Se você recebesse a notícia de que a sua cidade seria destruída em poucas horas, certamente buscaria fugir o mais depressa possível. E nesse caso, o que levaria na bagagem?
Quando os soldados de Ciro, o Grande, estavam prestes a invadir a cidade de Priene, na Jônia, a população preparava-se para a fuga.
Homens e mulheres, moços e velhos atropelavam-se, em desespero, tentando salvar seus pertences mais valiosos.
Apenas um homem se mantinha calmo. Era o filósofo Bias, famoso por seus dotes de cultura, moral e virtude.
Era tão ponderado e íntegro que foi considerado um dos sete sábios da Antiga Grécia.
As pessoas, vendo-o tranquilo e sereno, perguntaram se ele não iria preparar a carga que deveria levar, e ele respondeu simplesmente: Eu trago tudo comigo.
Aquele nobre cidadão guardava consigo os patrimônios mais valiosos da retidão, bondade e inteligência, que ninguém lhe roubaria.
E eram esses valores que lhe permitiam colocar-se acima das inquietações daquela hora e das preocupações com os bens efêmeros da Terra.
Sem dúvida, somente as pessoas que constroem essas virtudes e cultivam a fé em Deus, podem permanecer tranquilas diante de qualquer situação, por mais grave que seja.
Ante a notícia, por exemplo, de uma guerra atômica, capaz de aniquilar a raça humana, muitos se desesperariam e o caos se estabeleceria em pouco tempo.
Só aquele que edificou na própria intimidade, os valores imperecíveis, manteria a calma.
Teria a certeza da Providência Divina e da sobrevivência da alma. A lógica e a razão lhe dariam a convicção de que, se tudo fosse destruído, nós continuaríamos a viver, pois somos imortais.
Estaria certo de que Deus não nos deixará ao desamparo. Se não houver condições de vida na Terra, o Senhor nos dará outro lugar para morar, pois na Sua casa, que é o Universo infinito, há muitas moradas.
* * *
O medo, a insegurança e o desejo de posse têm sido os grandes responsáveis pelo desespero e a depressão de muitas criaturas.
A insegurança, filha da falta de fé, gera uma espécie de ansiedade que facilmente conduz à depressão, infelicitando e matando a esperança.
O desejo desequilibrado de posse é um forte componente para o nascimento e a sustentação da violência e do desespero.
A vida agitada, as privações materiais, as provações morais, os conflitos de convivência familiar ou social, só serão superados com tranquilidade por aqueles que cultivam a paz na intimidade.
Esses, e somente esses, é que permanecerão serenos diante de qualquer situação, por mais grave que seja. A exemplo do filósofo Bias, dirão: Eu trago tudo comigo.
A esse estado de alma é que Jesus se referia falando dos tesouros que a traça não come nem a ferrugem corrói, e que ladrão nenhum rouba. São bens eternos e indestrutíveis.
* * *
Você é um ser criado para a eternidade. É como uma chama que jamais se apagará.
Procure cultivar as virtudes que o libertarão das misérias próprias da inferioridade humana.
E lembre-se sempre: Você é herdeiro de Deus. O Universo lhe pertence.
Para conquistá-lo basta fazer a parte que lhe cabe nesta bendita escola chamada Terra, que representa um grão de areia diante do Infinito.
Por tudo isso vale a pena começar agora a cultivar os tesouros morais que nos credenciarão ao voo definitivo rumo à grande luz, rumo aos altos cimos, onde a felicidade já é uma realidade.
Pense nisso!
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
As coisas bonitas na vida
Há coisas bonitas na vida! Sim...
Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar as lágrimas rolarem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é estar no colo de Jesus.
Mas, bonitas são as coisas vindas do interior de cada um, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos, o beijo soprado...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que quase todos passeiam...
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado, neto...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores, do mato, dos animais e das crianças.
Bonito é chorar quando sentir vontade e deixar as lágrimas rolarem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e se deixar viver de um sonho.
Bonito é ver a realidade da vida, sem nunca ser extremista, e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente com G maiúsculo em qualquer situação, principalmente nos momentos de dificuldade.
Bonito é estar no colo de Jesus.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Os anjos
O menino voltou-se para a mãe e perguntou:
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.
Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.
Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.
* * *
Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em Espíritos protetores daqueles que na Terra ficaram, como pedaços de seu próprio coração.
Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum.
Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.
É uma boa idéia, falou a mãe. Irei com você.
Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado.
A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava.
Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás.
De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis.
Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:
Você é um anjo?
Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro, que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada.
Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.
Ela não era um anjo, não é, mamãe?
Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um, respondeu a mãe.
Mais adiante, uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:
Você é um anjo?
Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:
Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo.
Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.
Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado.
O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul.
Aquela moça, certamente, não era um anjo.
O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.
Você me carrega?
É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim.
Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava.
Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:
Mãe, você não é um anjo?
A mãe sorriu e falou mansinho:
Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu.
* * *
Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiães dos seus amores.
São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam.
As mães, sobretudo, prosseguem a se doar e velar por seus filhos, mesmo além da fronteira da morte, transformando-se em Espíritos protetores daqueles que na Terra ficaram, como pedaços de seu próprio coração.
sábado, 18 de setembro de 2010
Vai fazer entrevista de emprego? Atente às técnicas que elevam suas chances
Segundo especialista, até quando o candidato fica calado ele passa alguma informação ao entrevistador
Uma entrevista de emprego ou uma dinâmica em grupo deixam qualquer profissional inseguro, o que pode prejudicar o candidato e levá-lo a um desempenho não tão bom no processo seletivo. Mas como se dar bem nesta situação?
Para o diretor de Operações da Human Brasil, empresa de consultoria em Recursos Humanos, Fernando Montero da Costa, não existem fórmulas que garantam a vaga. Contudo, existem técnicas e habilidades que podem aumentar as chances de sucesso.
De acordo com ele, apesar de mudanças ocorrerem no mercado de trabalho, elas não alteram os elementos básicos que podem garantir o sucesso em um processo de seleção, como ter boa comunicação, conhecer a empresa, demonstrar interesse pela vaga e exibir uma postura correta.
“Uma comunicação deficiente, por exemplo, pode deteriorar a imagem, gerando falta de credibilidade e desconfiança”, disse Costa, por meio de nota. A diferença é que hoje os departamentos de Recursos Humanos intensificaram a análise dos candidatos e conseguem tirar informação até quando eles estão calados.
Olho no olho
Do sempre indicado olho no olho a um sorriso. Tudo passa pelo crivo do entrevistador. Costa ressalta que o tom de voz também pode se tornar uma ferramenta positiva para os candidatos. “Tom grave e suave, por exemplo, expressa segurança”, explicou. “A entonação deve ser variada e animada e o volume, adaptado ao número de entrevistadores”.
Para Costa, a velocidade da voz também diz muito sobre o candidato. Ele aconselha que ela seja mais lenta que em uma conversação normal, até para facilitar a pronúncia e a articulação. O especialista também cita a postura erguida e relaxada e o uso do sorriso como importantes ferramentas rumo ao sucesso.
Outras dicas podem reduzir as chances de o candidato errar na hora do processo. A primeira - e uma das mais importantes - é conhecer bem a empresa que oferece a vaga, o que significa ter informações sobre o setor de atuação, o departamento na qual se pleiteia a vaga e o entrevistador.
Outro ponto a ser levado em consideração é o motivo pelo qual se candidatou à vaga. Definir objetivos e traçar planos para curto, médio e longo prazos também podem ajudar.
Fazer perguntas demonstra interesse pela vaga. Embora pouco utilizada pelos candidatos, a chance de questionar o entrevistador pode elevar as chances de conseguir a vaga. Porém, cuidado, as perguntas devem ser inteligentes. Por isso, pense nelas antes da entrevista.
Uma entrevista de emprego ou uma dinâmica em grupo deixam qualquer profissional inseguro, o que pode prejudicar o candidato e levá-lo a um desempenho não tão bom no processo seletivo. Mas como se dar bem nesta situação?
Para o diretor de Operações da Human Brasil, empresa de consultoria em Recursos Humanos, Fernando Montero da Costa, não existem fórmulas que garantam a vaga. Contudo, existem técnicas e habilidades que podem aumentar as chances de sucesso.
De acordo com ele, apesar de mudanças ocorrerem no mercado de trabalho, elas não alteram os elementos básicos que podem garantir o sucesso em um processo de seleção, como ter boa comunicação, conhecer a empresa, demonstrar interesse pela vaga e exibir uma postura correta.
“Uma comunicação deficiente, por exemplo, pode deteriorar a imagem, gerando falta de credibilidade e desconfiança”, disse Costa, por meio de nota. A diferença é que hoje os departamentos de Recursos Humanos intensificaram a análise dos candidatos e conseguem tirar informação até quando eles estão calados.
Olho no olho
Do sempre indicado olho no olho a um sorriso. Tudo passa pelo crivo do entrevistador. Costa ressalta que o tom de voz também pode se tornar uma ferramenta positiva para os candidatos. “Tom grave e suave, por exemplo, expressa segurança”, explicou. “A entonação deve ser variada e animada e o volume, adaptado ao número de entrevistadores”.
Para Costa, a velocidade da voz também diz muito sobre o candidato. Ele aconselha que ela seja mais lenta que em uma conversação normal, até para facilitar a pronúncia e a articulação. O especialista também cita a postura erguida e relaxada e o uso do sorriso como importantes ferramentas rumo ao sucesso.
Outras dicas podem reduzir as chances de o candidato errar na hora do processo. A primeira - e uma das mais importantes - é conhecer bem a empresa que oferece a vaga, o que significa ter informações sobre o setor de atuação, o departamento na qual se pleiteia a vaga e o entrevistador.
Outro ponto a ser levado em consideração é o motivo pelo qual se candidatou à vaga. Definir objetivos e traçar planos para curto, médio e longo prazos também podem ajudar.
Fazer perguntas demonstra interesse pela vaga. Embora pouco utilizada pelos candidatos, a chance de questionar o entrevistador pode elevar as chances de conseguir a vaga. Porém, cuidado, as perguntas devem ser inteligentes. Por isso, pense nelas antes da entrevista.
A Árvore da Amizade sob as dificuldades da Vida
A vida é um jardim onde florescem árvores variadas.
Uma delas chama-se árvore das amizades que, de vez em quando, a gente precisa balançar para caírem as podres,
pois sabemos ser essa árvore muito resistente às diversas estações da vida cujas intempéries fazem apodrecer
os frutos inconsistentes.
As intempéries que as submetem são, a provação, o interesse próprio e o medo.
A provação deixa-nos indefesos, ainda que temporariamente, mas os frutos bons não se estragam com essa situação.
Toda provação tem uma medida certa, uma dosagem adequada à vida para nos florescer a esperança, a experiência
e a força (resistência).
Os frutos cuja essência é apenas o interesse próprio apodrecem indefinidamente.
O interesse próprio é a essência do orgulho e este se enfraquece na provação.
Submete-se ao poder da esperança, da experiência e da força e assim surge o medo.
O medo é a direção do orgulho que desconhece a resignação, a temperança, a prudência e a perseverança.
É o adversário da fé.
No meio da provação o interesse próprio é desmascarado e o medo denuncia as amizades podres.
De vez em quando precisamos balançar (observar) posto que, em verdade é a própria vida que se encarrega disso.
Devemos apenas estar atentos e aprender a crescer quando essas intempéries se apresentarem.
Assim como nós vemos na evolução da natureza, a árvore das amizades também seleciona os frutos que devem permanecer.
Uma delas chama-se árvore das amizades que, de vez em quando, a gente precisa balançar para caírem as podres,
pois sabemos ser essa árvore muito resistente às diversas estações da vida cujas intempéries fazem apodrecer
os frutos inconsistentes.
As intempéries que as submetem são, a provação, o interesse próprio e o medo.
A provação deixa-nos indefesos, ainda que temporariamente, mas os frutos bons não se estragam com essa situação.
Toda provação tem uma medida certa, uma dosagem adequada à vida para nos florescer a esperança, a experiência
e a força (resistência).
Os frutos cuja essência é apenas o interesse próprio apodrecem indefinidamente.
O interesse próprio é a essência do orgulho e este se enfraquece na provação.
Submete-se ao poder da esperança, da experiência e da força e assim surge o medo.
O medo é a direção do orgulho que desconhece a resignação, a temperança, a prudência e a perseverança.
É o adversário da fé.
No meio da provação o interesse próprio é desmascarado e o medo denuncia as amizades podres.
De vez em quando precisamos balançar (observar) posto que, em verdade é a própria vida que se encarrega disso.
Devemos apenas estar atentos e aprender a crescer quando essas intempéries se apresentarem.
Assim como nós vemos na evolução da natureza, a árvore das amizades também seleciona os frutos que devem permanecer.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Amor ao próximo
A orientação do Cristo para que amemos o próximo como a nós mesmos é fácil de ser repetida, mas ainda está um tanto distante de ser vivida.
Quando Jesus faz essa recomendação, não estabelece nenhuma condição, simplesmente recomenda que amemos.
Todavia, temos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.
Nosso devotamento costuma ser caloroso para com os que concordam com o nosso modo de ver, com nossos hábitos enraizados e princípios sociais.
Esquecemo-nos de que nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.
É importante desintegrarmos a concha do nosso egoísmo para dedicarmos o amor ao próximo conforme o recomenda Jesus. Não pela servidão afetiva com que se ligam ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se dedicam em favor do bem comum.
Se amamos alguém tão só pela beleza física, provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.
Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.
Se o móvel da nossa suposta afeição são os bens materiais, lembremos que estes são passageiros como as flores de um dia.
É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.
É bem verdade que existem pessoas com as quais não trocamos afetividades. Diríamos até que a presença de algumas pessoas nos causam aversão.
Todavia, se não as conseguimos amar, é importante que não lhes desejemos o mal. Que quebremos de vez por todas as pesadas algemas do desafeto, não lhes enviando vibrações negativas.
Jesus recomenda que amemos os nossos inimigos, mas, dedicar amor aos inimigos ainda é muito difícil, no atual estágio evolutivo da Terra. Todavia, não é impossível. Basta que comecemos a ver os nossos supostos inimigos como irmãos que carecem do amor de Deus tanto quanto nós.
O primeiro passo é intensificar o afeto aos que nos são simpáticos. Depois, dedicar atenção aos que nos são indiferentes: porteiros, carteiros, frentistas, ascensoristas, entre outros. Em seguida, tolerar os que nos causam aversão.
Assim, quando menos esperarmos, o amor ao próximo já será uma constante em nossos corações. É preciso darmos o primeiro passo, e continuarmos firmes. Eis aí o grande desafio!
* * *
Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com Ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.
Pense nisso!
Quando Jesus faz essa recomendação, não estabelece nenhuma condição, simplesmente recomenda que amemos.
Todavia, temos a tendência de consagrar a maior estima apenas àqueles que leiam a vida pela cartilha dos nossos pontos de vista.
Nosso devotamento costuma ser caloroso para com os que concordam com o nosso modo de ver, com nossos hábitos enraizados e princípios sociais.
Esquecemo-nos de que nem sempre nossas interpretações são as melhores, nossos costumes os mais nobres e nossas diretrizes as mais elogiáveis.
É importante desintegrarmos a concha do nosso egoísmo para dedicarmos o amor ao próximo conforme o recomenda Jesus. Não pela servidão afetiva com que se ligam ao nosso roteiro pessoal, mas pela fidelidade com que se dedicam em favor do bem comum.
Se amamos alguém tão só pela beleza física, provável encontremos amanhã o objeto de nossa afeição a caminho do monturo.
Se estimamos em algum amigo apenas a oratória brilhante, é possível esteja ele em aflitiva mudez, dentro em breve.
Se o móvel da nossa suposta afeição são os bens materiais, lembremos que estes são passageiros como as flores de um dia.
É imprescindível aperfeiçoar nosso modo de ver e de sentir, a fim de avançarmos no rumo da vida superior.
É bem verdade que existem pessoas com as quais não trocamos afetividades. Diríamos até que a presença de algumas pessoas nos causam aversão.
Todavia, se não as conseguimos amar, é importante que não lhes desejemos o mal. Que quebremos de vez por todas as pesadas algemas do desafeto, não lhes enviando vibrações negativas.
Jesus recomenda que amemos os nossos inimigos, mas, dedicar amor aos inimigos ainda é muito difícil, no atual estágio evolutivo da Terra. Todavia, não é impossível. Basta que comecemos a ver os nossos supostos inimigos como irmãos que carecem do amor de Deus tanto quanto nós.
O primeiro passo é intensificar o afeto aos que nos são simpáticos. Depois, dedicar atenção aos que nos são indiferentes: porteiros, carteiros, frentistas, ascensoristas, entre outros. Em seguida, tolerar os que nos causam aversão.
Assim, quando menos esperarmos, o amor ao próximo já será uma constante em nossos corações. É preciso darmos o primeiro passo, e continuarmos firmes. Eis aí o grande desafio!
* * *
Busquemos as criaturas, acima de tudo, pelas obras com que beneficiam o tempo e o espaço em que nos movimentamos, porque um dia, compreenderemos que o melhor raramente é aquele que concorda conosco, mas é sempre aquele que concorda com o Senhor, colaborando com Ele, na melhoria da vida, dentro e fora de nós.
Pense nisso!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A RODOVIA DA MORTE BR 381
Passei pela tão falada BR381, entre o trecho de Belo Horizonte até João Molevade ,tendo me surpreendido pelo fato de as causas de acidentes ocorridas naqueles instantes serem culpa na maioria das vezes dos motoristas imprudentes, alcoolizados ou mesmos drogados, esperando que uma pessoa inocente e querendo simplesmente andar como se fosse normal.
Durante praticamente mais de quatro horas dirige meu veiculo pela àquela que a chamam de rodovia da morte, mas encontrei motoristas despreparados para poder dirigir , motoristas doidos para correr com seus veículos, fazendo ultrapassarem proibidas, precensiei motoristas achando que estavam em uma pista de corrida parecendo que iriam chega em primeiro sem medir as consquencias que poderiam causar um acidente de grandes proporções, a velocidade naquela BR 381, varia de 60 KM em locais perto das cidades e de 80KM no restante mas o que precensiei foi motoristas utilizando velocidades acima de 100KM, muitas vezes vejo jornalistas falarem que precisa ser duplicada as rodovias , que o governo precisa fazer a sua parte , mas o que precisamos e que motoristas em geral conscientize de que a vida humana vale mais do que colocar em risco a vida de seu semelhante e precisa saberem que pessoas são mais importantes.
Como as pessoas se tranforman em verdadeiros monstros ao volante de um veiculo automotor, motoristas de veículos pesados acham que as rodovias são feitas exclusivamente para eles, não respeitam veículos pequenos, que acham que como tem potencia no motor acham que estão em um carro de corrida, muitas vezes fico esperando a horas para poder seguir viagem devido ser mais seguro , e ainda tem os que usam drogas , bebidas alcoólicas entre outros entorpecentes para poder ganhar tempo como muitos dizem.
Gostaria que as autoridades dessem mais importacias as questões do transito devido serem menos importantes, mas as autoridades sempre lembram de pedir voto. A mais de 14 anos escuto em duplicação de uma rodovia , mas o que precisamos e de motoristas educados para o trânsito, fiscalizações sempre e comprometimento dos diversos órgãos do estado
Durante praticamente mais de quatro horas dirige meu veiculo pela àquela que a chamam de rodovia da morte, mas encontrei motoristas despreparados para poder dirigir , motoristas doidos para correr com seus veículos, fazendo ultrapassarem proibidas, precensiei motoristas achando que estavam em uma pista de corrida parecendo que iriam chega em primeiro sem medir as consquencias que poderiam causar um acidente de grandes proporções, a velocidade naquela BR 381, varia de 60 KM em locais perto das cidades e de 80KM no restante mas o que precensiei foi motoristas utilizando velocidades acima de 100KM, muitas vezes vejo jornalistas falarem que precisa ser duplicada as rodovias , que o governo precisa fazer a sua parte , mas o que precisamos e que motoristas em geral conscientize de que a vida humana vale mais do que colocar em risco a vida de seu semelhante e precisa saberem que pessoas são mais importantes.
Como as pessoas se tranforman em verdadeiros monstros ao volante de um veiculo automotor, motoristas de veículos pesados acham que as rodovias são feitas exclusivamente para eles, não respeitam veículos pequenos, que acham que como tem potencia no motor acham que estão em um carro de corrida, muitas vezes fico esperando a horas para poder seguir viagem devido ser mais seguro , e ainda tem os que usam drogas , bebidas alcoólicas entre outros entorpecentes para poder ganhar tempo como muitos dizem.
Gostaria que as autoridades dessem mais importacias as questões do transito devido serem menos importantes, mas as autoridades sempre lembram de pedir voto. A mais de 14 anos escuto em duplicação de uma rodovia , mas o que precisamos e de motoristas educados para o trânsito, fiscalizações sempre e comprometimento dos diversos órgãos do estado
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Violência no lar
Tem se falado muito a respeito da violência. Daquela que existe nas ruas e atinge pessoas aparentemente inocentes.
A cifra diária fala de assaltos, de assassinatos, de seqüestros. E parece que ninguém está a salvo.
Comenta-se também da violência de esposos embriagados ou em desequilíbrio, agredindo esposas.
Fala-se de pais atormentados ou em desespero, que agridem fisicamente seus filhos, provocando-lhes lesões corporais ou até a morte.
Tudo isto choca e muitas vozes se erguem para protestar, proteger, sugerir soluções.
Existe, no entanto, outro tipo de violência não menos cruel. Embora nem sempre percebida pelos demais, porque fica acobertada pela covardia.
Ou talvez exatamente porque se passa entre as quatro paredes do lar.
Falamos de idosos obrigados a excessivo labor pelos seus próprios filhos.
Idosos que já trabalharam muito e hoje, dependentes economicamente daqueles que geraram, são constrangidos a realizarem tarefas superiores a suas forças, já depauperadas.
Correr atrás de crianças levadas o dia todo, providenciar a limpeza da casa, lavar e passar roupas, ir ao supermercado.
Mesmo que a vista já se apresente meio turva e haja dificuldades para distinguir se o sinal está aberto para os carros ou para eles.
E quando a roupa não estiver bem passada ou a comida do jeito que era esperado, ouvem reclamações e acusações de que não valem nem o incômodo que causam.
São irmãos dependentes de outros irmãos, por problemas de enfermidades ou por serem menores, que devem amargar o pão que recebem para se alimentarem, todos os dias.
Pão que tem gosto de fel.
Filhos pequenos que suportam todos os dias os gritos e as agressões verbais de pais frustrados em suas paixões ou em seus sonhos.
Violência no lar que traduz, na verdade, a violência que vai na alma de cada um.
Cada um de nós denuncia nos seus atos a sua verdadeira identidade. Boa ou má.
Talvez alguns de nós não cheguemos aos extremos que falamos. Contudo, estamos a meio caminho.
Por isso, se a consciência nos diz que estamos sendo muito agressivos, mal educados e descuidados com os nossos afetos, paremos logo.
Se os nossos gritos e reclamações estão alcançando pais idosos e enfermiços, recordemo-nos o quanto deles recebemos.
Quantas noites de insônia quando nós, crianças, nos apresentávamos doentes. Quantos cabelos fomos nós mesmos que colorimos com a brancura da neve, com nossas rebeldias e malcriações.
E nem por isso, nos deixaram de amar. Sempre continuamos a ser para eles as eternas crianças que um dia eles acalentaram.
Agora suas mãos e faces enrugadas nos pedem calma, carinho, atenção.
É o mínimo que lhes podemos ofertar, como dádiva de gratidão pelo tanto que recebemos.
Trabalho como terapia? Excelente! Mas não em excesso, que lhes debilite ainda mais as poucas forças que têm, ou os preocupe ao ponto de perderem o sono.
Se a nossa raiva está sendo descarregada sobre irmãos menores ou de qualquer outra forma dependentes, recordemos que não foi o acaso que assim providenciou.
São as Leis Divinas que colocaram o mais fraco sob nossa guarda. É a Providência Divina que nos endereça aqueles mesmos que ontem, de uma ou de outra forma, machucamos ou até roubamos.
Se os nossos filhos pequenos estão recebendo a descarga das nossas frustrações, comecemos a agir de forma diferente.
Os que renascem na carne são sempre Espíritos na escalada do progresso. Normalmente, não é fácil o recomeço, a retomada dos compromissos.
Paciência é o que nos pedem. Cuidados. E amor.
* * *
Aprendamos a respeitar na criança a inocência do Espírito que ainda não se revelou por inteiro.
E nos cabelos brancos da velhice a experiência e as dores dos que ultrapassaram os anos no trabalho e na luta.
A cifra diária fala de assaltos, de assassinatos, de seqüestros. E parece que ninguém está a salvo.
Comenta-se também da violência de esposos embriagados ou em desequilíbrio, agredindo esposas.
Fala-se de pais atormentados ou em desespero, que agridem fisicamente seus filhos, provocando-lhes lesões corporais ou até a morte.
Tudo isto choca e muitas vozes se erguem para protestar, proteger, sugerir soluções.
Existe, no entanto, outro tipo de violência não menos cruel. Embora nem sempre percebida pelos demais, porque fica acobertada pela covardia.
Ou talvez exatamente porque se passa entre as quatro paredes do lar.
Falamos de idosos obrigados a excessivo labor pelos seus próprios filhos.
Idosos que já trabalharam muito e hoje, dependentes economicamente daqueles que geraram, são constrangidos a realizarem tarefas superiores a suas forças, já depauperadas.
Correr atrás de crianças levadas o dia todo, providenciar a limpeza da casa, lavar e passar roupas, ir ao supermercado.
Mesmo que a vista já se apresente meio turva e haja dificuldades para distinguir se o sinal está aberto para os carros ou para eles.
E quando a roupa não estiver bem passada ou a comida do jeito que era esperado, ouvem reclamações e acusações de que não valem nem o incômodo que causam.
São irmãos dependentes de outros irmãos, por problemas de enfermidades ou por serem menores, que devem amargar o pão que recebem para se alimentarem, todos os dias.
Pão que tem gosto de fel.
Filhos pequenos que suportam todos os dias os gritos e as agressões verbais de pais frustrados em suas paixões ou em seus sonhos.
Violência no lar que traduz, na verdade, a violência que vai na alma de cada um.
Cada um de nós denuncia nos seus atos a sua verdadeira identidade. Boa ou má.
Talvez alguns de nós não cheguemos aos extremos que falamos. Contudo, estamos a meio caminho.
Por isso, se a consciência nos diz que estamos sendo muito agressivos, mal educados e descuidados com os nossos afetos, paremos logo.
Se os nossos gritos e reclamações estão alcançando pais idosos e enfermiços, recordemo-nos o quanto deles recebemos.
Quantas noites de insônia quando nós, crianças, nos apresentávamos doentes. Quantos cabelos fomos nós mesmos que colorimos com a brancura da neve, com nossas rebeldias e malcriações.
E nem por isso, nos deixaram de amar. Sempre continuamos a ser para eles as eternas crianças que um dia eles acalentaram.
Agora suas mãos e faces enrugadas nos pedem calma, carinho, atenção.
É o mínimo que lhes podemos ofertar, como dádiva de gratidão pelo tanto que recebemos.
Trabalho como terapia? Excelente! Mas não em excesso, que lhes debilite ainda mais as poucas forças que têm, ou os preocupe ao ponto de perderem o sono.
Se a nossa raiva está sendo descarregada sobre irmãos menores ou de qualquer outra forma dependentes, recordemos que não foi o acaso que assim providenciou.
São as Leis Divinas que colocaram o mais fraco sob nossa guarda. É a Providência Divina que nos endereça aqueles mesmos que ontem, de uma ou de outra forma, machucamos ou até roubamos.
Se os nossos filhos pequenos estão recebendo a descarga das nossas frustrações, comecemos a agir de forma diferente.
Os que renascem na carne são sempre Espíritos na escalada do progresso. Normalmente, não é fácil o recomeço, a retomada dos compromissos.
Paciência é o que nos pedem. Cuidados. E amor.
* * *
Aprendamos a respeitar na criança a inocência do Espírito que ainda não se revelou por inteiro.
E nos cabelos brancos da velhice a experiência e as dores dos que ultrapassaram os anos no trabalho e na luta.
sábado, 4 de setembro de 2010
A Aranha
Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero,
elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
"Deus Todo-Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos
não me matem!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada
da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :
-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
-- "Senhor, por favor, com Tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens
não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :
-- "Vamos, entremos nesta trilha!"
-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha?
Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE
infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança
Nele para que Seu Poder, Glória e Proteção se manifestem de forma JUSTA e PERFEITA.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero,
elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
"Deus Todo-Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos
não me matem!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada
da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :
-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
-- "Senhor, por favor, com Tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens
não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :
-- "Vamos, entremos nesta trilha!"
-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha?
Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE
infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança
Nele para que Seu Poder, Glória e Proteção se manifestem de forma JUSTA e PERFEITA.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Um braço amigo
Aquela era uma noite como outra qualquer para aquele moço que voltava para casa pelo mesmo roteiro de sempre, há três anos.
Ele seguia tateando com sua bengala para identificar os acidentes do caminho, que eram seus pontos de referência, como todo deficiente visual.
Mas, naquela noite, uma mudança significativa havia acontecido no seu caminho: um pequeno arbusto, que lhe servia de ponto de referência e estava ali pela manhã, fora arrancado.
A rua estava deserta e ele não conseguia mais encontrar o rumo de casa. Andou por algum tempo, e percebeu que havia se afastado bastante da sua rota, pois verificou que estava numa ponte sobre o rio que separa a sua cidade da cidade vizinha.
Era preciso encontrar o caminho de volta. Mas como, sem o auxílio da visão?
Começou a tatear com sua bengala, quando uma voz trêmula de mulher lhe indagou:
- O senhor está encontrando alguma dificuldade?
- Acho que me perdi, respondeu o rapaz.
- Foi o que pensei, comentou a mulher.
- Quer que o acompanhe a algum lugar?
O rapaz lhe deu o endereço e ela, oferecendo-lhe o braço, o conduziu até à porta de casa.
- Não sei como lhe agradecer, falou o moço.
- Eu é que lhe devo um sincero agradecimento, respondeu ela, já com voz firme.
- Não compreendo, retrucou o rapaz.
E a jovem senhora então explicou:
- Há uma semana meu marido me abandonou. Eu estava naquela ponte para me suicidar, pois geralmente àquela hora está deserta. Aí encontrei o senhor tateando sem rumo e mudei de idéia.
A mulher disse boa noite, agradeceu mais uma vez, e desapareceu na rua deserta.
***
Também, em nossas vidas, talvez tenhamos passado por experiências semelhantes à das personagens dessa história.
Quantas vezes já não sentimos vontade de sumir, de pôr um fim ao sofrimento que nos visita e um braço amigo nos sustentou antes da queda.
Ou, quiçá, já tenhamos nos sentido perdido, sem rumo, sem esperança, e uma voz se fez ouvir e nos indicou uma saída.
Quem já não se sentiu numa situação assim, vivendo ora como o socorro que chega, ora como o socorrido?
Tudo isso nos dá a certeza de que nunca estamos sós.
Alguém invisível vela por nós e nos oferece um braço amigo nas horas de desespero. Ou, então, inspira-nos a oferecer nosso apoio a alguém que está à beira do abismo.
A esse alguém é que alguns chamam anjo da guarda e outros de espíritos protetores. Não importa o nome que lhes demos, importa é que seguem conosco vida afora, sem cansaço.
Pense nisso!
Você costuma olhar ao seu redor, no seu dia-a-dia?
Costuma prestar atenção naqueles que seguem com você pelo mesmo caminho?
Se já tem o hábito e a sensibilidade de se importar com os semelhantes, talvez tenha sido um anjo desses a alguém em desespero.
E se ainda não havia pensado nisso, pense agora. E comece a ser um braço amigo sempre disposto a conduzir alguém com segurança.
Ele seguia tateando com sua bengala para identificar os acidentes do caminho, que eram seus pontos de referência, como todo deficiente visual.
Mas, naquela noite, uma mudança significativa havia acontecido no seu caminho: um pequeno arbusto, que lhe servia de ponto de referência e estava ali pela manhã, fora arrancado.
A rua estava deserta e ele não conseguia mais encontrar o rumo de casa. Andou por algum tempo, e percebeu que havia se afastado bastante da sua rota, pois verificou que estava numa ponte sobre o rio que separa a sua cidade da cidade vizinha.
Era preciso encontrar o caminho de volta. Mas como, sem o auxílio da visão?
Começou a tatear com sua bengala, quando uma voz trêmula de mulher lhe indagou:
- O senhor está encontrando alguma dificuldade?
- Acho que me perdi, respondeu o rapaz.
- Foi o que pensei, comentou a mulher.
- Quer que o acompanhe a algum lugar?
O rapaz lhe deu o endereço e ela, oferecendo-lhe o braço, o conduziu até à porta de casa.
- Não sei como lhe agradecer, falou o moço.
- Eu é que lhe devo um sincero agradecimento, respondeu ela, já com voz firme.
- Não compreendo, retrucou o rapaz.
E a jovem senhora então explicou:
- Há uma semana meu marido me abandonou. Eu estava naquela ponte para me suicidar, pois geralmente àquela hora está deserta. Aí encontrei o senhor tateando sem rumo e mudei de idéia.
A mulher disse boa noite, agradeceu mais uma vez, e desapareceu na rua deserta.
***
Também, em nossas vidas, talvez tenhamos passado por experiências semelhantes à das personagens dessa história.
Quantas vezes já não sentimos vontade de sumir, de pôr um fim ao sofrimento que nos visita e um braço amigo nos sustentou antes da queda.
Ou, quiçá, já tenhamos nos sentido perdido, sem rumo, sem esperança, e uma voz se fez ouvir e nos indicou uma saída.
Quem já não se sentiu numa situação assim, vivendo ora como o socorro que chega, ora como o socorrido?
Tudo isso nos dá a certeza de que nunca estamos sós.
Alguém invisível vela por nós e nos oferece um braço amigo nas horas de desespero. Ou, então, inspira-nos a oferecer nosso apoio a alguém que está à beira do abismo.
A esse alguém é que alguns chamam anjo da guarda e outros de espíritos protetores. Não importa o nome que lhes demos, importa é que seguem conosco vida afora, sem cansaço.
Pense nisso!
Você costuma olhar ao seu redor, no seu dia-a-dia?
Costuma prestar atenção naqueles que seguem com você pelo mesmo caminho?
Se já tem o hábito e a sensibilidade de se importar com os semelhantes, talvez tenha sido um anjo desses a alguém em desespero.
E se ainda não havia pensado nisso, pense agora. E comece a ser um braço amigo sempre disposto a conduzir alguém com segurança.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Veja dez perguntas típicas de um selecionador e saiba como respondê-las
A entrevista de emprego pode ser o maior adversário do candidato na hora de buscar uma recolocação. Neste momento, o nervosismo e o receio de não saber o que responder em determinados questionamentos podem confundí-lo e acabar com suas chances no novo emprego.
Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”.
Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.
Confira as perguntas:
1 - Me fale um pouco de você (estado civil, filhos, com quem mora, etc)
Não há resposta melhor do que a verdade. Seja verdadeiro, pois nossas avós já diziam que a mentira tem perna curta.
2 - O que você faz no seu tempo livre?
Lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de administrar o seu tempo, como também aptidões, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
3 - Conte sobre sua evolução profissional. Qual seu foi seu primeiro emprego e qual seu cenário hoje?
É muito importante que você seja muito claro e demonstre toda sua atuação profissional e a forma como o posicionamento desta o torna um candidato de elevado interesse para qualquer empresa. Seja sucinto com as datas e motivos de entrada e saída de cada empresa. Cuidado para não ficar perdido cronologicamente.
4 - Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa?
Se você foi demitido, explique de maneira direta e objetiva sem demonstrar nenhum ressentimento ou mágoa com relação aos seus superiores. Caso ainda esteja na empresa, é interessante falar sobre alavancar carreira, desejo de crescimento pessoal e profissional.
5 - O que você não gostava na empresa anterior/atual?
Não se queixe, nem se faça de vítima. Seja positivo em suas colocações mesmo que enfrentasse alguns problemas. Não se esqueça de que nenhuma empresa é perfeita.
6 - Como você lida com as pressões do trabalho?
Inicie sua resposta fornecendo exemplos vivenciados nessa situação. Isso dará consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar o potencial para ocupar determinada posição.
7 - O que você tem feito atualmente que demonstre sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações da sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir.
8 - Defina quais são suas maiores qualidades e o que precisa melhorar.
Mencione características geralmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência. Quanto aos pontos que precisa melhorar, tenha sempre em mente que todos temos “defeitos” e pontuá-los é uma forma de mostrar autocrítica. Não se esqueça de mencionar a vontade ou atitudes para a mudança destes.
9 - Qual seu diferencial e por que você deve ser contratado?
Esta é uma pergunta muito complicada, mas o que se espera é que o profissional saiba "vender" o seu produto. É imprescindível focar nas suas capacidades, valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
10 - Qual é a sua pretensão salarial?
Esta é uma pergunta que normalmente deixa o candidato na defensiva. A sugestão é iniciar a negociação falando de sua última remuneração e dos benefícios oferecidos pela empresa anterior. É interessante questionar o entrevistador sobre a faixa salarial média para a vaga em questão e quais são os benefícios oferecidos pela companhia.
Dicas
Camila Martins ainda lista algumas dicas importantes sobre como se comportar antes e durante a entrevista com o selecionador:
- Cuide de sua aparência e apresentação;
- Leve um currículo impresso e atualizado;
- Seja pontual;
- Evite fumar minutos antes ou iniciar a entrevista mastigando chiclete ou bala;
- Mantenha-se calmo, confie em você e demonstre toda sua capacidade com segurança;
- Fale com clareza e tome cuidado para não contar piadas ou usar gírias;
- Pergunte, demonstre interesse na proposta;
- Não fale mal da empresa anterior, bem como de colegas e chefias.
Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”.
Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.
Confira as perguntas:
1 - Me fale um pouco de você (estado civil, filhos, com quem mora, etc)
Não há resposta melhor do que a verdade. Seja verdadeiro, pois nossas avós já diziam que a mentira tem perna curta.
2 - O que você faz no seu tempo livre?
Lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de administrar o seu tempo, como também aptidões, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
3 - Conte sobre sua evolução profissional. Qual seu foi seu primeiro emprego e qual seu cenário hoje?
É muito importante que você seja muito claro e demonstre toda sua atuação profissional e a forma como o posicionamento desta o torna um candidato de elevado interesse para qualquer empresa. Seja sucinto com as datas e motivos de entrada e saída de cada empresa. Cuidado para não ficar perdido cronologicamente.
4 - Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa?
Se você foi demitido, explique de maneira direta e objetiva sem demonstrar nenhum ressentimento ou mágoa com relação aos seus superiores. Caso ainda esteja na empresa, é interessante falar sobre alavancar carreira, desejo de crescimento pessoal e profissional.
5 - O que você não gostava na empresa anterior/atual?
Não se queixe, nem se faça de vítima. Seja positivo em suas colocações mesmo que enfrentasse alguns problemas. Não se esqueça de que nenhuma empresa é perfeita.
6 - Como você lida com as pressões do trabalho?
Inicie sua resposta fornecendo exemplos vivenciados nessa situação. Isso dará consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar o potencial para ocupar determinada posição.
7 - O que você tem feito atualmente que demonstre sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações da sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir.
8 - Defina quais são suas maiores qualidades e o que precisa melhorar.
Mencione características geralmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência. Quanto aos pontos que precisa melhorar, tenha sempre em mente que todos temos “defeitos” e pontuá-los é uma forma de mostrar autocrítica. Não se esqueça de mencionar a vontade ou atitudes para a mudança destes.
9 - Qual seu diferencial e por que você deve ser contratado?
Esta é uma pergunta muito complicada, mas o que se espera é que o profissional saiba "vender" o seu produto. É imprescindível focar nas suas capacidades, valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
10 - Qual é a sua pretensão salarial?
Esta é uma pergunta que normalmente deixa o candidato na defensiva. A sugestão é iniciar a negociação falando de sua última remuneração e dos benefícios oferecidos pela empresa anterior. É interessante questionar o entrevistador sobre a faixa salarial média para a vaga em questão e quais são os benefícios oferecidos pela companhia.
Dicas
Camila Martins ainda lista algumas dicas importantes sobre como se comportar antes e durante a entrevista com o selecionador:
- Cuide de sua aparência e apresentação;
- Leve um currículo impresso e atualizado;
- Seja pontual;
- Evite fumar minutos antes ou iniciar a entrevista mastigando chiclete ou bala;
- Mantenha-se calmo, confie em você e demonstre toda sua capacidade com segurança;
- Fale com clareza e tome cuidado para não contar piadas ou usar gírias;
- Pergunte, demonstre interesse na proposta;
- Não fale mal da empresa anterior, bem como de colegas e chefias.
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