes de aprendermos a andar precisamos: cair muitas vezes, nos machucar, chorar, ser motivo de riso,
e nem por isso tudo desistimos ou deixamos de levantar.
Nisso temos muito que aprender com as crianças.
Elas "sabem" que antes de dar os primeiros passos, é preciso ficar de pé, e antes disso é preciso engatinhar.
Que precisamos das pessoas para servir de apoio, mas, que elas não são bengalas e nós não somos aleijados.
Se todas as pessoas soubessem disso teríamos bem menos fracassados no mundo.
Gente que poderia atingir grandes coisas, mas que desiste no meio do caminho.
Diante disso só temos a agradecer a predisposição para certos aprendizados na infância.
Se fosse o contrário, para que viver?
Mas vale a pena!!!
Pessoalmente penso diferente.
Para mim, mas difícil que iniciar é continuar...
De começos o mundo está cheio: os que começam um casamento, os que começam a abandonar um vício,
os que iniciam o aprendizado de uma língua e por aí vai.
Ir em frente é mais complicado.
Exige persistência e muita força de vontade.
Requer que nós olhemos para trás com sentimento de satisfação pela experiência adquirida e não com remorso
ou sensação de arrependimento.
Que nós tenhamos sonhos, mas que não vivamos de sonhos.
Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa visão.
Que escutemos os outros, mas que não desistamos de fazer o que julguemos certo, por causa deles.
Tudo isso de tão simples parece coisa de criança. E é mesmo!
Antes de aprendermos a andar precisamos: cair muitas vezes, nos machucar, chorar, ser motivo de riso,
e nem por isso tudo desistimos ou deixamos de levantar.
Nisso temos muito que aprender com as crianças.
Elas "sabem" que antes de dar os primeiros passos, é preciso ficar de pé, e antes disso é preciso engatinhar.
Que precisamos das pessoas para servir de apoio, mas, que elas não são bengalas e nós não somos aleijados.
Se todas as pessoas soubessem disso teríamos bem menos fracassados no mundo.
Gente que poderia atingir grandes coisas, mas que desiste no meio do caminho.
Diante disso só temos a agradecer a predisposição para certos aprendizados na infância.
Se fosse o contrário, para que viver?
Mas vale a pena!!!
Divino farol
Conta-se que um Capitão, ainda bastante jovem, tinha acabado de se formar na escola de oficiais da Marinha e estava servindo num grande navio de guerra.
Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando no final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim.
Num certo momento o vigia avisou ao comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento, e o vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão.
O comandante mandou uma mensagem para o suposto navio informando que ele estava numa rota de colisão e que seria necessário mudar seu curso em vinte graus, imediatamente.
Recebeu a seguinte mensagem: "é melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente".
O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: eu sou um capitão, por favor mude seu percurso em vinte graus. Veio outra mensagem: "eu sou marinheiro de segunda classe senhor, e estou alertando que é preciso mudar o curso do seu navio, senhor."
O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: estou no comando da mais importante nau da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu curso imediatamente. Isto é uma ordem!
Então, o comandante recebeu a mensagem final: senhor é impossível mudar nossa rota. Isto aqui é um farol. E eu, sou apenas o faroleiro.
Ao longo da sua trajetória evolutiva, não foram poucas as vezes que homens investidos de cargos importantes ou em posições de destaque, têm se deixado levar pela soberba e pela vaidade, a ponto de não perceber a realidade que os cerca.
A história registrou inúmeras dessas situações, mas a mais célebre foi a ocorrida com Jesus.
Quando o Mestre de Nazaré se posicionou diante dos doutores da lei, dos poderosos, dos que se julgavam acima do bem e do mal, qual farol iluminando a noite escura dos corações, foi crucificado.
Aqueles homens não admitiam que um simples carpinteiro, sem títulos nem riquezas materiais pudesse lhes indicar o rumo que deveriam seguir para evitar o naufrágio na escuridão das próprias trevas.
Investidos dos poderes transitórios e das glórias terrenas, fecharam os olhos para a grande luz que veio à Terra para iluminar consciências e perfumar corações.
Cegos pelo brilho do ouro, desdenharam o maior tesouro já conferido à humanidade.
Pseudo-sábios, iludidos pela prepotência do falso saber, desprezaram Aquele que foi e continua sendo o Maior Sábio de que se tem notícias.
Enceguecidos pelo preconceito de raça, de casta e de religião, não aceitaram a orientação do Sublime Farol que veio a este mundo de misérias para conduzi-lo, como nau desorientada, ao porto seguro de um reinado diferente, que Ele próprio exemplificou.
E, não obstante todas as resistências oferecidas pelos poderosos daquele tempo e por alguns da atualidade, o Divino Farol continua orientando todos os que, cansados de se debater na noite escura dos sofrimentos e nas tempestades geradas pela ignorância, desejam chegar a um porto seguro.
E assim prosseguirá, até que todas as ovelhas do aprisco voltem ao Seu sublime redil... Até o final dos tempos, conforme Ele mesmo afirmou.
***
Jesus é estrela de primeira grandeza.
Fez-se, na Terra, um humilde carpinteiro para se achegar aos corações doridos daqueles que estavam dispostos a saciar a sede de esperança e seguir Seus passos luminosos.
E, embora desprezado por muitos, continua sendo o grande Farol a indicar o caminho que conduz ao Pai, através dos Seus luminosos ensinamentos.
Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando no final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim.
Num certo momento o vigia avisou ao comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento, e o vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão.
O comandante mandou uma mensagem para o suposto navio informando que ele estava numa rota de colisão e que seria necessário mudar seu curso em vinte graus, imediatamente.
Recebeu a seguinte mensagem: "é melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente".
O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: eu sou um capitão, por favor mude seu percurso em vinte graus. Veio outra mensagem: "eu sou marinheiro de segunda classe senhor, e estou alertando que é preciso mudar o curso do seu navio, senhor."
O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: estou no comando da mais importante nau da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu curso imediatamente. Isto é uma ordem!
Então, o comandante recebeu a mensagem final: senhor é impossível mudar nossa rota. Isto aqui é um farol. E eu, sou apenas o faroleiro.
Ao longo da sua trajetória evolutiva, não foram poucas as vezes que homens investidos de cargos importantes ou em posições de destaque, têm se deixado levar pela soberba e pela vaidade, a ponto de não perceber a realidade que os cerca.
A história registrou inúmeras dessas situações, mas a mais célebre foi a ocorrida com Jesus.
Quando o Mestre de Nazaré se posicionou diante dos doutores da lei, dos poderosos, dos que se julgavam acima do bem e do mal, qual farol iluminando a noite escura dos corações, foi crucificado.
Aqueles homens não admitiam que um simples carpinteiro, sem títulos nem riquezas materiais pudesse lhes indicar o rumo que deveriam seguir para evitar o naufrágio na escuridão das próprias trevas.
Investidos dos poderes transitórios e das glórias terrenas, fecharam os olhos para a grande luz que veio à Terra para iluminar consciências e perfumar corações.
Cegos pelo brilho do ouro, desdenharam o maior tesouro já conferido à humanidade.
Pseudo-sábios, iludidos pela prepotência do falso saber, desprezaram Aquele que foi e continua sendo o Maior Sábio de que se tem notícias.
Enceguecidos pelo preconceito de raça, de casta e de religião, não aceitaram a orientação do Sublime Farol que veio a este mundo de misérias para conduzi-lo, como nau desorientada, ao porto seguro de um reinado diferente, que Ele próprio exemplificou.
E, não obstante todas as resistências oferecidas pelos poderosos daquele tempo e por alguns da atualidade, o Divino Farol continua orientando todos os que, cansados de se debater na noite escura dos sofrimentos e nas tempestades geradas pela ignorância, desejam chegar a um porto seguro.
E assim prosseguirá, até que todas as ovelhas do aprisco voltem ao Seu sublime redil... Até o final dos tempos, conforme Ele mesmo afirmou.
***
Jesus é estrela de primeira grandeza.
Fez-se, na Terra, um humilde carpinteiro para se achegar aos corações doridos daqueles que estavam dispostos a saciar a sede de esperança e seguir Seus passos luminosos.
E, embora desprezado por muitos, continua sendo o grande Farol a indicar o caminho que conduz ao Pai, através dos Seus luminosos ensinamentos.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Auto-estima e qualidade de vida
2º parte
No que se refere aos nossos pensamentos, nós os utilizamos para criarmos determinados hábitos para interpretar e perceber a realidade. Entretanto, se forem mal empregados, podem abalar muito o nosso sentimento de autovalorização. A boa notícia é que se os seus pensamentos desencadeiam sentimentos que minam a sua auto-estima, isto não passa de um mau-hábito que pode ser mudado. É importante conhecer estes padrões de pensamento e hábitos para avaliar como podemos ter novas e melhores opções de perceber a realidade.
Outro conceito fundamental para a manutenção da auto-estima é a assertividade. Ter um comportamento assertivo significa tomar as suas próprias decisões sobre o que você irá ou não fazer e aceitar as conseqüências e a responsabilidade pelo seu comportamento. Ser assertivo supõe ser autêntico e estar disposto a defender as suas idéias de maneira clara e em contextos apropriados. Com auto-estima você tem autoconfiança para ser você mesmo e ser capaz de se expressar de acordo com suas próprias opiniões. Exprimir com clareza os seus desejos e necessidades não garante que você seja sempre bem-sucedido, mas é um meio de fortalecer a sua auto-estima, na medida em que você passa a assumir o controle de sua própria vida, de acordo como os seus próprios padrões e não com os dos outros. Neste sentido aprender algumas técnicas de assertividade pode fortalecer muito a sua auto-estima.
Aprender a lidar com críticas também é uma forma de manter a sua auto-estima equilibrada. Quando o perfeccionismo é levado ao extremo, ele se torna um inimigo da auto-estima: você procura seguir padrões irreais, está constantemente se desvalorizando e nunca sente que o que pensa ou faz está suficientemente bom. Abstraindo-se as reações emocionais que as críticas podem provocar, o que fere a nossa auto-estima não é só a avaliação em si, mas também a forma como ela é feita. Na grande maioria das vezes, as críticas são feitas sem o menor tato ou habilidade e podemos ser pegos de surpresa quando menos esperarmos. Neste sentido, quando se trata de críticas é útil dissociar o conteúdo da crítica da forma que ela está sendo que a crítica é apresentada.
A qualidade dos nossos relacionamentos tem um grande impacto na qualidade de nossas vidas, inclusive na construção e no fortalecimento da nossa auto-estima. Embora o conceito de confiança seja abstrato, sem ele não poderíamos desenvolver bons relacionamentos. A idéia é aumentar as suas ações para construir um relacionamento baseado na confiança. Você não precisa contar tudo a respeito da sua vida para seu parceiro(a) mas precisa ser honesto no que decidir contar, se deseja construir um relacionamento baseado na confiança.
Seja congruente consigo mesmo e com seu parceiro. Faça com que suas ações sejam uma expressão das suas palavras, e cumpra com o combinado, crie empatia suficiente para entender o ponto de vista dele e fique genuinamente interessado nele encontrando objetivos em comum.
A sua atividade profissional também pode ser uma fonte de realização e pode fortalecer a sua auto-estima. Estamos sempre sujeitos a mudanças e desafios e só teremos autoconfiança para respondermos eficazmente ao novo e se formos capazes de nos libertar de hábitos irrelevantes. Não se trata de fazer mudanças sem nenhum tipo de critério. A idéia é criar uma mudança produtiva: mudamos o que é necessário para nos adaptarmos a uma nova situação, ao mesmo tempo em que mantemos estáveis alguns dos aspectos que consideramos importantes em nossas vidas. Lembre que o relacionamento que você constrói – seja com seus clientes, com seu pessoal, amigos ou qualquer outra pessoa – não é imutável. Se
No que se refere aos nossos pensamentos, nós os utilizamos para criarmos determinados hábitos para interpretar e perceber a realidade. Entretanto, se forem mal empregados, podem abalar muito o nosso sentimento de autovalorização. A boa notícia é que se os seus pensamentos desencadeiam sentimentos que minam a sua auto-estima, isto não passa de um mau-hábito que pode ser mudado. É importante conhecer estes padrões de pensamento e hábitos para avaliar como podemos ter novas e melhores opções de perceber a realidade.
Outro conceito fundamental para a manutenção da auto-estima é a assertividade. Ter um comportamento assertivo significa tomar as suas próprias decisões sobre o que você irá ou não fazer e aceitar as conseqüências e a responsabilidade pelo seu comportamento. Ser assertivo supõe ser autêntico e estar disposto a defender as suas idéias de maneira clara e em contextos apropriados. Com auto-estima você tem autoconfiança para ser você mesmo e ser capaz de se expressar de acordo com suas próprias opiniões. Exprimir com clareza os seus desejos e necessidades não garante que você seja sempre bem-sucedido, mas é um meio de fortalecer a sua auto-estima, na medida em que você passa a assumir o controle de sua própria vida, de acordo como os seus próprios padrões e não com os dos outros. Neste sentido aprender algumas técnicas de assertividade pode fortalecer muito a sua auto-estima.
Aprender a lidar com críticas também é uma forma de manter a sua auto-estima equilibrada. Quando o perfeccionismo é levado ao extremo, ele se torna um inimigo da auto-estima: você procura seguir padrões irreais, está constantemente se desvalorizando e nunca sente que o que pensa ou faz está suficientemente bom. Abstraindo-se as reações emocionais que as críticas podem provocar, o que fere a nossa auto-estima não é só a avaliação em si, mas também a forma como ela é feita. Na grande maioria das vezes, as críticas são feitas sem o menor tato ou habilidade e podemos ser pegos de surpresa quando menos esperarmos. Neste sentido, quando se trata de críticas é útil dissociar o conteúdo da crítica da forma que ela está sendo que a crítica é apresentada.
A qualidade dos nossos relacionamentos tem um grande impacto na qualidade de nossas vidas, inclusive na construção e no fortalecimento da nossa auto-estima. Embora o conceito de confiança seja abstrato, sem ele não poderíamos desenvolver bons relacionamentos. A idéia é aumentar as suas ações para construir um relacionamento baseado na confiança. Você não precisa contar tudo a respeito da sua vida para seu parceiro(a) mas precisa ser honesto no que decidir contar, se deseja construir um relacionamento baseado na confiança.
Seja congruente consigo mesmo e com seu parceiro. Faça com que suas ações sejam uma expressão das suas palavras, e cumpra com o combinado, crie empatia suficiente para entender o ponto de vista dele e fique genuinamente interessado nele encontrando objetivos em comum.
A sua atividade profissional também pode ser uma fonte de realização e pode fortalecer a sua auto-estima. Estamos sempre sujeitos a mudanças e desafios e só teremos autoconfiança para respondermos eficazmente ao novo e se formos capazes de nos libertar de hábitos irrelevantes. Não se trata de fazer mudanças sem nenhum tipo de critério. A idéia é criar uma mudança produtiva: mudamos o que é necessário para nos adaptarmos a uma nova situação, ao mesmo tempo em que mantemos estáveis alguns dos aspectos que consideramos importantes em nossas vidas. Lembre que o relacionamento que você constrói – seja com seus clientes, com seu pessoal, amigos ou qualquer outra pessoa – não é imutável. Se
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Auto-estima e qualidade de vida
1º parte
.A auto-estima pode ser conceituada de várias maneiras, uma delas é a avaliação favorável de si mesmo, e nós fazemos uma série de auto-avaliações de diferentes aspectos da nossa vida. Assim, é possível ter uma boa auto-estima com relação ao nosso trabalho e uma baixa auto-estima no que diz respeito à nossa aparência física. A auto-estima não é algo que se tem ou não, ela pode ser desenvolvida.
Escutamos muito falar sobre auto-estima, mas nem sempre é claro o porquê da sua importância. Na realidade, o conceito que a pessoa tem de si mesma influencia todas as suas experiências de vida. A construção de uma boa auto-estima não é um remédio para todos os males, mas é indiscutível que sentir-se bem com relação a si mesmo é um ingrediente fundamental para ter força e segurança para enfrentar os novos desafios da vida. Se levarmos em conta que enfrentamos quotidianamente novas situações e que nem sempre nos sentimos confiantes, é útil ter auto-estima suficiente para encarar estas mudanças.
Ter uma auto-estima fortalecida não significa que nunca nos sentiremos deprimidos, confusos ou ansiosos, mas ter um bom autoconceito é garantia de sentir-se autoconfiante e poder contar com seus próprios recursos para superar um momento difícil. As pessoas com baixa auto-estima têm, em geral, problemas de adaptação a mudanças, pois não tem certeza se podem contar consigo mesmas em determinadas situações.
Levando-se em conta que o nosso autoconceito pode se modificar em função das nossas experiências, nós temos a responsabilidade e a possibilidade de fazê-los evoluir positivamente. Se você deseja fortalecer a sua auto-estima, melhorá-la, ou motivar as pessoas que estão ao seu redor, você encontrará vários conceitos e estratégias úteis para este fim desde a maneira que você cuida de seu corpo até mudanças de determinados padrões de pensamentos.
No que diz respeito ao seu corpo, prestar atenção em si mesmo é a base da auto-estima. Ela amplia a autoconsciência e é também fundamental para a saúde. A cada momento, o corpo nos dá um feedback sobre nosso estado. Neste sentido, passamos a entender o quão importante é prestar atenção em nós mesmos, em nosso corpo, em nossas experiências e, sobretudo, em nosso momento atual. A conexão estabelecida entre o corpo e a mente leva-nos a seguinte conclusão: você não pode criar a expectativa de se sentir bem se ignorar as necessidades do seu corpo.
Uma atitude de respeito e cuidado com o corpo – refletida em práticas de saúde sensatas – tende a influenciar positivamente os sentimentos de alguém em relação à sua própria essência. Todo o tempo investido na sua saúde física tende a melhorar a sua saúde mental. Na prática, isto significa ter um estilo de vida saudável: durma o suficiente, mexa-se, alimente-se de forma saudável, relaxe, respire.
Quanto às nossas crenças e valores, alguns deles podem ser motivadores, permitindo-nos opções de escolha e liberdade congruentes com as nossas vontades. Outros podem arruinar pouco a pouco nossa auto-estima oprimindo-nos e restringindo as nossas ações inadequadamente. Certas crenças inflexíveis podem criar modelos rígidos de comportamento, favorecendo a sensação de culpa, se não as seguirmos cegamente. A proposta é poder avaliar se as suas crenças e valores o conduzem para os resultados que você deseja ou se arruínam a sua auto-estima.
.A auto-estima pode ser conceituada de várias maneiras, uma delas é a avaliação favorável de si mesmo, e nós fazemos uma série de auto-avaliações de diferentes aspectos da nossa vida. Assim, é possível ter uma boa auto-estima com relação ao nosso trabalho e uma baixa auto-estima no que diz respeito à nossa aparência física. A auto-estima não é algo que se tem ou não, ela pode ser desenvolvida.
Escutamos muito falar sobre auto-estima, mas nem sempre é claro o porquê da sua importância. Na realidade, o conceito que a pessoa tem de si mesma influencia todas as suas experiências de vida. A construção de uma boa auto-estima não é um remédio para todos os males, mas é indiscutível que sentir-se bem com relação a si mesmo é um ingrediente fundamental para ter força e segurança para enfrentar os novos desafios da vida. Se levarmos em conta que enfrentamos quotidianamente novas situações e que nem sempre nos sentimos confiantes, é útil ter auto-estima suficiente para encarar estas mudanças.
Ter uma auto-estima fortalecida não significa que nunca nos sentiremos deprimidos, confusos ou ansiosos, mas ter um bom autoconceito é garantia de sentir-se autoconfiante e poder contar com seus próprios recursos para superar um momento difícil. As pessoas com baixa auto-estima têm, em geral, problemas de adaptação a mudanças, pois não tem certeza se podem contar consigo mesmas em determinadas situações.
Levando-se em conta que o nosso autoconceito pode se modificar em função das nossas experiências, nós temos a responsabilidade e a possibilidade de fazê-los evoluir positivamente. Se você deseja fortalecer a sua auto-estima, melhorá-la, ou motivar as pessoas que estão ao seu redor, você encontrará vários conceitos e estratégias úteis para este fim desde a maneira que você cuida de seu corpo até mudanças de determinados padrões de pensamentos.
No que diz respeito ao seu corpo, prestar atenção em si mesmo é a base da auto-estima. Ela amplia a autoconsciência e é também fundamental para a saúde. A cada momento, o corpo nos dá um feedback sobre nosso estado. Neste sentido, passamos a entender o quão importante é prestar atenção em nós mesmos, em nosso corpo, em nossas experiências e, sobretudo, em nosso momento atual. A conexão estabelecida entre o corpo e a mente leva-nos a seguinte conclusão: você não pode criar a expectativa de se sentir bem se ignorar as necessidades do seu corpo.
Uma atitude de respeito e cuidado com o corpo – refletida em práticas de saúde sensatas – tende a influenciar positivamente os sentimentos de alguém em relação à sua própria essência. Todo o tempo investido na sua saúde física tende a melhorar a sua saúde mental. Na prática, isto significa ter um estilo de vida saudável: durma o suficiente, mexa-se, alimente-se de forma saudável, relaxe, respire.
Quanto às nossas crenças e valores, alguns deles podem ser motivadores, permitindo-nos opções de escolha e liberdade congruentes com as nossas vontades. Outros podem arruinar pouco a pouco nossa auto-estima oprimindo-nos e restringindo as nossas ações inadequadamente. Certas crenças inflexíveis podem criar modelos rígidos de comportamento, favorecendo a sensação de culpa, se não as seguirmos cegamente. A proposta é poder avaliar se as suas crenças e valores o conduzem para os resultados que você deseja ou se arruínam a sua auto-estima.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Como se manter ocupado enquanto estiver desempregado?
2º parte
pessoas diferentes. Escrever artigos para publicações do trade ou dar palestras voluntariamente em um seminário sobre sua área também surtem o mesmo efeito.
Trabalho de consultoria
Infelizmente, suas despesas não terminam quando seu último salário acaba. Mas antes que você recorra a suas economias, considere utilizar suas habilidades e experiências adquiridas enquanto estava empregado. Deixe seus antigos clientes e contatos saberem que você está disponível para realizar trabalhos de consultoria freelance.
Mesmo um trabalho voluntário ajudará a cobrir a lacuna em seu currículo. A consultoria não apenas mantém seus conhecimentos atualizados, como também demonstra sua determinação para procurar trabalho, além de poder abrir novas oportunidades de carreira.
Se você demonstra aos empregadores que tem feito tudo a seu alcance para encontrar uma nova posição no mercado de trabalho e manter suas habilidades e conhecimentos atualizados, a maioria irá ignorar o fato de você estar desempregado.
pessoas diferentes. Escrever artigos para publicações do trade ou dar palestras voluntariamente em um seminário sobre sua área também surtem o mesmo efeito.
Trabalho de consultoria
Infelizmente, suas despesas não terminam quando seu último salário acaba. Mas antes que você recorra a suas economias, considere utilizar suas habilidades e experiências adquiridas enquanto estava empregado. Deixe seus antigos clientes e contatos saberem que você está disponível para realizar trabalhos de consultoria freelance.
Mesmo um trabalho voluntário ajudará a cobrir a lacuna em seu currículo. A consultoria não apenas mantém seus conhecimentos atualizados, como também demonstra sua determinação para procurar trabalho, além de poder abrir novas oportunidades de carreira.
Se você demonstra aos empregadores que tem feito tudo a seu alcance para encontrar uma nova posição no mercado de trabalho e manter suas habilidades e conhecimentos atualizados, a maioria irá ignorar o fato de você estar desempregado.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Como se manter ocupado enquanto estiver desempregado?
1º parte
Confira dicas da empresa Monster Brasil dá dicas para desenvolver atividades que facilitam a recolocação
"Recolocação e Reorganização" são as regras nos dias de hoje. Mas, embora possa haver algum consolo no fato de que muitas corporações freqüentemente enxugam o quadro de funcionários, para quem está desempregado - seja há um mês ou há um ano - a situação é incômoda e pode levar a pessoa a sentir-se mal.
Em toda entrevista a que você comparece existe o temor da pergunta "por que está desempregado por tanto tempo?". Veja alguns conselhos da empresa Monster Brasil para minimizar possíveis dúvidas de seus futuros empregadores e maximizar suas chances de ser empregado.
Mantenha suas habilidades atualizadas
Quando você está fora do mercado de trabalho por um longo período, precisa trabalhar duro na busca por uma colocação, o que significa que você precisa encontrar meios de incrementar suas habilidades. Mantenha-se atualizado quanto às novas tendências do mercado, lendo jornais de sua área, fazendo um curso de carreira e participando de eventos.
Networking
Lembre que nem todos os empregos são anunciados das maneiras mais convencionais. Avise seus amigos e ex-colegas que está procurando emprego e pergunte se eles conhecem alguma empresa que possua cargos que se encaixam em seu perfil. Boca-a-boca é a melhor ferramenta de promoção, então procure usá-la ao máximo.
Networking online também traz benefícios, especialmente se você criar um blog e escrever sobre a sua área de trabalho. O blog mostrará aos potenciais empregadores seu conhecimento sobre o mercado e o colocará em contato com
Confira dicas da empresa Monster Brasil dá dicas para desenvolver atividades que facilitam a recolocação
"Recolocação e Reorganização" são as regras nos dias de hoje. Mas, embora possa haver algum consolo no fato de que muitas corporações freqüentemente enxugam o quadro de funcionários, para quem está desempregado - seja há um mês ou há um ano - a situação é incômoda e pode levar a pessoa a sentir-se mal.
Em toda entrevista a que você comparece existe o temor da pergunta "por que está desempregado por tanto tempo?". Veja alguns conselhos da empresa Monster Brasil para minimizar possíveis dúvidas de seus futuros empregadores e maximizar suas chances de ser empregado.
Mantenha suas habilidades atualizadas
Quando você está fora do mercado de trabalho por um longo período, precisa trabalhar duro na busca por uma colocação, o que significa que você precisa encontrar meios de incrementar suas habilidades. Mantenha-se atualizado quanto às novas tendências do mercado, lendo jornais de sua área, fazendo um curso de carreira e participando de eventos.
Networking
Lembre que nem todos os empregos são anunciados das maneiras mais convencionais. Avise seus amigos e ex-colegas que está procurando emprego e pergunte se eles conhecem alguma empresa que possua cargos que se encaixam em seu perfil. Boca-a-boca é a melhor ferramenta de promoção, então procure usá-la ao máximo.
Networking online também traz benefícios, especialmente se você criar um blog e escrever sobre a sua área de trabalho. O blog mostrará aos potenciais empregadores seu conhecimento sobre o mercado e o colocará em contato com
Profissionais criativos se destacam em empresas. Saiba como ser um!
A criatividade proporciona inúmeros benefícios para as organizações. Cobiçados pelo mercado, profissionais com esse talento são capazes de produzir ideias, fazer algo novo ou original, propor soluções novas a problemas antigos ou soluções inéditas a problemas novos.
A criatividade proporciona inúmeros benefícios para as organizações. Cobiçados pelo mercado, profissionais com esse talento são capazes de produzir ideias, fazer algo novo ou original, propor soluções novas a problemas antigos ou soluções inéditas a problemas novos.
E, ao contrário do que se imagina, a criatividade não é inata. "Ela pode ser aprendida e desenvolvida, sendo sempre suscetível de melhora", explica Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da Human Brasil, especializada na seleção e recrutamento de talentos, formação, desenvolvimento e consultoria estratégica de pessoas nas organizações.
Na prática, segundo o especialista, conhecimento não é o mesmo que criatividade. "A imaginação transcende o conhecimento. Portanto, se você quiser ser criativo, primeiro esqueça o que sabe", completa.
Fernando Montero afirma que algumas barreiras são encontradas na prática e exercício desta competência, como a incapacidade de mudar as respostas de sempre, do tipo "em time que está ganhando não se mexe", e bloqueios sociais, culturais ou emocionais, como, por exemplo, medo, dúvidas ou insegurança.
O consultor de RH lista algumas dicas para a aplicação dos princípios de criatividade:
1) Decida ser criativo
2) Busque sempre mais de uma solução (ou várias alternativas)
3) Escreva todas as suas ideias e as analise minuciosamente
4) Defina teus objetivos
5) Utilize o pensamento divergente e haja com flexibilidade
6) Considere o problema dos outros como oportunidades e desafios
7) Aprenda a assumir riscos e atreva-se a ser diferente
8) Desafie normas e suposições. Procure ser menos racional.
9) Utilize o humor
10) Tome o tempo que seja necessário para cumprir suas tarefas. Fazer as coisas com calma (quando se pode) aumenta a produtividade e a eficácia
11) Seja persistente
12) Viva o presente
13) Desfrute de momentos de lazer. A qualidade de vida depende de como se emprega o tempo livre.
"O comportamento criativo das pessoas é algo perceptível, pois estas se destacam dos demais membros da organização pela grande variedade de ideias e soluções originais que propõem. E também porque ignoram a forma convencional de pensar", afirma Fernando Montero.
A criatividade proporciona inúmeros benefícios para as organizações. Cobiçados pelo mercado, profissionais com esse talento são capazes de produzir ideias, fazer algo novo ou original, propor soluções novas a problemas antigos ou soluções inéditas a problemas novos.
E, ao contrário do que se imagina, a criatividade não é inata. "Ela pode ser aprendida e desenvolvida, sendo sempre suscetível de melhora", explica Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da Human Brasil, especializada na seleção e recrutamento de talentos, formação, desenvolvimento e consultoria estratégica de pessoas nas organizações.
Na prática, segundo o especialista, conhecimento não é o mesmo que criatividade. "A imaginação transcende o conhecimento. Portanto, se você quiser ser criativo, primeiro esqueça o que sabe", completa.
Fernando Montero afirma que algumas barreiras são encontradas na prática e exercício desta competência, como a incapacidade de mudar as respostas de sempre, do tipo "em time que está ganhando não se mexe", e bloqueios sociais, culturais ou emocionais, como, por exemplo, medo, dúvidas ou insegurança.
O consultor de RH lista algumas dicas para a aplicação dos princípios de criatividade:
1) Decida ser criativo
2) Busque sempre mais de uma solução (ou várias alternativas)
3) Escreva todas as suas ideias e as analise minuciosamente
4) Defina teus objetivos
5) Utilize o pensamento divergente e haja com flexibilidade
6) Considere o problema dos outros como oportunidades e desafios
7) Aprenda a assumir riscos e atreva-se a ser diferente
8) Desafie normas e suposições. Procure ser menos racional.
9) Utilize o humor
10) Tome o tempo que seja necessário para cumprir suas tarefas. Fazer as coisas com calma (quando se pode) aumenta a produtividade e a eficácia
11) Seja persistente
12) Viva o presente
13) Desfrute de momentos de lazer. A qualidade de vida depende de como se emprega o tempo livre.
"O comportamento criativo das pessoas é algo perceptível, pois estas se destacam dos demais membros da organização pela grande variedade de ideias e soluções originais que propõem. E também porque ignoram a forma convencional de pensar", afirma Fernando Montero.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A oportunidade que se perdeu
"A oportunidade que se perdeu" é o título de um recente artigo do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, publicado em um periódico de grande circulação nacional.
O ensaio versa sobre como está o mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:
"As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida."
No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas raiava uma esperança.
Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.
Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta terra um lugar menos perigoso de se viver."
E assim o autor continua lembrando tudo que já poderia estar diferente no mundo e ainda não está, por que muitos líderes não perceberam que uma grande oportunidade estava sendo concedida a terra: a de recomeçar.
A transformação do mundo passa primeiro pela nossa própria reforma.
Esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas pessoais, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.
Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos.
A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.
Imaginemos que a vida está nos dizendo: pare um pouco; pense; reflita; recomece.
Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprender lições preciosas.
Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: o que a vida está tentando me ensinar? Quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas destas experiências, passaria a viver sem medos, e com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste mundo.
A revolta, a indignação e a vingança, apenas complicam o problema, enquanto a compreensão e a resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.
***
A vida está nos dando oportunidades constantemente.
Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.
E essas lições vêm de todos os lados. Pode ser num encontro casual na via pública; numa frase que lemos num painel de propaganda; num comercial de tv; num livro; num filme; em uma palestra edificante.
Quando algo lhe surpreender em seus dias procure para e pensar e se perguntar: o que a vida está tentando me ensinar?
O ensaio versa sobre como está o mundo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e apresenta uma visão muito interessante que se inicia através das seguintes palavras:
"As mortes, a dor, o medo e o luto não esgotam o assunto. Não bastasse isso, não bastasse a barbárie levada a limites impensáveis, o 11 de setembro deixou outro legado desastroso: o da oportunidade perdida."
No dia 12 de setembro de 2001, junto com o pânico, com o choro, com os trabalhos de resgate entre os escombros das torres gêmeas raiava uma esperança.
Aquele terrível evento poderia ser o ponto de partida para um mundo mais amigo.
Era hora de agir em favor de um mundo menos conflitante e menos injusto. De congregar as nações em busca de soluções que tornassem o planeta terra um lugar menos perigoso de se viver."
E assim o autor continua lembrando tudo que já poderia estar diferente no mundo e ainda não está, por que muitos líderes não perceberam que uma grande oportunidade estava sendo concedida a terra: a de recomeçar.
A transformação do mundo passa primeiro pela nossa própria reforma.
Esta é uma lição que podemos aplicar também em nossas vidas pessoais, através de uma visão diferente sobre o sofrimento que nos alcança.
Toda dor que surge em nossa vida é uma oportunidade grandiosa que recebemos.
A oportunidade de amadurecer, de crescer, de reescrever nossas histórias, de recomeçar.
Imaginemos que a vida está nos dizendo: pare um pouco; pense; reflita; recomece.
Um acontecimento desagradável; um flagelo destruidor; uma enfermidade; a partida de alguém; são chances que a vida nos dá para aprender lições preciosas.
Aquele de nós que tivesse o equilíbrio de perguntar: o que a vida está tentando me ensinar? Quando atingido por qualquer tipo de sofrimento, e conseguisse perceber as razões profundas destas experiências, passaria a viver sem medos, e com uma consciência espiritual fabulosa sobre as coisas deste mundo.
A revolta, a indignação e a vingança, apenas complicam o problema, enquanto a compreensão e a resignação colocam-nos no caminho de resolvê-lo por completo.
***
A vida está nos dando oportunidades constantemente.
Será extremamente sábio aquele que conseguir perceber esses convites, essas lições, e extrair delas as forças para as mudanças necessárias.
E essas lições vêm de todos os lados. Pode ser num encontro casual na via pública; numa frase que lemos num painel de propaganda; num comercial de tv; num livro; num filme; em uma palestra edificante.
Quando algo lhe surpreender em seus dias procure para e pensar e se perguntar: o que a vida está tentando me ensinar?
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Motivação
Talvez o primeiro ponto que há de se entender, em relação ao consumidor, seja a motivação. Com raras exceções, um ser humano não consumirá nada se não estiver motivado a comprar.
A motivação envolve atividades as quais nos levam a um determinado objetivo. Podemos nos tornar motivados ou estimulados por meio de necessidades internas ou externas que podem ser de caráter fisiológico ou psicológico.
Se por algum motivo, ficarmos sem tomar água por algum tempo, o nosso organismo reagirá de uma forma tal que, constantemente, nos sentiremos compelidos a buscar nosso objetivo, ou seja, saciar a sede. O comportamento motivado tenderá a prosseguir até que nosso objetivo seja alcançado, de forma a reduzir a tensão que estamos sentindo.
Muitas vezes conseguimos driblar a necessidade com outro aspecto. Se estamos com sono, por exemplo, todo nosso comportamento se voltará a perseguir o objetivo de acabar com o sono, ou seja dormir. Se, no entanto, alguma outra coisa nos motivar – um filme na televisão, por exemplo, ou uma reunião de amigos – o nosso comportamento fará com que os sintomas de sono sejam temporariamente esquecidos.
A estimulação interna, no entanto, pode não ser de ordem fisiológica, remetendo o indivíduo à fantasia. Mesmo sem estar com sede, ao imaginar uma garrafa de Coca-Cola gelada, pode me fazer sentir todos os sintomas da sede, desta vez não porque meu organismo necessita de água, mas porque a minha imaginação pôs em funcionamento os mecanismos do corpo que me fariam sentir a mesma sede.
Da mesma forma, um estímulo externo, como a visão de um grupo de amigos tomando uma cerveja, pode ocasionar os mesmos sintomas.
Nos três casos sempre haverá uma espécie de aprendizado adequado à satisfação de saciar a sede. Haverá então uma vontade que se manifestará de forma física, o que nos fará ir ao bar ou supermercado mais próximo e comprar um refrigerante ou cerveja.
Estes exemplos se baseiam em impulsos que se manifestam de forma fisiológica. Grande parte dos nossos impulsos nos remetem, em sua origem, a saciar as necessidades básicas, como a sede, sono, fome, proteção do corpo contra frio, calor e outros.
Poucos estudos se fizeram em relação ao consumidor sobre estas necessidades, que são consideradas básicas. Sabe-se muito sobre as necessidades de comer, beber, dormir, mas, na realidade, não interessa à sociedade de consumo que um ser humano tem que comer, beber ou vestir algo. O que interessa na realidade, ao mercado, é o estudo do que comer, o que vestir e o que beber, ou quando uma pessoa escolhe determinado alimento ou bebida para saciar a sua fome e sede, entender quais foram os motivos que levaram a pessoa àquela escolha. Estas são as necessidades secundárias, que englobam hábitos alimentares orientados por normas, princípios e valores de uma determinada sociedade ou grupo social.
Estas necessidades são de origem psicológica ou social. Sentir sede, por exemplo, é uma necessidade biológica, é uma necessidade básica. Não tomar refrigerantes para poder emagrecer, no entanto, é uma necessidade de cunho social.
Usar um casaco no frio é necessidade básica. Usar um casaco Pierre Cardin de 3.000 Reais é uma necessidade de aceitação social, ou secundária.
O mais interessante é que as necessidades primárias não interferem na escolha ou determinação de um produto. As secundárias, sim. Todos sabem que, antes de morrer de fome, um ser humano se submete a comer coisas que não comeria em sua sã consciência, quando houvessem outras opções. No dia a dia, entretanto, as necessidades secundárias agem de forma inesperada no indivíduo, fazendo-o escolher determinada marca de alimento, bebida ou roupa, sem ao menos saber por que.
A motivação envolve atividades as quais nos levam a um determinado objetivo. Podemos nos tornar motivados ou estimulados por meio de necessidades internas ou externas que podem ser de caráter fisiológico ou psicológico.
Se por algum motivo, ficarmos sem tomar água por algum tempo, o nosso organismo reagirá de uma forma tal que, constantemente, nos sentiremos compelidos a buscar nosso objetivo, ou seja, saciar a sede. O comportamento motivado tenderá a prosseguir até que nosso objetivo seja alcançado, de forma a reduzir a tensão que estamos sentindo.
Muitas vezes conseguimos driblar a necessidade com outro aspecto. Se estamos com sono, por exemplo, todo nosso comportamento se voltará a perseguir o objetivo de acabar com o sono, ou seja dormir. Se, no entanto, alguma outra coisa nos motivar – um filme na televisão, por exemplo, ou uma reunião de amigos – o nosso comportamento fará com que os sintomas de sono sejam temporariamente esquecidos.
A estimulação interna, no entanto, pode não ser de ordem fisiológica, remetendo o indivíduo à fantasia. Mesmo sem estar com sede, ao imaginar uma garrafa de Coca-Cola gelada, pode me fazer sentir todos os sintomas da sede, desta vez não porque meu organismo necessita de água, mas porque a minha imaginação pôs em funcionamento os mecanismos do corpo que me fariam sentir a mesma sede.
Da mesma forma, um estímulo externo, como a visão de um grupo de amigos tomando uma cerveja, pode ocasionar os mesmos sintomas.
Nos três casos sempre haverá uma espécie de aprendizado adequado à satisfação de saciar a sede. Haverá então uma vontade que se manifestará de forma física, o que nos fará ir ao bar ou supermercado mais próximo e comprar um refrigerante ou cerveja.
Estes exemplos se baseiam em impulsos que se manifestam de forma fisiológica. Grande parte dos nossos impulsos nos remetem, em sua origem, a saciar as necessidades básicas, como a sede, sono, fome, proteção do corpo contra frio, calor e outros.
Poucos estudos se fizeram em relação ao consumidor sobre estas necessidades, que são consideradas básicas. Sabe-se muito sobre as necessidades de comer, beber, dormir, mas, na realidade, não interessa à sociedade de consumo que um ser humano tem que comer, beber ou vestir algo. O que interessa na realidade, ao mercado, é o estudo do que comer, o que vestir e o que beber, ou quando uma pessoa escolhe determinado alimento ou bebida para saciar a sua fome e sede, entender quais foram os motivos que levaram a pessoa àquela escolha. Estas são as necessidades secundárias, que englobam hábitos alimentares orientados por normas, princípios e valores de uma determinada sociedade ou grupo social.
Estas necessidades são de origem psicológica ou social. Sentir sede, por exemplo, é uma necessidade biológica, é uma necessidade básica. Não tomar refrigerantes para poder emagrecer, no entanto, é uma necessidade de cunho social.
Usar um casaco no frio é necessidade básica. Usar um casaco Pierre Cardin de 3.000 Reais é uma necessidade de aceitação social, ou secundária.
O mais interessante é que as necessidades primárias não interferem na escolha ou determinação de um produto. As secundárias, sim. Todos sabem que, antes de morrer de fome, um ser humano se submete a comer coisas que não comeria em sua sã consciência, quando houvessem outras opções. No dia a dia, entretanto, as necessidades secundárias agem de forma inesperada no indivíduo, fazendo-o escolher determinada marca de alimento, bebida ou roupa, sem ao menos saber por que.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Dicas de Sucesso !
1º parte
Muitas vezes o candidato não consegue ser selecionado para uma determinada oportunidade de emprego por falhas primárias. Abaixo estão algumas dicas para seu sucesso.
• Leia atentamente o anúncio da vaga e verifique se você atende os pré-requisitos para o cargo. Não candidate-se à vaga se você não estiver enquadrado no perfil solicitado.
• Quando for enviar currículo por e-mail, a menos que o anúncio peça o contrário, jamais envie como anexo. Cole seu currículo no corpo do e-mail, pois a maior parte das empresas não abre anexos.
• Se o anúncio pede que o candidato envie pretensão salarial, informe a sua pretensão salarial. Não use jamais coisas do tipo “prefiro conversar pessoalmente”, “deixo em aberto”, etc. Não informar sua pretensão salarial ao responder um anúncio que a pede na maior parte das vezes é visto como insegurança e essa não é uma qualidade que uma empresa procura em seus colaboradores.
• Se o anúncio pede que você insira uma determinada palavra ou expressão no assunto do e-mail não esqueça de fazê-lo.
• Quando for enviar o currículo por e-mail envie para o e-mail que está no anúncio e não para o e-mail do nosso blog. Pode parecer óbvio mas vocês ficariam surpresos com a quantidade de currículos que recebemos.
• Tenha um endereço de e-mail exclusivo para assuntos sérios como a candidatura a um emprego. Isso evita que você perca uma eventual convocação para uma entrevista por ela ter ficado perdida no meio de montes e montes de mensagens pessoais.
• Muito cuidado com o correto uso da língua portuguesa ao elaborar seu currículo.
• A apresentação pessoal é muito importante na hora de uma entrevista, jamais descuide desse ponto.
Muitas vezes o candidato não consegue ser selecionado para uma determinada oportunidade de emprego por falhas primárias. Abaixo estão algumas dicas para seu sucesso.
• Leia atentamente o anúncio da vaga e verifique se você atende os pré-requisitos para o cargo. Não candidate-se à vaga se você não estiver enquadrado no perfil solicitado.
• Quando for enviar currículo por e-mail, a menos que o anúncio peça o contrário, jamais envie como anexo. Cole seu currículo no corpo do e-mail, pois a maior parte das empresas não abre anexos.
• Se o anúncio pede que o candidato envie pretensão salarial, informe a sua pretensão salarial. Não use jamais coisas do tipo “prefiro conversar pessoalmente”, “deixo em aberto”, etc. Não informar sua pretensão salarial ao responder um anúncio que a pede na maior parte das vezes é visto como insegurança e essa não é uma qualidade que uma empresa procura em seus colaboradores.
• Se o anúncio pede que você insira uma determinada palavra ou expressão no assunto do e-mail não esqueça de fazê-lo.
• Quando for enviar o currículo por e-mail envie para o e-mail que está no anúncio e não para o e-mail do nosso blog. Pode parecer óbvio mas vocês ficariam surpresos com a quantidade de currículos que recebemos.
• Tenha um endereço de e-mail exclusivo para assuntos sérios como a candidatura a um emprego. Isso evita que você perca uma eventual convocação para uma entrevista por ela ter ficado perdida no meio de montes e montes de mensagens pessoais.
• Muito cuidado com o correto uso da língua portuguesa ao elaborar seu currículo.
• A apresentação pessoal é muito importante na hora de uma entrevista, jamais descuide desse ponto.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Quando eu morrer
Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.
É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.
As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.
Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.
Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.
Pensou em seu funeral e o que ele poderia significar para o mundo.
Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.
A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.
Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:
"Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de ‘morte’.
Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.
Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.
Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...
Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.
E se conseguirem alguém para fazer o ‘discurso fúnebre’, digam-lhe para não falar muito.
Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!
Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!
Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.
Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.
Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.
Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.
Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.
Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.
Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!
E isto é tudo o que eu tenho a dizer:
Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante
Se eu puder animar alguém com uma canção
Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo
Se eu puder cumprir meu dever cristão
Se eu puder levar a salvação para alguém
Se eu puder divulgar a mensagem que o Senhor deixou...
Então, minha vida não terá sido em vão."
O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.
Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.
Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.
Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.
Morreu assassinado, conforme previra.
Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.
E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.
O epitáfio diz: "Enfim livre, enfim livre!
Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!"
Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.
Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.
Nesse dia, o mundo será muito melhor.
É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.
As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.
Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.
Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.
Pensou em seu funeral e o que ele poderia significar para o mundo.
Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.
A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.
Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:
"Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de ‘morte’.
Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.
Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.
Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...
Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.
E se conseguirem alguém para fazer o ‘discurso fúnebre’, digam-lhe para não falar muito.
Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!
Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!
Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.
Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.
Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.
Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.
Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.
Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.
Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!
E isto é tudo o que eu tenho a dizer:
Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante
Se eu puder animar alguém com uma canção
Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo
Se eu puder cumprir meu dever cristão
Se eu puder levar a salvação para alguém
Se eu puder divulgar a mensagem que o Senhor deixou...
Então, minha vida não terá sido em vão."
O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.
Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.
Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.
Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.
Morreu assassinado, conforme previra.
Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.
E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.
O epitáfio diz: "Enfim livre, enfim livre!
Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!"
Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.
Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.
Nesse dia, o mundo será muito melhor.
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