terça-feira, 29 de março de 2011

Acabou o compromisso !

A prefeitura de Santa Luzia MG, acabou com a paciencia de todos na cidade , por mais que somos obrigados a acreditar a prefeitura mandou todas as formas de legislação de uma cidade para o alto e deixa a Deus dará a cidade, com pessoas despreparadas para governar ou mesmo sem nenhuma qualificação.
Quando olho para trás e vejo a cidade destruida , as ruas todas com buraco e olha que a chuva parou a varios dias, vereador pedindo para efeutar a capina de rua em reuniões que sequer tem um carater de fiscalização.
A prefeitura de Santa Luzia deixou de atender nos postos médicos que tinham médicos, deixou de remunerar profissionais da saude, medicos etc. E o pior os veradores sequer movimenta-se para poder investigar sem nenhuma preocupação, muitas vezes fico pensando se vamos levar mais 300 anos para poder colocar no rumo certo , fico decepcionado devido a cidade estar andando para trás em diversos seguimentos.
Não se ve ação de ninguem devido a cidade não ter coleta de lixo devido o lixo está espalhadop por toda cidade a cidade vive infestada de ratos , baratas e pior com a saude em baixa.
Vale relatar também que as campanhas contra dengue e uma brincadeira devido seuqer as residencias são visitadas, por agentes de saude como tinha antigamente minha residencia não e visita a mais de 1 ano ou melhor desde 07/2009 não recebo a visita de um agente para poder especificar melhor.
Quando surge alguma denuncia de que acontece sempre temos pessoas falando em dificuldade em trabalho que ninguem consegue enxergar.
Nas escolas municipais de Santa Luzia até a presente data não se defeni quais os cadernos comprar se vai usar uniforme ou o prefeito vai liberar os alunos a usarem qualquer roupa estás maneiras de administrar e uma forma de mostar como a cidade está totalmente na contra mão do desenvolvimento, será que ainda vamos conseguir a enxergar um futuro ou vamos andar para trás o tempo todo.
Acorda Santa Luzia , vamos a luta pelos direitos basicos.

sábado, 26 de março de 2011

Santa Luzia cidade na UTI!

Como tenho observado nos ultimos meses escrevo mais uma vez sobre a cidade de Santa Luzia MG, na região metropolitana de BHTE. Estou muito decepcionado com acidade que só para de regredir indo na direção contraria do progresso, muitas vezes sai as ruas e via o poder público fazendo obras deixando a cidade bonita e virando ponto de refer~encia ao turismo como uma cidade historica.
Hojé em dia o que se mostra pelas ruas nesta adminiostração e uma frustação e muitas vezes parece que a vaidade toma conta das pessoas, a cidade não tem um projeto para alavancar o turismo, não temm uma planilha de investimentos na cidade para trazer  novas industrias para a cidade , mesmo tendo varios parques industriais que estão verdadeiramente abandonados com muitas instalações se acabando ou servido de esconderijo para pessoas de todo os tipos.
Quando será que as autoridades vão notar que a criminalidade cresce a cada dia , que não temos policiamento suficiente , não temos planos diretor de politicas públicas não temos nada durante sete anos a cidade cresceu mas agoras parece que paramos no tempo.
Até poucos dias tinhamos médicos em todas as unidades de saude, hojé em dia nenhum médico quer trabalhar devido a prefeitura não honrar com seus pagamentos o hospital São João de Deus que abriga a maternidade sequer tem médicos disponiveis e não atendem uma vergonha para uma cidade do tamanho de Santa Luzia e pior agora impedem alguns veicuylos de circulação de lançar matérias e em represalia so mandam algum convite após o evento acontecer.
Ná área de educação as coisas começam a andar para trás devido vereadores de Santa Luzia começar a achar que escola e reduto eleitoral e indicar aposentados e pessoas sem preparo para assumir escolas ou melhor o prefeito acabou com todas as áreas de desenvolvimento da cidade.
Parece que o prefeito joga suas ultimas fichas para poder assumir de vez o controle do executivo de Santa Luzia ou melhor agora ele pensa em governar a cidade e pior no momento que a cidade agoniza como um doente.
Muitas vezes precisamos dos sindicatos das organizações de classes, mas quem poem a cara para bater e a população que enfrenta taxas de iluminação públicas caras, impostos caros, e nenhum retorno , até a presente data a prefeitura sequer definiu sobre materiais escolares, uniformes das escolas etc.
Santa Luzia uma cidade com mais de 300 anos de emancipação que anda para trás a cada dia que passa. 

terça-feira, 22 de março de 2011

Cidade junta os cacos!

 É muito bom falar sobre uma cidade especialmente sobre a que vivemos, porém a cidade de Santa Luzia ná região metropolitana de Belo Horizonte, encontra-se jogada , entrega as moscas, baratas, ratos e tudo que se pode imaginar.
 Andando pela cidade nota-se o abandono, na área de educação até a presente data a prefeitura não decidiu se os pais compra os materiais para seus filhos ou vão entregar como no ano passado, um material ruim de pessima qualidade. Muitas vezes fico perguntando, se vale a pena escolher pessoas despreparadas para assumir cargos inportantes.
 Andando novamente pela cidade encontra-se a área de saude um lixo, daqueles que pode jogar no caminhão e mandar para o lixão , pelas policlincas não se encontra remedio para quem precisa nem mesmo para medicar, devido as proprias auxiliares de enfermagem solicitar aos doentes seus remedios para poder fornecer a dose necessária e olha que o prefeito é um MEDICO, não muito bom mas vai lá, sua clinica cresce a todo instante dentro da cidade sempre fazendo reformas etc.
 Andando mais uma pela cidade encontramos as ruas totalmente esfaceladas estragas cheias de buracos, sem asfalto cheias de ondulações e o pior empresas fazendo operações de tapa buiraco em plena chuva, ou melhor para um leigo não entende porém jogam o asfalto quente no chão frio e a perde todo o dinheiro do cidadão.
 Isto sem contar que todos os baiurros da cidade pede socorro, e o prefeito em seu gabinete olha e fica como se a cidade estive no mais alto nível de desenvolvimento.
 Empresas poluindo os rios jogando residuos e a prefeitura os fiscais do meio ambiente que seuqer fiscaliazam alguma coisa.
 Andando novamente pelos lados da prefeitura encontramos muitas irregularidades, muitoas coisas que precisam ser feito e parece que a cidade ficou parada no tempo, e ninguém consegue ver , parece que a cidade está sem comando, estamos vendo que daqui a pouco funcionários publicos ficam sem salários, começam a perder o crédito , saudades dos tempos que a cidade crescia , desenvolvia ou melhor tinha médico, professores, e funcionários profissinais , visto que hojé em dia a prefeitura se tornou abide de emprego , escolas trocam de diretor a todo instante , Santa Luzia a pouco tempo atrás recebeu a medalha de prata da educação de Minas Gerais , parece que estamos caminhando para a medalha de lixo, visto que a secretaria de educação e outras secretarias não tem comando , somente profissionais incopetentes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cooperativo ou competitivo: o que o mercado espera de você

A cooperatividade entre empresas e colaboradores está sendo cada vez mais valorizada no mercado. Exageros, no entanto, podem levar à perda de oportunidades


Uma das características mais presentes na chamada geração y, de uma forma geral, é a competitividade. Herdamos dos nossos pais o desejo de não deixar passar as oportunidades e buscar o sucesso profissional a todo custo, nem que para isso outras pessoas tenham que ficar para trás.








A era dos concursos, interrompida este ano, foi o ápice da sanha competitiva dos candidatos que almejam uma vaga de emprego estável, o famoso 'lugar ao sol'. Na esfera privada, no entanto, a característica profissional que mais vem sendo bem vista nos últimos anos é a cooperatividade. O profissional desapegado, mais interessado no crescimento coletivo do que no establishment social e profissional, semeador de um bom ambiente de trabalho e camarada de todos é mais interessante para muitas empresas ou setores do que o enjoado que vê nos colegas potenciais inimigos ou obstáculos a serem derrubados.







"Todos são concorrentes, mas isso não quer dizer que toda vez que alguém ganha, outro tem que perder", acredita Fábio Zungman, professor universitário e co-autor do livro "Criatividade sem Segredos". Para ele, o profissional mais atraente para o mercado de trabalho é aquele que sabe a hora de competir e a hora de cooperar, sem ser tão desapegado ao ponto de se tornar ingênuo ou tão perfeccionista que transforme isso numa obsessão.







Zugman relata que, atualmente, com a crescente especialização das atividades e competências individuais, as empresas estão mais focadas no desempenho de equipes ou no valor que um indivíduo pode agregar para uma organização. "Alguém que consegue bons resultados para si, mas prejudica a equipe ou empresa onde trabalha, pode ter resultados bons a curto prazo, porém, mais cedo ou mais tarde alguém perceberá o custo que essa pessoa exerce sobre a organização. A competitividade é desejada, mas não a qualquer preço", explica.







Raízes históricas







Competição e cooperação são características presentes nos seres humanos desde que foram notadas as inúmeras vantagens de uma vida coletiva. Segundo Zugman, Adam Smith (1723 – 1790), cujas teorias se transformaram em pedra fundamental das ciências econômicas modernas, já havia mencionado a cooperatividade em suas doutrinas. Porém, mais tarde, o foco foi desviado para a competitividade.







Zugman destaca que "muitas das novas tecnologias e modelos de negócios que surgiram com o avanço da Internet ajudaram a trazer a cooperação um pouco mais para perto do foco de atenção das empresas. Aqueles que aprenderem as vantagens de cooperar para conseguir melhores resultados com certeza terão uma vantagem no mercado e em seus ambientes de trabalho".







Nem só os resultados importam







Não são apenas os resultados conquistados através do esforço individual que levam a empresa a bonificar o profissional. Adriana Carneiro, gerente de RH da Logica, empresa de TI e gestão de negócios, explica que outros aspectos estão sendo levados em conta. Para ela, "cada vez mais as empresas têm como objetivo o reconhecimento das pessoas que se destacam em um determinado trabalho, levando em consideração não apenas quem atinge as metas, mas também como os clientes, colegas e gerentes avaliam este profissional. Os profissionais com postura colaborativa tendem a ter uma melhor avaliação dos clientes, colegas e gerentes".







Ela também acredita que o perfil competitivo tende a perder espaço. No entanto, não deixa de ser uma característica necessária na vida profissional. "A postura de profissional competitivo é saudável quando não passa por cima de seus próprios valores. O limite dos colegas de trabalho deve ser respeitado para se alcançar os objetivos", diz.







Cooperatividade entre empresas







Fábio Zugman explica que a cooperatividade também está presente de forma saudável entre as empresas, uma vez que uma rede de organizações tem mais chances de obter uma fatia maior do mercado do que um único competidor. "Um bom exemplo são os grupos de bancos brasileiros que se associaram para formar as empresas que hoje são a Cielo e Redecard na área de processamento de cartão de créditos. As alianças das companhias aéreas, permitindo compartilhamento de milhas, voos e outros confortos entre passageiros de empresas diferentes também são iniciativas tradicionais de cooperação entre competidores", analisa.



domingo, 13 de março de 2011

Expressão da gratidão

gratidão é um dever. Contudo, poucos de nós a cultivamos.




Por temperamento, às vezes nos retraímos quando deveríamos exteriorizar o sentimento.



Por não traduzirmos os tesouros da boa palavra e da gentileza, esses tesouros vão enferrujando nos cofres do nosso coração.



Quantas dádivas, oportunidades, bênçãos, favores recolhemos sem dizermos nada além de uma formal expressão de reconhecimento.



E a gratidão não faz bem somente a quem lhe recebe a manifestação, aquecendo-lhe o coração. Também reconforta quem a oferece.­ Conta-se que, durante a sua luta pela conquista da liberdade, os Estados Unidos tiveram a ajuda de um nobre francês de nome Lafayette, que logo se tornou amigo de George Washington e o tomou por ideal.



Em 1824, já idoso, Lafayette visitou cada Estado e Território da União, recebendo muitas honrarias. Eram recepções, bailes, jantares que se sucediam.



Numa das recepções, apresentou-se na fila de convidados para saudar o velho nobre francês, um soldado vestido com um uniforme todo roto.



Nas mãos trazia um mosquete e, ao ombro, um pedaço de cobertor.



Quando chegou frente a Lafayette, o veterano bateu continência e perguntou: "Sabe quem eu sou?"



"Na verdade não posso dizer que sim", respondeu com franqueza.



"Pois vou lhe avivar a memória, general. Numa noite gélida, o senhor fazia a ronda. Encontrou um sentinela com roupas leves e sem meias. Estava quase morrendo congelado. O senhor lhe tomou das mãos a arma e ordenou:



"Vai à minha cabana. Lá encontrarás meias, um cobertor e fogo. Depois de te aqueceres, traze o cobertor para mim. Enquanto isso, eu ficarei de guarda.’ O soldado obedeceu as ordens. Quando voltou para o posto, o senhor rasgou o cobertor em dois pedaços. Ficou com uma das partes e deu a outra ao sentinela.



General, aqui está uma das metades daquele cobertor, pois eu sou o sentinela cuja vida o senhor salvou."



A regra de ouro é sempre bendizer àqueles que nos ofertam assistência e auxílio.



Não nos cabe desconsiderar a gratidão como o gesto de ternura, a palavra cálida, a atenção gentil, o sorriso expressivo de afeto espontâneo.



Doemos sempre nossa expressão de reconhecimento aos que se tornam nossos protetores na Terra, não esquecendo de que eles representam a materialização do amor de nosso Pai, na dura jornada que nos cabe trilhar.



Você sabia?



...que Lafayette tinha somente 19 anos de idade quando deixou o seu País para lutar pela liberdade americana?



E que, ao chegar aos Estados Unidos, disse que fora lá para aprender, e não para ensinar?



Em nome da amizade que devotou a George Washington deu ao próprio filho o nome de Washington.



quinta-feira, 10 de março de 2011

Na dose certa

As limitações impostas aos funcionários estão em todas empresas, desde as tradicionais até as mais flexíveis. Mas restrições sem coerência podem resultar em insatisfação e queda de produtividade






“No ambiente de trabalho, o empregador é soberano.” A enfática afirmação do advogado trabalhista Rafael Macedo é uma reflexão sobre quem tem o poder de ditar as regras dentro das empresas. Seja em uma companhia com o perfil mais flexível ou em uma mais tradicional, a verdade é que todas precisam impor aos funcionários restrições que delineiem cotidianamente a dinâmica de trabalho. Até aí, tudo bem. A situação complica quando alguma dessas limitações desagrada os empregados ao ponto de refletir na produtividade e até na saúde deles.



De acordo com a diretora de Relações Humanas da Insight, Acsa Vasconcellos, a ressalva mais comum é em relação ao uso da internet. “Feita de forma descontrolada, a utilização dessa ferramenta pode causar um congestionamento na rede e dispersar as pessoas no trabalho, diminuindo o rendimento delas”, explica. Por outro lado, segundo Acsa, a restrição pode levar ao refreamento da criatividade e de novos conhecimentos potencialmente adquiridos por meio de pesquisas on-line.



Ainda assim, há setores que defendem ser essencial limitar a navegação na web. Na Cast, empresa que desenvolve tecnologia da informação para bancos, o acesso é vetado por questões de segurança. “São informações muito importantes. Fazemos de tudo para evitar invasores. Bloqueamos, inclusive, a utilização de pendrives”, explica Daniela Oliveira, coordenadora de treinamento de recursos humanos.



E aos funcionários que insistem em descumprir as regras, um alerta: eles podem estar sendo monitorados. Contanto que haja um aviso prévio, a empresa tem total liberdade de acessar e até gravar as ações dos empregados no telefone e na internet. “Se o bem utilizado é corporativo, o chefe pode privar ou saber o proveito que o funcionário está tirando. A infraestrutura da empresa é feita para fornecer o trabalho, e apenas isso”, argumenta o advogado Rafael Macedo.



Tempo cronometrado

Uma pausa para o lanche, para fumar um cigarro ou apenas para esfriar a cabeça. A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) estipula um descanso obrigatório de 15 minutos em uma jornada de seis horas ou de pelo menos uma hora para a de oito. É comum, no entanto, que esse intervalo seja utilizado pelos trabalhadores para a alimentação e que, por isso, torne-se necessário ultrapassá-lo por causa de outras necessidades. E é nesse ponto que podem surgir as divergências entre empregadores e funcionários.



O presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Roberto Cardoso, é favorável à imposição de limites, desde que feita com ressalvas. “Os trabalhadores não podem abusar, mas deve-se levar e consideração que dar um tempo para tomar café é bom até para estimular a criatividade. Ninguém é máquina”, defende.



Mas a opinião do presidente do CFA não é uma unanimidade nas corporações. A analista de sistemas Mariana*, 30 anos, conta que, na empresa onde trabalhava, cada minuto extra devia ser compensado. “Se eu fosse tomar um café e conversasse com um colega, ainda que sobre o trabalho, eu era advertida. Lá, trabalho era apenas se eu estivesse sentada na frente do computador.”



A polêmica é ainda maior quando levada para o setor de telemarketing. Com uma rotina de seis horas diárias, os operadores têm 15 minutos para o lanche e o mesmo intervalo para a prática de ginástica laboral. Para usar o banheiro, os empregadores disponibilizam aos funcionários uma média de cinco minutos para toda a jornada. Caso esse prazo seja ultrapassado, acontece algum tipo de punição.



Se levada em conta a média de dois minutos por saída, os operadores de telemarketing podem, no máximo, ir ao banheiro duas vezes por dia. “O pior é que os chefes estimulam os profissionais a beber água, já que falam bastante”, indigna-se o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações (Sinttel), José Goudim. “Isso é tão ruim que já nos chegaram casos de funcionários não conseguiram aguentar e urinaram na cadeira”, lamenta.



Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), as empresas de call center podem controlar o uso do banheiro e exigir justificativas para o uso excepcional. Nesse caso, o empregador pode pedir uma explicação, mas não proibir a utilização fora dos limites estabelecidos. Caso o funcionário se sinta prejudicado, pode entrar na Justiça por dano moral. “Mas tem que ser comprovado algum efeito negativo”, aponta o advogado Rafael Macedo.



Nem tudo são flores

Com a proposta de tornar o ambiente de trabalho relaxante, os sócios da Absoluto Comunicação optaram por levar o lazer para dentro da empresa de forma nada convencional. A ideia de criar dois gatos da raça persa nas dependências do escritório surgiu quando um pet shop anunciou uma nova ninhada. Os proprietários, apaixonados pelos animais, não viram problema em misturá-los aos funcionários e clientes.



“Não me preocuparia se os outros trabalhadores quisessem trazer o animal para cá”, comenta a sócia Lívia Pretti, ressaltando que faz parte do DNA da Absoluto ser flexível. Na política da empresa, o manual de conduta fica subentendido: as regras estão baseadas no bom senso de cada um. “Trabalhamos com metas. O que importa é o cumprimento delas”, acrescenta Lívia.



O efeito da maleável é facilmente percebido. Os funcionários, segundo a sócia, sentem-se mais motivados e felizes no emprego. Ainda assim, algumas limitações são inevitáveis. “É claro que o telefone e até os programas de comunicação virtual podem ser utilizados. Mas não deve ser o tempo inteiro, se não o trabalho não rende”, explica.



Aos fumantes, a ressalva é um pouco mais rígida. “Para ser sincera, eu prefiro que não fumem. Já tive um funcionário que descia sete vezes por dia para fumar. Isso interrompe o raciocínio”, conta Lívia. Na opinião dela, a fórmula de sucesso para evitar abusos é saber escolher profissionais que saibam respeitar os limites e que, mesmo em um ambiente tranquilo, não confundam o trabalho com o domicílio.



*Nome fictício a pedido da entrevistada





COMPENSAÇÃO FINANCEIRA

Quando o intervalo obrigatório não for concedido, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) determina que o empregador pague ao período correspondente com um acréscimo de, no mínimo, 50% sobre o valor da remuneração do salário/hora.



Algumas restrições

Uso do fone de ouvido

“No meu trabalho, de gerenciamento de arquivos, estávamos acostumados a ouvir música com fone de ouvido. Gostava porque ficava mais focada e não ouvia o que as outras pessoas estavam conversando. Mas entrou um novo gerente que proibiu o uso dos fones. O argumento principal era que, caso houvesse um incêndio, já que tinha muito papel, nós não iríamos ouvir. Ele também dizia que atrapalhava a concentração e que poderia pegar mal para os clientes.”

Álica Dias, 25 anos, consultora em arquivos



Uso do banheiro

“Trabalhei por dois anos e meio como operadora de telemarketing. No contrato e no treinamento, explicaram-nos que só poderíamos utilizar o banheiro durante cinco minutos, em uma jornada de seis horas. De tanto segurar para ir ao banheiro, tive uma infecção urinária. Mas não adiantava reclamar. Para a empresa, assim que eu saísse eles já tinham alguém para me substituir.”

Ana Paula Santos, 25 anos, estudante



Tempo para o lanche

“A questão do tempo de lanche era levada a sério. Se a padaria estivesse cheia e eu ultrapassasse os 15 minutos, era punida. O mesmo acontecia na pausa para o café. Se eu fosse tomar um café e conversasse com um colega, ainda que sobre o trabalho, eu era advertida. Lá, trabalho era apenas se eu estivesse sentada na frente do computador”.

Mariana*, 30 anos, analista de sistemas



Uso da internet

“Não há restrições quanto aos sites em que eu posso entrar. Por outro lado, sei que o meu gerente recebe uma vez por semana um relatório no qual consta todos as páginas virtuais nas quais entrei e a duração da navegação. Acabo não usando a internet com medo de pegar mal.”

Fernando Alves, 32 anos, programador de software



Uso do telefone

“Antes, o telefone corporativo era liberado para qualquer tipo de ligação. Admito que fazia ligações pessoais, principalmente para os meus filhos. Apesar da reclamação de muitos colegas, não vi problemas quando o telefone foi bloqueado e passei a usar meu aparelho celular para as ligações particulares.”

João Augusto Torres, 51 anos, administrador



Cigarro

“Antes eu tinha que fumar, pelo menos, de duas em duas horas. Quando me movimentava para sair da loja, as pessoas já me olhavam de cara feia e a gerente costumava me perguntar onde eu estava indo. Às vezes, mentia dizendo que ia ao banheiro. Uma vez a gerente me seguiu e fiquei totalmente constrangida. A pressão foi tanta que passei a fumar menos. Agora, saio no máximo uma vez para fumar, e meio cigarro.”

Alinne Silva, 28 anos, vendedora

quarta-feira, 2 de março de 2011

PELO QUE BRILHAM OS SEUS OLHOS?

MOTIVAÇÃO & SUCESSO


PELO QUE BRILHAM OS SEUS OLHOS?



Um dos melhores recrutadores de pessoas dizia que o que ele mais observava era o brilho nos olhos dos candidatos no momento das entrevistas. O currículo era um mero desempatador, dizia ele. O que me fazia acreditar numa pessoa era o brilho de seu olhos.

Ele contava que enquanto conversava com o candidato sobre vários assuntos, ficava observando o brilho dos olhos. Há pessoas que os olhos só brilham quando se fala em salário, comentava ele. Há outras que não brilham para tema algum, estão ali apenas em busca de um emprego. Há outras porém, que os olhos brilham quando lhes é apresentado um desafio, uma dificuldade a ser transposta, uma nova oportunidade de aprendizagem. “Essas eram os meus escolhidos”, dizia ele. “E nunca errei”, completava com orgulho.

As empresas de hoje precisam de pessoas que queiram aprender, fazer, criar, inovar, se desafiar. Pessoas que façam parte da solução e não do problema. Pessoas que se comprometam, façam tudo com atenção aos detalhes e que terminam o que começam. Enfim, pessoas motivadas para a ação.

Muitos dirão que isso é “papo de patrão” e que o empregado é explorado pela empresa e que não tem que se comprometer com nada além do que lhe rende seu misero salário. Para esses, a resposta é: viviam assim, ajam assim, pensem assim e verão o sucesso pessoal e profissional que terão e o quão felizes serão como pessoas.

O ser humano tem que sentir orgulho de seu trabalho, de sua participação, daquilo que faz. Esse é um componente fundamental de sua felicidade pessoal e profissional. E o sucesso profissional o fará uma pessoa mais equilibrada e capaz de lutar pelo seu bem estar familiar, pessoal, espiritual, psicológico. Para isso, é claro que as empresas devem propiciar um ambiente favorável de trabalho em todos os sentidos, mas cabe a cada um de nós construir um ambiente, fazê-lo acontecer com harmonia e dedicação em beneficio dos clientes, das pessoas que compram nossos produtos e utilizam nossos serviços e de nossos colegas de trabalho.

Pessoas que lutam nessa direção têm seus olhos brilhando o tempo todo. Não se entregam, se desafiam todos os dias a humanizar cada vez mais o seu trabalho e a dignifica-lo com a busca de excelência. Passam do plano do choro ao plano da ação. Agem em direção ao equilíbrio pessoal e profissional, fazem mais do que os outros esperam; andam o quilômetro extra e por isso vencem e são mais felizes. E você? Pelo que brilham os seus olhos?

Pense nisso, Sucesso!