domingo, 30 de janeiro de 2011

AS TRÊS PENEIRAS

Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.

        Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

        - O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

        - Três peneiras?  - indagou o rapaz.

        - Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar?  Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?

        Arremata Sócrates:
        - Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O poder da visão - Mudança de vida

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Gladiador - Vídeo de Motivação

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Segredos dos Homens que mudaram a história

No livro intitulado "Nunca desista de seus sonhos", o autor Augusto Cury tece interessantes considerações a respeito da capacidade humana de alterar o curso da própria história.




Diz ele, em resumo, que a maior genialidade não é aquela que vem da carga genética, nem a que é produzida pela cultura acadêmica.



Mas sim, aquela que é construída nos vales dos medos, nos desertos das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos desafios.



Muitos sonhadores desenvolveram áreas nobres da sua inteligência, atravessando turbulências aparentemente insuperáveis.



Suportaram pressões que poucos agüentam.



Viveram dias ansiosos, sentiram-se pequenos diante dos obstáculos.



Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos.



Zombaram de alguns, outros foram discriminados.



Tinham todos os motivos para desistir de seus sonhos, mas não desistiram.



Quais foram seus segredos?



Eles fizeram da vida uma aventura.



Não foram aprisionados pela rotina.



Embora não seja possível escapar da rotina, esses sonhadores passaram parte de suas vidas criando, inventando, descobrindo.



Tiveram uma visão panorâmica da existência mesmo em tempo nublado.



Foram empreendedores, estrategistas, persuasivos, amigos do otimismo.



Foram sociáveis, observadores, analíticos e críticos.



Fizeram escolhas, traçaram metas e as executaram com paciência.



Segundo o filósofo Kant, "a paciência é amarga, mas seus frutos são doces."



A paciência é o diamante da personalidade.



Muitos discorrem sobre ela, mas são poucos os que a conquistam e colhem seus frutos.



Para Plutarco, "a paciência tem mais poder do que a força".



Não se pode medir um ser humano pelo seu poder político e financeiro.



Ele pode ser avaliado pela grandeza de seus sonhos e pela paciência em executá-los.



No entanto, a paciência é um dos remos que impulsiona o barco dos sonhos.



O outro remo é a coragem.



É necessário ter-se coragem para correr riscos e superar os obstáculos.



Aqueles que têm medo jamais navegam em mares desconhecidos.



E por isso mesmo nunca serão capazes de conquistar outros continentes.



Os homens que transformaram seus sonhos em realidade aprenderam a ser líderes de si mesmos para depois liderar o mundo que os cercava.



Tinham uma ambição positiva, queriam transformar a sociedade em que estavam inseridos.



Foram dominados por um desejo de serem úteis para os outros.



É possível destruir o sonho de um ser humano quando ele sonha para si, mas é impossível destruir seu sonho quando ele sonha para os outros.



Os ditadores jamais conseguiram destruir os sonhos daqueles que sonharam com a liberdade do seu povo.



Morrem os ditadores, enferrujam-se as armas, mas não se pode destruir os sonhos de quem ama ser livre.



***



O esforço em direção ao ideal traçado é ônus intransferível de cada ser.



Paciência e coragem servem de ferramentas poderosas na realização de sonhos.



No entanto, acima de tudo isso há a vontade soberana e poderosa, capaz de justificar o início de qualquer projeto, bem como de motivar-nos a seguir em frente.



Pensemos nisso.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Monge Executivo: o segredo da Liderança Eficaz

Como lidar com a inveja no trabalho

Ao contrário da maioria das pessoas que convivem comigo, não pretendo ser um exemplo de sucesso na vida profissional. Não acho que preciso ter o melhor emprego do mundo ou evoluir para cargos mais altos para ser feliz. O que há de errado nisso? Sou pior que meus colegas porque penso dessa forma?


Você definiu o que é sucesso segundo sua ótica. Provavelmente, você abomina pessoas que são dadas a demonstrações explícitas de status profissional – e não gosta de gente que resume a própria existência ao cargo que tem e às aspirações para atingir cargos mais elevados. Para você, sucesso consiste em estabelecer um equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, e isso faz com que você não dedique todos os seus minutos a construir uma carreira. Se isso o satisfaz e não lhe causa arrependimento, você é um sucesso naquilo que se dispôs a fazer – usar o trabalho como meio, e não como fim. De minha parte, parabéns.



Defina o que é inveja. Fui acusada de ser invejosa, e acho que não sou.

É o reconhecimento de que não dá para ser como o outro é. Isso tanto pode resultar em uma admiração quanto em um opressivo sentimento de que a outra pessoa não merece o que tem, o que é inveja. A partir dessa constatação, o invejoso pode guardar para si o que sente, uma atitude que só faz com que a inveja vá aumentando, ou tentar denegrir o que o invejado faz. Se a colega que acusou você disse isso diretamente, talvez você deva repensar o que vem dizendo sobre ela. Se você soube da acusação por terceiros, talvez a invejosa seja sua colega, e não você.

Como as empresas avaliam alguém que concluiu um curso superior à distância?


Depende. A avaliação será boa se o candidato não tinha condições de fazer um curso presencial, ou por alguma dificuldade física de mobilidade ou porque seu trabalho requeria viagens contínuas. Nesse caso, o candidato estará demonstrando que usou a única opção disponível para se graduar. Fora isso, vejo o ensino à distância mais como uma opção de pós-graduação. É uma ótima oportunidade para agregar mais conhecimentos específicos a uma base acadêmica já consolidada.



Ouvi rumores de que serei dispensado. Devo falar com meu chefe sobre isso?

Se sua dispensa já foi decidida e o processo está em andamento, a conversa não mudará o futuro. O único resultado prático seria deixar seu chefe sabendo que há vazamentos no sistema de comunicação da empresa, algo que poderá causar outras dispensas. Se os rumores forem falsos, seu chefe o criticará por perder seu tempo ouvindo banalidades. O mais sensato é você se preparar para ser dispensado, atualizar o currículo e a lista de contatos. Essas providências lhe serão úteis mesmo que os boatos sejam falsos. Ao se mexer, pode ser que você consiga uma vaga em uma empresa menos afeita ao diz que diz dos corredores.

DICAS DO MAX


Em Clássicos do mundo corporativo, Max ensina a se dar bem no trabalho

Motivação

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Talento: o que é e como se tornar um?

Hoje, as empresas esperam que os profissionais assumam riscos, sejam arrojados, criativos e busquem sempre estar atualizados


Não raro é comum as pessoas utilizarem a palavra talento para se referir a profissionais disputados pelo mercado de trabalho. Em jornais, revistas e na internet, são várias as matérias falando da falta de talento ou da retenção de talentos nas empresas, porém, quem elas consideram talento?


Na opinião da gerente de planejamento de carreiras da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Melina Graf, engana-se quem relaciona talento somente a jovens recém-saídos de universidades de ponta. Para ela, um profissional de talento reúne outras características. "Talento é uma habilidade. A pessoa que vai além do comprometimento e possui desempenho acima do normal", diz.

Competências

Ainda segundo Melina, a concepção de talento das empresas varia conforme as diferentes gerações ocupam postos no mercado de trabalho. No passado, explica, era considerado um talento o profissional que atendia bem às competências mais básicas.

Hoje, as empresas esperam que os profissionais assumam riscos, sejam arrojados, criativos e busquem sempre estar atualizados. "Antes, bastava a graduação para ser considerado um talento, e, em algumas áreas, nem isso. Hoje, a pessoa precisa sempre buscar atualização".

Como se tornar um?

Para quem tem dúvidas se pode ou não ser considerado um talento, Melina aconselha que a pessoa procure conhecer a si própria e invista em sua formação, fazendo, por exemplo, cursos de idiomas, extensão, pós-graduação, entre outros.

Além disso, é importante se tornar visível para o mercado, e, em alguns casos, vale procurar ajuda especializada, como a de um coach. "O profissional deve participar de feiras, palestras, utilizar de maneira apropriada as redes sociais (...) Contudo, é essencial tomar cuidado para não se tornar arrogante e pensar que é insubstituível, pois ninguém é".

Porem as empresas só querem mão de qualificada , cheia de informação e não estão querendo pagar pelo custo da mão de obra

A importância da qualidade das relações humanas nas organizações

Se antes era necessário motivar os profissionais, hoje é preciso ir além e buscar o comprometimento e engajamento dos mesmos


O processo de mudança que se vive hoje é ímpar em toda a história das empresas, e até mesmo da civilização, já que para sobreviverem e serem viáveis nas próximas décadas, as organizações precisam ter estratégias adequadas e flexibilidade de estrutura, principalmente quando falamos em gestão de pessoas.


Se antes era necessário motivar os profissionais, hoje é preciso ir além e buscar o comprometimento e engajamento dos mesmos. Isso faz com que as organizações despertem para a relevância da obtenção de ambientes positivos, onde os funcionários e os grupos possam encontrar condições favoráveis para trabalharem mais eficazmente e principalmente felizes.

Para chegar a esse resultado, é necessário entender qual o significado de trabalho para os que compõem as organizações. Isso ajudará a compreender também como as empresas atuais evoluem nas suas práticas de gestão de pessoas e como poderão enfrentar o contínuo desafio de manterem seus profissionais felizes.

Neste contexto, cabe às organizações modernas investirem no que muitas chamam de programas de qualidade de vida, que em sua maioria visam contribuir com um ambiente de trabalho saudável e com profissionais mais satisfeitos. Mas será que apenas isso basta?

Não basta. Hoje se faz necessário um olhar diferenciado para o público interno e a constante humanização das relações, aproximando as pessoas e ajudando a estabelecer relacionamentos baseados na integridade e confiança. É isso que chamo de relacionamentos sustentáveis.


Os programas de qualidade de vida desempenham um papel fundamental neste desafio, mas só têm aderência e aproveitamento se as relações de trabalho forem verdadeiras. Relações estas entre colegas, equipes e até mesmo entre empresa e colaborador. E mais, quando esta verdade existe, transcende as portas de qualquer empresa e os reflexos se tornam naturais: engajamento, atração e retenção de talentos.

É preciso deixar o lugar comum, a "zona de preguiça", e investir no que é mais importante: as relações humanas. Para isso, deixo algumas dicas:

Conversar deixou de ser "falta do que fazer" e hoje passa a ser estratégico em muitas organizações, que inserem espaços de convivência em seus programas de qualidade de vida. As mídias sociais aproximam ao mesmo tempo em que distanciam. Por isso atenção ao seu público e busque (quando possível) o olho no olho. Cuide da saúde do seu colaborador como um todo, e não se esqueça do emocional, pois de nada adianta estar saudável fisicamente, adoecido emocionalmente e empobrecido nas suas relações.

Penso que o grande desafio das organizações modernas é buscar o humano adormecido que está em cada um de seus profissionais. Quando conseguirem superar esse obstáculo elas conseguirão tanto se tornar sustentáveis e quanto deixar seus profissionais mais felizes!

Perdoe o seu Colega de Trabalho!

Perdoe o seu Amigo!