Alexandre Magno, também conhecido como "Alexandre, o Grande", é considerado por muitos o maior gênio militar da história.
Enquanto viveu, não conheceu a derrota.
Alexandre nasceu no ano 356 a.c. Sucedeu o pai no trono aos 20 anos.
Quando criança, estudou com o filósofo Aristóteles. Desde cedo mostrou sua habilidade militar, tanto que com 16 anos já tinha recebido o comando de um exército, aos 18 comandou a cavalaria do rei Filipe na conquista de Atenas e Tebas.
Conta-se que um dia seus comandados vieram lhe trazer a preocupação com um certo soldado de temperamento ruim, que estava causando problemas com a sua indisciplina.
Alexandre chamou o rebelde para ter com ele uma conversa séria a respeito do seu comportamento.
"Qual é seu nome?" Perguntou o imperador.
"Alexandre", disse o soldado.
O imperador olhou-o, com firmeza, e lhe ordenou simplesmente: "troque de comportamento, ou troque de nome."
Para usar o nome que representava grandeza d’alma, era preciso honrá-lo.
Não se sabe qual foi a decisão do soldado, mas o certo é que Alexandre tinha muita razão ao proferir tal sentença.
Ficamos a imaginar quantos nomes venerandos são usados por pessoas que os depreciam com seus comportamentos ruins.
E se os apóstolos Paulo, Pedro e João, e todos os santos fizessem o mesmo que o imperador?
Se Maria santíssima resolvesse cobrar de todas as Marias um comportamento compatível, o que aconteceria?
E se Jesus resolvesse fazer o mesmo, exigindo que todo aquele que se chama Jesus, honre o nome que tem ou troque-o?
Das duas, uma: ou o mundo ficaria melhor instantaneamente, ou os cartórios teriam muito trabalho para tantas mudanças de nomes.
Imaginemos como o mundo seria diferente se cada nome fosse usado com a dignidade daquele que o inspirou!
Imaginemos se todas as instituições e pessoas que se denominam cristãs, adotassem a conduta do Cristo!
Certamente o mundo não seria o mesmo. Seria muito melhor.
Para alguns, o nome pode ser apenas um amontoado de letras. Mas será que aquele que o escolheu não pensou, de alguma forma, que seu filho ou sua filha tivesse um comportamento digno do nome que recebeu?
E você, já pensou naquele ou naquela que inspirou seus pais na escolha do seu nome?
Pense nisso!
Na verdade o nome que usamos pouco importa.
O mais importante é a conduta que adotamos no dia-a-dia.
Também não somos coagidos a ostentar esta ou aquela bandeira religiosa, mas se o fazemos, é importante que saibamos honrá-la.
Sempre que nos dizemos seguidores desta ou daquela religião, somos responsáveis pelos exemplos que passamos aos outros.
É pelos exemplos que podemos aproximar as pessoas ou afastá-las.
Isso se chama coerência.
Pense nisso!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Para o melhor amigo, o melhor pedaço
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade.
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.
Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia comida alguma.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco.
Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.
Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo.
Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia.
Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão. - Disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais.
Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
Como vocês se ajudam? Perguntou.
Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.
Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele. Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.
Só isso? Indagou.
É, no momento, é só isso que eu desejo.
Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo.
Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.
Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço.
E continuou comendo, alegre e satisfeito.
O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar.
Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria deste mendigo.
E você, que parte tem reservado para os seus amigos?
Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer.
Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia comida alguma.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco.
Não tinham onde passar as noites. Onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.
Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo.
Iniciou a conversa falando do Malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia.
Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão. - Disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço. Ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais.
Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.
Como vocês se ajudam? Perguntou.
Ele me vigia quando estou dormindo. Ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.
Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele. Tenho vontade de comer um cachorro-quente, daqueles que têm na lanchonete da esquina.
Só isso? Indagou.
É, no momento, é só isso que eu desejo.
Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo.
Saiu, comprou um cachorro-quente e o entregou ao velho.
Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e, em seguida, tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.
O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço.
Por que você deu para o Malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço.
E continuou comendo, alegre e satisfeito.
O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar.
Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria deste mendigo.
E você, que parte tem reservado para os seus amigos?
terça-feira, 12 de outubro de 2010
NOSSA SENHORA
Cubra-me com seu manto de amor
guarda-me na paz desse olhar
cura-me as feridas e a dor
me faz suportar.
Que as pedras do meu caminho
meus pés suportem pisar
mesmo ferido de espinhos
me ajude a passar.
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
e aqueles que eu fiz sofrer
peço perdão.
Se eu curvar meu corpo na dor
me alivia o peso da cruz
interceda por mim minha mãe
junto à Jesus.
Nossa Senhora
me dê a mão cuida do meu coração
da minha vida, do meu destino
do meu caminho, cuida de mim.
Sempre que o meu pranto rolar
ponha sobre mim suas mãos
aumenta minha fé e acalma
o meu coração.
Grande é a procissão a pedir
a misericórdia, o perdão
a cura do corpo e pra alma
a salvação.
Pobres pecadores
oh, mãe
tão necessitados de vós
Santa mãe de Deus tem piedade de nós.
De joelhos aos vossos pés
estendei a nós vossas mãos
rogai por todos nós, vossos filhos
meus irmãos.
guarda-me na paz desse olhar
cura-me as feridas e a dor
me faz suportar.
Que as pedras do meu caminho
meus pés suportem pisar
mesmo ferido de espinhos
me ajude a passar.
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
e aqueles que eu fiz sofrer
peço perdão.
Se eu curvar meu corpo na dor
me alivia o peso da cruz
interceda por mim minha mãe
junto à Jesus.
Nossa Senhora
me dê a mão cuida do meu coração
da minha vida, do meu destino
do meu caminho, cuida de mim.
Sempre que o meu pranto rolar
ponha sobre mim suas mãos
aumenta minha fé e acalma
o meu coração.
Grande é a procissão a pedir
a misericórdia, o perdão
a cura do corpo e pra alma
a salvação.
Pobres pecadores
oh, mãe
tão necessitados de vós
Santa mãe de Deus tem piedade de nós.
De joelhos aos vossos pés
estendei a nós vossas mãos
rogai por todos nós, vossos filhos
meus irmãos.
Amor e discernimento
mensagem de Jesus revela ao mundo um Deus amoroso e cheio de compaixão.
O Mestre afirma que toda a lei divina resume-se no ato de amar a Deus, ao próximo e a si mesmo.
Conclui-se que a vivência do amor liberta e pacifica as criaturas.
Certamente por isso é instintivo no ser humano o desejo de amar e ser amado.
Nada é mais prazeroso do que passar algumas horas junto às pessoas que nos falam de perto ao coração.
Nossas afeições mais caras, as que cultivamos com mais carinho, constituem consolo nas provações da vida.
Proporcionar alegria a alguém querido causa grande deleite.
Cada qual desenvolve e demonstra afeto na conformidade de seu entendimento e possibilidades.
O cientista que gasta a vida buscando descobrir a cura de doenças evidencia amor à humanidade.
Talvez ele não tenha palavras doces e afáveis para os seus auxiliares.
Pode ser que a preocupação em bem cumprir sua tarefa o torne desatento às expectativas dos que o rodeiam.
Mas nem por isso sua extrema dedicação deixa de ser valiosa demonstração de amor.
O professor sinceramente dedicado ao ensino também exemplifica o amor.
Quiçá seus pupilos o considerem rígido e preferissem alguém menos exigente.
É que identificamos mais facilmente o amor com manifestações de ternura.
A mãe que abraça um filho nos parece amorosa.
Já um pai com postura de educador não transmite essa impressão de candura.
Mas urge reconhecer que a lei do amor não se resume em afagos, sorrisos e pieguices.
Nossos companheiros de jornada, amigos e parentes, são, antes de tudo, filhos de Deus.
Seria pretensão nossa imaginar que possuímos maior capacidade de amar do que a divindade.
E o Pai celestial, embora seu infinito amor, não deixa de permitir que as criaturas cresçam mediante seu próprio esforço e trabalho.
Uma análise criteriosa da vida revela que ela está em permanente transformação e aprimoramento.
As espécies animais, as plantas, a conformação do próprio planeta terra, tudo reflete movimento e metamorfose.
As sociedades terrenas gradualmente vão aperfeiçoando seus códigos e valores.
Assim, a lei do amor inclui a necessidade de burilamento dos seres.
O amor a Deus deve pairar acima de todos os outros sentimentos, pois ele é a origem e o sustentáculo do universo.
Se amamos a Deus, e o mundo que ele criou está em aprimoramento contínuo, devemos nos esforçar para entender as leis que o regem e nos aprimorarmos também.
Do mesmo modo, ao manifestar amor por nosso semelhante, não podemos pretender furtá-lo das experiências necessárias ao seu adiantamento.
Essa compreensão da vida leva-nos a admitir a necessidade de mesclar nosso afeto com parcelas de racionalidade e discernimento.
O amor a um filho, aluno ou amigo, nem sempre implica concordância com suas fantasias e aspirações.
Com freqüência é necessário renunciar à alegria imediata de agradar nossos amores, em prol de seu progresso e de sua felicidade vindoura.
A mãe que se abstém de educar o filho desobediente demonstra mais tibieza do que amor.
Por outro lado, o mestre que exige dedicação é mais precioso para os alunos do que um professor relapso.
O exercício do amor às vezes exige sacrifícios, por contrariar os impulsos mais imediatos do coração.
Esse sentimento é feito de carinho e ternura, mas também de firmeza e retidão de caráter.
Afinal, sendo uma energia sublime, o amor não pode provocar a queda moral do ser amado.
O Mestre afirma que toda a lei divina resume-se no ato de amar a Deus, ao próximo e a si mesmo.
Conclui-se que a vivência do amor liberta e pacifica as criaturas.
Certamente por isso é instintivo no ser humano o desejo de amar e ser amado.
Nada é mais prazeroso do que passar algumas horas junto às pessoas que nos falam de perto ao coração.
Nossas afeições mais caras, as que cultivamos com mais carinho, constituem consolo nas provações da vida.
Proporcionar alegria a alguém querido causa grande deleite.
Cada qual desenvolve e demonstra afeto na conformidade de seu entendimento e possibilidades.
O cientista que gasta a vida buscando descobrir a cura de doenças evidencia amor à humanidade.
Talvez ele não tenha palavras doces e afáveis para os seus auxiliares.
Pode ser que a preocupação em bem cumprir sua tarefa o torne desatento às expectativas dos que o rodeiam.
Mas nem por isso sua extrema dedicação deixa de ser valiosa demonstração de amor.
O professor sinceramente dedicado ao ensino também exemplifica o amor.
Quiçá seus pupilos o considerem rígido e preferissem alguém menos exigente.
É que identificamos mais facilmente o amor com manifestações de ternura.
A mãe que abraça um filho nos parece amorosa.
Já um pai com postura de educador não transmite essa impressão de candura.
Mas urge reconhecer que a lei do amor não se resume em afagos, sorrisos e pieguices.
Nossos companheiros de jornada, amigos e parentes, são, antes de tudo, filhos de Deus.
Seria pretensão nossa imaginar que possuímos maior capacidade de amar do que a divindade.
E o Pai celestial, embora seu infinito amor, não deixa de permitir que as criaturas cresçam mediante seu próprio esforço e trabalho.
Uma análise criteriosa da vida revela que ela está em permanente transformação e aprimoramento.
As espécies animais, as plantas, a conformação do próprio planeta terra, tudo reflete movimento e metamorfose.
As sociedades terrenas gradualmente vão aperfeiçoando seus códigos e valores.
Assim, a lei do amor inclui a necessidade de burilamento dos seres.
O amor a Deus deve pairar acima de todos os outros sentimentos, pois ele é a origem e o sustentáculo do universo.
Se amamos a Deus, e o mundo que ele criou está em aprimoramento contínuo, devemos nos esforçar para entender as leis que o regem e nos aprimorarmos também.
Do mesmo modo, ao manifestar amor por nosso semelhante, não podemos pretender furtá-lo das experiências necessárias ao seu adiantamento.
Essa compreensão da vida leva-nos a admitir a necessidade de mesclar nosso afeto com parcelas de racionalidade e discernimento.
O amor a um filho, aluno ou amigo, nem sempre implica concordância com suas fantasias e aspirações.
Com freqüência é necessário renunciar à alegria imediata de agradar nossos amores, em prol de seu progresso e de sua felicidade vindoura.
A mãe que se abstém de educar o filho desobediente demonstra mais tibieza do que amor.
Por outro lado, o mestre que exige dedicação é mais precioso para os alunos do que um professor relapso.
O exercício do amor às vezes exige sacrifícios, por contrariar os impulsos mais imediatos do coração.
Esse sentimento é feito de carinho e ternura, mas também de firmeza e retidão de caráter.
Afinal, sendo uma energia sublime, o amor não pode provocar a queda moral do ser amado.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso
Veja dicas de especialistas na área e algumas ações de empresas que utilizaram as redes sociais corporativas para divulgar seus negócios e conquistar mais clientes
Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.
O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam essas ferramentas como uma ferramenta de informarem e serem informados.
Para Cristiano Miano, sócio diretor da DigiPronto, agência que atua há mais de 10 anos em estratégias vencedoras na internet, esses canais são excelentes ferramentas para medir as estratégias da empresa. "O Twitter, por exemplo, pode ser um grande observatório, assim como pode ser um palco para conversas entre empresas e consumidores. Também podem fazer o acompanhamento de suas marcas, produtos e assuntos relacionados a eles".
Vitor Elman, diretor de criação da Cappuccino, empresa especializada em ações corporativas para comunicação digital, indica que nesses canais as marcas devem ser sempre transparentes com o público. "Não adianta mais você querer falar bem de um produto que não é. A via é de mão dupla e a resposta do consumidor é imediata". Para Elman, dar atenção ao seu consumidor é um fator de sucesso. "As pessoas compartilham sentimentos e experiências e estão ávidas por relacionamentos. Quanto mais humana for sua marca, melhor", ressalta o executivo.
Cases na redes
O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.
O executivo explica que ao mesmo tempo foi criada uma sala de tratamento personalizada com um boneco animado que possui a foto do Twitter do usuário, uma simulação do tratamento, dicas de melhorar as dores e opções de compartilhamento com os amigos. Vitor Elman explica que em um mês de ação, o site atingiu mais de 32 mil participantes, as vendas do produto cresceram em 90% e obteve mais de 1500 citações espontâneas no Twitter. Conheça a ação aqui.
Datas comemorativas
Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.
Existem boas práticas para uma empresa se destacar frente aos concorrentes com a utilização das redes sociais. Baseado em casos do mercado, veja algumas receitas indispensáveis para utilizar essas redes corporativas apontadas pelos especialistas:
Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona (é só conferir o caso da United Airlines).
Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.
Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.
As ferramentas já estão lá, a um clique para comunicar à toda a sua rede de contatos. É o que faz aplicativos sociais, ações de relacionamento e até mesmo anúncios (Sim!! Anúncios! No Facebook, por exemplo, você pode "Curtir" um anúncio, compartilhando com todos os seus amigos).
Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar (veja o estudo aqui.
Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais, confira aqui.
Tenha ânimo
Viva da melhor maneira que você achar que vale a pena.
Sempre andando corretamente de cabeça erguida,e não de cabeça baixa olhando para o chão.
Não esqueça que todos nós somos iguais aos olhos de Deus.
Erros todos cometem e temos a chance de poder concertar esses erros.
Ninguém é perfeito temos defeitos e também qualidades, e devemos sempre confiar em nossas decisões...
Procurar não julgar as pessoas,não agredir com palavras que as machucam...
revidar não é a melhor solução e sim o caminho para o sofrimento.
Dignidade e caráter são exemplos de que todos deveriam ter,mas ninguém é perfeito.
Deus fez de você sua imagem, Ele acredita em você Ele sabe que você é capaz...
Acredite em você mesmo,tire essa força que está dentro de você ai escondida e não tenha medo de caminhar.
Siga em frente se cair levante,levante quantas vezes for necessário ...
Vai doer,você vai chorar!desabafe mas não desista.
Siga a felicidade corra atrás dela as horas passam,os dias passam e a gente envelhece,apesar que deve ser maravilhoso
poder chegar a velhice.
Então não desanime,vá em busca do seu ideal...
Vai ser feliz...Muito feliz.
Sempre andando corretamente de cabeça erguida,e não de cabeça baixa olhando para o chão.
Não esqueça que todos nós somos iguais aos olhos de Deus.
Erros todos cometem e temos a chance de poder concertar esses erros.
Ninguém é perfeito temos defeitos e também qualidades, e devemos sempre confiar em nossas decisões...
Procurar não julgar as pessoas,não agredir com palavras que as machucam...
revidar não é a melhor solução e sim o caminho para o sofrimento.
Dignidade e caráter são exemplos de que todos deveriam ter,mas ninguém é perfeito.
Deus fez de você sua imagem, Ele acredita em você Ele sabe que você é capaz...
Acredite em você mesmo,tire essa força que está dentro de você ai escondida e não tenha medo de caminhar.
Siga em frente se cair levante,levante quantas vezes for necessário ...
Vai doer,você vai chorar!desabafe mas não desista.
Siga a felicidade corra atrás dela as horas passam,os dias passam e a gente envelhece,apesar que deve ser maravilhoso
poder chegar a velhice.
Então não desanime,vá em busca do seu ideal...
Vai ser feliz...Muito feliz.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Amar a quem
Dia desses surpreendemos duas senhoras a conversar. E seu diálogo nos atraiu verdadeiramente a atenção.
Indagava uma à outra porque ela se envolvia tanto com campanhas para as crianças carentes assistidas por uma determinada entidade filantrópica.
Ora, respondeu a outra, porque disponho de tempo, porque as crianças precisam, porque gosto de me envolver com tarefa assistencial.
Mas, continuou a primeira, essa instituição não é da nossa religião.
A resposta da dama que se dedicava de corpo e alma ao trabalho de assistência foi rápida: Mas são nossos irmãos.
A primeira ainda prosseguiu com sua argumentação, enquanto nos afastávamos do local a pensar.
Estranha forma de nos dizermos cristãos. Transformando-nos em pessoas sectárias, fechadas.
Esquecidas de que o Mestre nos recomendou: Amai-vos uns aos outros.
Ele mesmo, durante sua estada entre os homens, teve oportunidade, por mais de uma vez, mostrar que não importava a nacionalidade, a doutrina política, a crença religiosa, o cargo e a cor da pele. Por isso mesmo, Ele tomou o samaritano como exemplo do homem bom que atende o caído na estrada, sem nada lhe indagar.
Fala à samaritana, no poço de Jacó, convidando-a à mudança de rumo e transformando-a numa disseminadora das luzes da Boa Nova.
Falando a respeito do centurião a quem cura o servo à distância, comenta: Jamais vi tamanha fé em Israel!
Convida Mateus, um coletor de impostos, para ser um dos Apóstolos. Visita Zaqueu, o publicano, e socorre a equivocada Maria de Magdala, amparando também a mulher adúltera.
Jesus viajou pelas terras da Judéia, da Galiléia e da Samaria. E afirmou: Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá.
Como podemos agir de forma diversa, estabelecendo limites no auxílio, condicionados à crença religiosa?
Então não somos todos filhos do mesmo Pai? Ele não nos criou crentes desta ou daquela doutrina. Criou-nos Seus filhos.
Todos partidos do mesmo ponto, da simplicidade e da ignorância, e com idêntico objetivo: a perfeição.
Não nos armemos uns contra os outros, mas nos amemos.
Façamos o bem a quem esteja próximo, sem distinção alguma.
E, se pudermos, estendamos a nossa ação a quem esteja distante, mesmo que não pertença à nossa raça, que tenha nascido em outro País, que habite outros Estados.
Meditemos que, quando as súplicas sinceras chegam ao bondoso Pai, Ele não pergunta como cremos, onde estamos.
Conforme nos ensinou Jesus, tudo o que pedirmos a Ele em Seu nome, nos será concedido.
Da mesma forma que recebemos tanto bem do Criador, saibamos distribuir igualmente a todos.
Mesmo porque as questões de cor, nacionalidade, credo político ou religioso são questões transitórias, que duram uma vida rápida, passageira, considerando-se o Espírito imortal.
* * *
O bem é tudo o que estimula a vida, produz para a vida, respeita e dá dignidade à vida.
Quando não puder fazer o bem, pense nele.
Valorize o bem que você possa fazer e faça-o quanto possa e onde esteja.
Indagava uma à outra porque ela se envolvia tanto com campanhas para as crianças carentes assistidas por uma determinada entidade filantrópica.
Ora, respondeu a outra, porque disponho de tempo, porque as crianças precisam, porque gosto de me envolver com tarefa assistencial.
Mas, continuou a primeira, essa instituição não é da nossa religião.
A resposta da dama que se dedicava de corpo e alma ao trabalho de assistência foi rápida: Mas são nossos irmãos.
A primeira ainda prosseguiu com sua argumentação, enquanto nos afastávamos do local a pensar.
Estranha forma de nos dizermos cristãos. Transformando-nos em pessoas sectárias, fechadas.
Esquecidas de que o Mestre nos recomendou: Amai-vos uns aos outros.
Ele mesmo, durante sua estada entre os homens, teve oportunidade, por mais de uma vez, mostrar que não importava a nacionalidade, a doutrina política, a crença religiosa, o cargo e a cor da pele. Por isso mesmo, Ele tomou o samaritano como exemplo do homem bom que atende o caído na estrada, sem nada lhe indagar.
Fala à samaritana, no poço de Jacó, convidando-a à mudança de rumo e transformando-a numa disseminadora das luzes da Boa Nova.
Falando a respeito do centurião a quem cura o servo à distância, comenta: Jamais vi tamanha fé em Israel!
Convida Mateus, um coletor de impostos, para ser um dos Apóstolos. Visita Zaqueu, o publicano, e socorre a equivocada Maria de Magdala, amparando também a mulher adúltera.
Jesus viajou pelas terras da Judéia, da Galiléia e da Samaria. E afirmou: Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá.
Como podemos agir de forma diversa, estabelecendo limites no auxílio, condicionados à crença religiosa?
Então não somos todos filhos do mesmo Pai? Ele não nos criou crentes desta ou daquela doutrina. Criou-nos Seus filhos.
Todos partidos do mesmo ponto, da simplicidade e da ignorância, e com idêntico objetivo: a perfeição.
Não nos armemos uns contra os outros, mas nos amemos.
Façamos o bem a quem esteja próximo, sem distinção alguma.
E, se pudermos, estendamos a nossa ação a quem esteja distante, mesmo que não pertença à nossa raça, que tenha nascido em outro País, que habite outros Estados.
Meditemos que, quando as súplicas sinceras chegam ao bondoso Pai, Ele não pergunta como cremos, onde estamos.
Conforme nos ensinou Jesus, tudo o que pedirmos a Ele em Seu nome, nos será concedido.
Da mesma forma que recebemos tanto bem do Criador, saibamos distribuir igualmente a todos.
Mesmo porque as questões de cor, nacionalidade, credo político ou religioso são questões transitórias, que duram uma vida rápida, passageira, considerando-se o Espírito imortal.
* * *
O bem é tudo o que estimula a vida, produz para a vida, respeita e dá dignidade à vida.
Quando não puder fazer o bem, pense nele.
Valorize o bem que você possa fazer e faça-o quanto possa e onde esteja.
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